https://gparena.net/social-feed-user.php?id=15560
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Quem me conhece dos encontros do Arena sabe que tenho uma preferência por baixinhas e mignons. Lógico que não é uma questão excludente, tanto que algumas das meninas que eu mais repeti e/ou com quem tive ótimas transas não encaixam neste biotipo. Mas esse é um motivo pelo qual eu deixei a dama de hoje mais fora de prioridade a princípio.
Obviamente eu já havia visto a Marcela Leal em eventos do Arena ou passando ali durante as resenhas do Zezé. Sempre a achei inegavelmente chamativa, uma mulher com um físico imponente, mas que justamente por isso acabava sempre ali em segundo plano, apesar de nunca esquecida. Até que, em um belo dia de visita ao Castelo das Princesas, não lembro se semana passada ou na anterior, entro no elevador e logo depois de mim a Marcela adentra o espaço. Por alguns segundos fiquei com ela ali, ambos calados, mas foi o suficiente pra fazer meu cérebro se atiçar.
Corta para hoje, descubro que o apartamento que iria visitar eu já tinha ido com outro corretor, logo cancelo e minha agenda está com um espaço inesperado. Não precisei somar dois com dois, rapidamente entrei em contato e marquei um horário com ela. Chego ao Zezé e sou liberado para subir ainda uns bons dez minutos antes do meu horário. Bato na porta e sou atendido pela Marcela em uma lingerie preta bem justa em seu corpo voluptuoso.
Trocamos um beijo rápido e algumas palavras antes de eu ir tomar banho. O local da Marcela é um apartamento dividido em duas cabines. A que eu fui, a única que vi, tinha ar-condicionado e uma cama de casal, mas não sobrava muito mais espaço além disso. Por outro lado, o banheiro é enorme. Mas assim, enorme. Se tem uma coisa que eu tenho feito recentemente é analisar tamanho de banheiro, e ele era maior do que todos que vi nessa busca por uma nova moradia. Toalha ensacada, sabonete líquido e chuveiro elétrico, tudo dentro dos conformes.
Volto ao quarto e logo estamos nos beijando. O beijo da Marcela é gostoso, e ela sabe acariciar de uma forma que me causou arrepios. Ela tira a lingerie e desce para o boquete, primeiro comigo em pé, depois deitado na cama. Um oral bem gostoso, na pressão, massageando e chupando as bolas e com a mesma acariciada que causava arrepios. Ela brincou com meu pau em seus peitos siliconados, bateu com ele na própria cara, engasgou de leve nele.
Peço pra ela vir pra mim e vamos para um 69, onde sou quase soterrado por aquele par de coxas descomunais. Ficamos um tempo nisso, até que ela tenta pegar a camisinha, mas ainda não estou satisfeito. A deito, chupo seus seios levemente e vou descendo pelo corpo até cair de boca novamente naquela buceta. Chupo com vontade, seguindo as instruções dela, até que ela começa a espasmar, avisando que vai gozar, e eu mantenho o ritmo até ela me afastar de sua buceta.
Uma última chupada rápida para botar a camisinha e ela fica de quatro. Não sei o quanto o termo cavala ainda é considerado, mas não consigo pensar em uma palavra melhor. Vou metendo naquela posição, olhando pelo espelho enquanto seguro aquela bunda massiva e ela vai gemendo e pedindo mais e mais. Entrego uma das minhas melhores performances nessa posição, que não é minha favorita, até que ela se treme e diz que gozou novamente. Depois de mais um tempínho, passamos pro PPMM, onde sinto meu pau deslizar fácil pela buceta molhada dela. Vou socando e socando, até que aviso que vou explodir e ela me pede pra sentir meu pau latejando dentro dela.
Gozo forte e deito sobre ela, primeiro me segurando e depois soltando meu peso quando ela diz que eu posso. Fico aninhado ali um tempinho antes de nos separarmos. Minha alma demora um pouco a voltar para o corpo, mas quando ela retorna nós conversamos um pouco antes de eu ir fazer minha higiene para ir embora. Deixo o repeteco como talvez porque esse TD foi um ataque de oportunidade. A Marcela é uma foda gostosa e um prato cheio pra quem curte esse tipo físico. Como não é o da minha preferência, vou precisar que o contexto encaixe novamente para decidir voltar.
Sem mais, deixo abraços para os confrades e mordidas nos pescoços das musas.
