BEIJO
NãO
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
[28] QUE NOVINHA DELICADINHA!
Mas não foi essa!
Bão dimaiss!
Salve salve!
CONTEXTO
Depois da Amanda, uma novinha com cara de patricinha lá na RED em São Paulo, fui para em Fór-taleza, para um tempero nordestino bão dimaiss.
CONTATO
O contato consegui pelo site PhotoAcompanhante. Falamos pelo ZAP.
“Trabalho com um mínimo de massagem relaxante e com sexo bem gostoso na finalização, meu atendimento é completo.”
LOCAL
Como não sou de lá, sempre fico atento à localização. No primeiro contato ela deu a localização aproximadamente.
“Amor atendo próximo ao pão de açúcar do náutico amor.”
Vi que ficava a 7 minutin de Uber ou 20 a pé.
É uma rua residencial, cheia de prédios de condomínios. Lugar aparentemente seguro, a um quarteirão da praia da Beira Mar.
Chegando ela pediu para eu ficar na direção da portaria. Acho que era para me enquadrar pela câmera. Aí disse o número do AP e pediu para eu interfone. O porteiro perguntou meu nome e o número do apartamento. Em seguida, destravou o portão. Mas entrei e nem vi o sujeito. Fui direto ao elevador.
RECEPÇÃO
Chegando fui recebido por três meninas que estavam na sala, todas de lingerie. Logo uma delas fechou a porta da entrada. Fiquei assustado de ser recebido por uma comitiva. Elas foram me conduzindo até o quarto, mas não paravam de falar para eu ficar a vontade.
Depois de ver que nenhuma das três era a menina das fotos, eu disse:
“É que eu marquei com a Michely”.
Eu já estava dentro de um quarto com cama e ar condicionado. E elas começaram a perguntar:
“Vamos fazer um sexo gostoso?”
“O que acha de um boquete babadinho?”
“Você quer uma atendimento 4 mãos?”
“O que acha de um atendimento com nós três?”
“É que eu marquei com a Michely. Ela taí?”
“Sim amor, ela já vem, mas você não quer atendimento com mais uma menina? É só escolher.”
Olhei para as três. Não eram feias. Mas eu queria comer a menina da foto. Fiquei negano, agradeceno e aguardano.
MICHELY, A DECEPÇÃO
Enfim a Michely chegou. Era feia. Comparano as outras ficavam inté mais bonitas só de ficar do lado dela. E obviamente não era a menina das fotos.
“Você é a Michely?”
“Sim, amor!”
“Não tem nada a ver com as fotos”.
“Mas sou eu sim, amor.”
Nesse momento viram que pela minha cara eu ia dar no pinote e disseram:
“Mas amor, pode escolher qualquer menina”.
Olhei, dessa vez, como um árbitro. Pensano com a cabeça do trem. A indiazinha era uma perfeição. Pequena, magrinha, delicadinha...
“Tá bão. Eu vou ficar com essa aqui. Qual seu nome?”
“Alana, amor!
As outras saíram e fecharam a porta.
ALANA
Uma indiazinha perfeitinha. Olhinhos puxados, cor de jambo, cabelos pretos lisos. Seios deliciosos de apertar e de se chupar. 1,50 m e toda delicadinha. Só achei ela mei séria.
Pegou uma toalha e me ofereceu banho. Mas não aceitei, porque tinha ido do hotel direto. Tava bem limpin.
FIGHT
Lingam: Já peladinha da silva, ela começou a me fazer uma Lingam. Muito bão. Meu corpo empenou todo e duas veiz cuais que pulo da cama. Impressionante o domínio que ela tem da técnica.
PPMM: Ela me vestiu uma camisinha do posto. Olhou para o meu trem como se tivesse calculando a quantidade de lubrificante que ia aplicar, já com o sache na mão.
Entrei. Ela não esboçou nenhuma reação. E desviou o rosto.
“Cê beija?”
“Não, amor”
Catuquei bastante. Ela tentava escapar. Mexia o quadril para um lado e pra o outro. Quando ela fazia isso, eu catucava mais fundo e mais forte, soltando meu peso nela. Resultado: ficou molhada.
De ladin: Como ela não queria olhar na minha cara, vortei a catucar, dessa vez com ela de lado. Às veiz ela vinha com a mão pra tirar, mas eu segurava a mão dela e catucava mais suave.
“Isso amor. Vai goza pra mim!”
Mal sabia ela que, com o tesão que eu tava nela, e aquela camisinha que me deixa sem sensibilidade... a gente ainda teria uma longa jornada.
Ela começou a ressecar e resorvi pedir pra mudar a posição.
De quatro: Passou mais gel e empinou a bundinha. Vi que tinha um cuzinho bem bonitinho. Deslizei pra dentro dela. Catuquei bastante até um momento que atolou a cara no travesseiro. O ar condicionado era bão, porque a coisa esquentou e tava bem geladin. Mas uma vez ela pediu:
“Vem, goza, amor!”
Mas não foi o que o destino quis.
De bruços: Descansei o peso do meu corpo dela e continuei a catucar com ela de bruços. Resultado: ficou molhada. Mas insistia em não dar nem um pio.
Cavalgada: Eu mesmo pedi para ela vir por cima. Queria ver um tinquin o rostin dela. Colocou mais gel e ressabiada deixou o trem entrar de vagarin. Se inclinou sobre mim. Putz, fiquem se ver o rosto porque ela jogou o cabelo pra esconder. Ela começou a cavalgar rápido. Estava determinada a me fazer gozar. Mas dava uns minutin naquela velocidade e ela mesma parava. Dava um tempo, respirava e recomeçava. Resultado: ficou molhada.
“Você demora a gozar, hein?!”
Respondi me fazeno de sonso: “Não demoro não, amor. Eu tô quase!”
Porque já tava 40 minutos catucano ela.Aí ela saiu de cima e pediu pra me fazer uma massagem.
“Vem, deixa eu te fazer uma massagem”.
“Não, amor. Massagem não. Por favor, fica de quatro só mais uma cadin que eu eu já vou gozar.”
Pedi com voz macia e cara de moço bonzin. Ela suspirou, baixou a cabeça e foi tentar espremer o restin de gel do sachê. E com um baita profissionalismo, ficou de quatro uma vez mais. Cumpridora de seu dever.De quatro: Catuquei com ritmo constante e segurando firme sua cintura. Ela não conseguia ficar nem dez estocadas na mesma posição. Sempre inclinava um tiquin direita ou esquerda. E nada do trem perder o frei. O cuzin dela piscou e eu tive que perguntar:
“Cê faz anal, amor?”
“NÃO, AMOR!” Respondeu convicção.
Depois da resposta, e sem sinal de que eu estava pra gozar, atolou a cabeça no travesseiro e pôs a mão para tampar a boca.
Eu continuei a catucar e a bucetinha encharcou.
Subiu aquele cheiro de sexo! Tava bão dimaiss, porém no fundo eu lamentava ver aquele cuzin tão bunitin piscar.
De ladin: pus ela de ladin sem tirar de dentro. Segurei seu seio esquerdo com minha mão esquerda e catuquei firme até o trem perder o frei... PÁÁÁÁÁÁÁ Nóóóó ela tirou, se levantou e ficou encostada na parede. Eu tava me sentindo no céu.
Teve prosa. Rápida. Ela perguntou se eu queria banho, mas resorvi tomar no hotel. Perguntei se ela tinha anúncio ou contato.
“É pelo número da Michely. Manda mensagem pra ela dizendo que quer ficar com a Laninha.”
Vortei todo faceiro, andando pela orla, num fim de tarde quente em Fortaleza.
FINZIN
Mais uma vez o fedazunha do PhotoAcompanhante publicou anúncio de fotos que não correspondem à menina. E eu, mesmo véi barbado, caí na arapuca.
Resolvi ficar porque tinha uma indiazinha novinha, lindinha e gostosinha: Alana (ou Laninha).
Perguntei pelo contato dela, mas ela não deu. Disse que bastava falar pelo número da “Michely”.
Ou seja, se o confrade quiser pegar a Laninha, vai ter que ser pelo contato da “Michely”.
Só não dei positivo porque ela não beijou. Nem selin a danada deu. Mas a pequena acendeu meu fogo. E não se surpreenda se um dia eu vortá nela. Não me julguem!
“Baseado em fatos reais”.
