03 de Abril de 2025 às 00:11
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A Máquina do Tempo do Desejo: A Noite que Redefiniu o Solvit Sexus

A Escolha Certa

A aventura dessa vez foi com uma novata no Arena Vip. E que novata! Assim que ativou seu perfil, já enviei mensagem para marcar.

Sabe quando você tem certeza absoluta de que é ela? Que vai dar bom, que já sente que vai ter química? Eu já previa tudo isso, mas o que não imaginava era que seria em uma proporção jamais sentida e vivida em toda a história do Solvit Sexus.

O contato demorou um pouco, mas, no fim da tarde, ela me responde e começamos as tratativas.

Ela me informou que atendia no AA37 e perguntei se poderia ser às 19h. Ela prontamente responde se poderia ser às 20h. E, claro, aceitei.

Sábado tranquilo, pagodinho no Amarelinho, e sigo com minha motocicleta rumo ao castelo das princesas. Chegando lá 20 minutos antes, vejo uma ruivinha linda saindo do 37 e comprando algo no Zezé.

Linda. Corpo bem delineado, baixinha, aquela namoradinha que eu desfilaria orgulhoso no shopping.

Pensei: “É ela. Só pode ser. Linda demais.”

Tomei coragem, saí da moto e fui falar com ela. Que nada! Enviei o famoso “Oi, cheguei”.

Ela olha o celular e sorri. E eu, mentalmente:

— "É ela... Obrigado, universo! É hoje!"

O Jogo da Sedução

Caminhei com passos controlados, tentando não demonstrar minha excitação em conhecê-la. Mas a mente já estava anos-luz à frente, tentando imaginar tudo o que viveríamos naquela noite.

Os poucos metros do estacionamento até o Zezé se tornaram uma avenida na minha mente.

Ela sorri, nos cumprimentamos, e eu pergunto:

— "Tem tempo para uma bebida?"

Ela diz que sim.

Ali, tomei a decisão de trocar uma hora por duas.

A conversa fluía, os olhares se cruzavam, o jogo da sedução já tinha começado. Quando deu 20h, ela pergunta:

— "Vamos subir?"

Respondi sem hesitar:

— "Vamos ficar um pouco mais. Já pode começar a contar, quero te conhecer melhor."

A conexão crescia a cada minuto, ultrapassando qualquer experiência anterior.

Fui ao balcão, paguei a conta, e decidimos subir. Ainda faltava uma hora e dez minutos.

Mas eis que Nanda Facefuck aparece.

Após alguns minutos conversando, nos despedimos de Nanda e faço uma proposta inusitada:

— "Você quer ir para outro lugar? Quer fazer um pernoite? Quero te conhecer e explorar cada pedacinho seu."

Ela sorri e diz que sim!

A Viagem Pelo Rio e o Destino Perfeito

Capacetes colocados, subimos na moto e demos uma volta pelo Rio até chegarmos ao Corinto. Ela disse que não conhecia o local.

Perfeito! Nada melhor do que uma nova aventura em um lugar inédito.

De frente para o motel, um McDonald's.

Ali, a conexão se confirmou de vez. Pedimos exatamente o mesmo lanche e bebida. O prenúncio de que aquela noite seria perfeita.

Levamos o lanche para a suíte Corinto.

Mal sabia eu que estava prestes a entrar em uma máquina do tempo.

A Máquina do Tempo

Ao cruzar a porta daquela suíte, algo mudou.

O ambiente era luxuoso, iluminado na medida certa, convidativo. Mas, acima de tudo, havia ali uma energia diferente.

E foi quando percebi: eu estava dentro de uma máquina do tempo.

Não uma máquina metálica, cheia de engrenagens e luzes piscantes. Mas uma máquina invisível, feita de desejo, entrega e conexão.

O tempo deixou de existir.

Cada beijo, cada toque, cada sussurro... Eu não era mais apenas o Solvit Sexus experiente, conhecedor do prazer e da sedução. Eu era o jovem Solvit, cheio de ímpeto, de fogo, de energia inesgotável.

Mas também carregava a malícia do homem que sou hoje.

O colchão virou a plataforma onde esse jogo do tempo se desenrolava.

O espelho refletia um homem que era jovem e maduro ao mesmo tempo.

A banheira virou um laboratório de novas experiências.

A máquina do tempo operava sem descanso.

Eu era jovem.

Eu era experiente.

Eu era desejo puro.


A Noite Sem Fim

Lanchamos frente a frente na mesa da suíte, e seguimos para o banho.

Ali, os beijos e amassos já eram um prenúncio do que estava por vir.

A banheira estava pronta, convidativa. E foi lá que ela me proporcionou um oral que posso batizar como "Boquete Isis Harrais".

Detalhes? Melhor deixar a imaginação de cada um trabalhar.

O que posso dizer é que foi algo inédito até para o Solvit Sexus.

E dali por diante, só paramos às 6h15 da manhã.

Ela gozou tantas vezes que perdi a conta.

E eu?

Rejuvenesci uns 20 anos.

Bati meu recorde de horas excitado.

Ela não deixou que o Solvit dormisse nem por um segundo.

Me senti como sempre sonhei: com a experiência e malícia de hoje, mas com a disposição e o desejo de quando tinha 20 anos.

Ela me beijava com uma entrega apaixonada.

E no auge do prazer, ela sussurrava ao meu ouvido:

— "Mete gostoso, amor."

— "Mete mais."

— "Vem, me beija mais com essa boca gostosa."

Cada palavra me libertava do tempo.

A suíte se transformou em uma máquina do tempo perfeita.

Eu via o passado e o presente se misturando, criando uma versão minha que jamais tinha existido antes.

Nenhuma mulher conseguiu tal feito antes.

Chupei aquela buceta por horas, vendo-a se contorcer. E quando achava que era hora de parar, ela me olhava e dizia:

— "Continua, amor, continua..."

O Fim da Viagem

E vocês devem estar se perguntando: por que eu sei exatamente a hora que tudo terminou?

Porque naquele momento exato, quando ela estava de bruços, agarrada ao lençol, e eu prestes a explodir em prazer, a rádio anunciou:

— "Bom dia! Um ótimo domingo, agora são 6h15."

Olhei para a janela.

O sol já despontava no horizonte.

A máquina do tempo havia completado seu ciclo.

Exaustos, cochilamos de conchinha por cerca de uma hora.

Carinhos, beijos, até o café da manhã chegar.

De volta ao AA37, deixei-a com um beijo e um sorriso de despedida.

Mas uma certeza já estava dentro de mim:

Eu voltarei.

E voltarei muitas e muitas vezes, para descobrir até onde essa máquina do tempo pode nos levar.