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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Pronto para mais uma noite inesquecível
Lá estava eu novamente, pronto para mais uma aventura. Redefinido. Corpo leve, alma entregue, pés de volta à realidade. Mas minha mente? Já navegava em fantasias, em busca de mais encontros gostosos e prazerosos.
Conheci a Mia numa segunda-feira à noite, por meio de uma colega em comum. A conexão foi imediata. Entramos todos no carro ali pela Álvaro Alvim — missão: buscar cerveja e cigarro para as meninas e um lanche para a Mia.
Um pulinho rápido na Lapa e logo estávamos todos no AA37, no apartamento da colega. A tensão estava no ar, e os carinhos começaram a surgir naturalmente. Beijos no pescoço e meus joguinhos eróticos já criavam um clima delicioso. Mas não passou disso. Ela tinha um atendimento agendado — e a vontade teve que ser adiada.
Nos despedimos, mas os olhares diziam: ainda não acabou.
O convite que acende tudo
No outro dia, trocamos mensagens e marcamos o reencontro para as 22h, no mesmo lugar: AA37.
Estacionei o carro, avisei minha chegada e ela, sem demora, respondeu:
“Pode subir, amor.”
E foi ali que tudo começou, de verdade.
A entrada triunfal de Mia Fiore
Quando a porta se abriu, fui recebido por uma visão digna de contos — mas com final bem mais excitante.
Mia Fiore.
Linda, morena, com um sorriso encantador e contagiante. Seus cabelos longos em trança, como uma verdadeira Rapunzel urbana. Os seios eram pequenos, proporcionais, firmes. Uma bundinha linda, redondinha, no estilo falsa magra. Mãos e pés delicados, e aquele olhar… sexy e profundamente atraente.
Ela usava um vestido verde colado ao corpo, e por baixo, uma calcinha vermelha que valorizava absurdamente sua pele morena. A cor do pecado, sem exageros.
Ela foi para um banho rápido e voltamos para o quarto. Ar-condicionado ligado. O clima? Puro fogo.
Nos beijamos como se não houvesse amanhã, como se fôssemos amantes que se reencontram após um longo exílio de desejo. A sintonia era absurda — parecia que nossos corpos estavam determinados a compensar tudo que não rolou na noite anterior.
Sentado à beira da cama, com ela levemente abaixada diante de mim, nossos beijos continuavam cada vez mais intensos. Ela se encaixou no meu colo, com delicadeza e provocação. Eu ainda de cueca, ela ainda de calcinha.
E então, perguntei com a voz carregada de intenção:
— "Você quer gozar de verdade?"
— "Sim, eu quero!" — ela respondeu na hora, e completou com um sorrisinho provocante:
— "Que confiança, hein? Quero ver!"
O jogo estava lançado.
Exploração, entrega e prazer em ondas
Meus beijos desceram pelo seu corpo quente, e fui explorando cada cantinho, com vontade e atenção. Até chegar na sua linda bucetinha — cheirosa, provocante, esperando por mim.
Comecei ali um trabalho minucioso, cheio de desejo. Cada chupada fazia ela sorrir, se contorcer, gozar… e seu néctar escorria devagar pela minha boca, como um presente divino.
Tiramos os brinquedinhos, e ali começou uma sequência de prazer total. Ela pedia mais, queria continuar… mas também queria, a todo custo, me chupar.
O jeito? Um delicioso 69 de ladinho.
Ela tentava engolir meu pau por completo, profunda, intensa. Enquanto isso, se contorcia com mais uma gozada em minha boca, completamente entregue.
Cavalgada selvagem e o tempo que parou
No ápice do prazer, ela rapidamente pega uma camisinha e coloca com habilidade. Sobe em mim e começa uma cavalgada que foi simplesmente alucinante. Entre beijos e olhares intensos, nossos corpos se fundiam em cada movimento.
Logo não deu mais pra segurar. Gozei envolto naquela cena deliciosa, nos sons, na pele, no suor. Estávamos completamente tomados pelo desejo.
Ficamos ali, colados, suados, exaustos e famintos de mais. O quarto já não era só mais uma cabine no AA37 — era o santuário onde dois corpos se devoraram como se fossem feitos um para o outro.
Não sabíamos mais a hora. O celular já havia tocado dezenas de músicas. Ao som de trap, embalados por uma playlist absurdamente sexy, eu contemplava aquele corpo incrível, abraçado ao meu.
Massagem, sorrisos e um pós tão bom quanto o durante
Ofereci uma massagem relaxante. Ela sorriu, com aquele olhar brilhante de quem acabou de gozar de verdade.
— “Claro que sim!” — disse, com um sorriso suave e completamente satisfeita.
Comecei a massagem com carinho, percorrendo seu corpo dos pés à cabeça. Cada toque era uma troca. Finalizei nos pés, com calma, dedicação. Ela olhou pra mim e disse:
— “Não esperava gozar tanto… estava precisando de uma noite assim!”
O olhar dela era de surpresa, gratidão… e curiosidade.
Como se perguntasse em silêncio: “Quem é você?”
Ficamos ali, conversando muito. Um papo bom, leve, cabeça. Troca sincera. Clima de namoro. Abraçados, felizes.
Fome de tudo: lanche e carícias finais
A fome bateu. Mas agora era de comida. Decidimos sair para comer alguma coisa. Fomos de McDonald’s. Lanche, sorvete e mais conversa boa.
Na volta, ainda rolou carinho no carro. Ela me dava sorvete na boca enquanto eu dirigia — um gesto simples, mas cheio de carinho, como se dissesse que aquela noite tinha sido mais do que sexo.
Foi uma daquelas experiências completas. Mais uma aventura memorável no modo Solvit Sexus de ser.
Repeteco mais do que certo!
Essa menina vai fazer muito sucesso por aqui. Podem anotar. Escutem o que eu estou dizendo.
Mia Fiore. A Rapunzel do prazer. Uma deusa com tranças longas e desejos intensos.
