13 de Abril de 2025 às 13:49
MANU LECLERC
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Manu Leclerc

Manu está impossível; ela namora firme. Além disso, eventualmente, fica com um dos seus três-quatro atuais admiradores, cada qual de etnia e/ou cidadania diferente. Ela tem suas preferências, mas gosta de todos (e quer todos). Além disso, continua no job de baixa rotatividade (em geral uns dois-três por semana). Vai ser fã de piroca assim lá em casa! Holmes se enquadra em uma categoria intermediária dela: algo entre cliente-job e confidente.

E lá foi ele novamente apanhá-la em casa. Como sempre, Manu vestia um longo, desta vez preto. Entra pela porta de trás do Uber fake, e assim que o veículo se afasta da faixa de Gaza, ela pula para o assento da frente. As novidades já começam a aparecer em quantidade absurda. Uma verdadeira cascata. Êta menina “novidadeira”! Holmes escuta, e dá suas opiniões “about”; em paralelo já vai conferindo a rigidez das pernocas da tentadora passageira sentada ao seu lado.

Chegando no local do encontro, pra variar, Manu, com pouquíssimos gestos, e quase que instantaneamente, se desfaz de tudo que a cobria e já vai se deitando de bruços na cama, expondo sem qualquer pudor sua bundinha mais do que perfeita e durinha. Danadinha, ela tem plena consciência do efeito perverso que isso gera no famoso detetive. Holmes decide então pegar pesado e empregar sua mais recente técnica para esquentar motores, método esse resultado de meses de pesquisa e recentemente já posto à prova: a fricção quântica, atualmente em sua versão beta - experimental. Aos curiosos, detalhes por MP; às curiosas, idem.

De início, sempre de dorso, Manu simplesmente ignorou o que se passava; não estava nem aí para os esforços de Holmes. Mas, com o passar do tempo, e alternância das regiões contempladas, ela começou a apresentar pequenas e sutis reações involuntárias: leves tremores e arrepios. Holmes avaliou que valia à pena persistir .... e acabou colhendo frutos: os reflexos se intensificaram. Bingo!

Dando continuidade, um pouco de KY de silicone no cofrinho permitiu que outra mão complementasse a fricção, se fixando no eixo cóccix – alta ppka. Transcorrido algum tempo nessa “dança”, Manu já começa a perder o controle de suas reações, gemendo e se contorcendo, na verdade, nitidamente, pedindo pau.

Holmes foi ao limite máximo de seu tesão, somente vestindo a Skin e montando nela quando se tornou impossível não mais fazê-lo, logo após Manu ter exclamado: “mete logo ... vou gozar rapidinho”.

Dito e feito. Foi pá-pum. Trepada de adolescente. Como das vezes anteriores, Manu goza discretamente, sem escândalos (sem o Zefiriano AAHHHHHH ....... VOU GOZAAAHH!!!). Holmes já estava à par de que ela dificilmente gozava mais de uma vez por encontro; Manu não esconde isso. Sua forte personalidade também não lhe permite encenações ou fingimento. Apesar disso Holmes, cabeçudo e insistente como todo inglês, sempre tenta um segundo round.

E lá foi ele outra vez. Após o intervalo usual para hidratação e fôlego, Holmes já recomeça a se esfregar em Manu, que, rapidamente se apossa do seu pau, punhetando em ritmo e pressão perfeita (ela adora isso). Logo estavam os dois experimentando dois clássicos da torcida do Flamengo: franguinho e D4, mas sem muita esperança de chegar aos finalmente (na verdade, a tentativa foi resultado de puro estoicismo).

O casal, enfim percebendo que aquela via a nada conduzia, leva a sério o desafio e parte para uma arma mortal que já dera certo em outros encontros seus: um 96 híbrido (traduzindo: um 69 lateral assimétrico – oral/punhetal de um lado e dedos nervosos do outro). No caso de Holmes essa fórmula tem se revelado infalível. E uma vez mais, o desfecho acontece, resultando em abundante derramamento de espermo-guerreiros kamikazes cujos restos mortais viriam a ser mais tarde descartados por Manu.

Investigações recentemente conduzidas por Holmes levam a fortes indícios de que Manu se ausentará de nós, no máximo dentro dos próximos dois meses.

Aos apreciadores de novinha doida por pica e bem liberal, fica a recomendação: Manu na veia!