27 de Abril de 2025 às 14:54
TAINá ÁVILA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Um dia chuvoso.
Céu pesado, asfalto brilhando como uma ferida aberta.
O Edifício Central me engoliu outra vez.
Segunda vez com essa garota.
E eu sabia — sabia — que ia sair diferente dali.

Ela é a criatura mais doce desse mundo diabólico.
Um sorriso de fada caída, um jeito que faz você querer jogar fora a armadura.
Mas basta olhar a tatuagem no corpo.
Ou a foto de contato no celular.
E dá pra ver: tem coisa ali que ferve.
Uma batalha interna.
Anjo contra Succubus.
E, naquele quarto, naquela tarde, eu fui campo de guerra.

O tempo?
Parou.
Desligou o cronômetro da vida.
Não era mais segunda, nem terça, nem século.
Só dois corpos conversando na linguagem mais velha do mundo.

A conversa doce.
Daquelas que parece que você já conhece a alma da outra pessoa há décadas.
Como se fosse só um reencontro em outra encarnação, sabe?

E o sexo...
Puta que pariu, o sexo.

Não foi só foder.
Foi caminhar entre o céu e o inferno e não saber qual dos dois era melhor.

Oral direto, sem frescura, sem cerimônia.
Dedicação rara de se encontrar.
Ela de quatro, o tempo se arrastando e eu agradecendo a cada segundo.
De bruços, de frente...
Um verdadeiro teste pras minhas juntas cansadas.

E gozei.
Com ela por cima, olhando nos olhos.
E depois gozei de novo.
Coisa rara pra mim.
Quase um milagre.
Ou uma maldição boa, não sei.

Depois me vesti.
Desci do céu.
Ou talvez tenha descido do círculo da luxúria, do inferno de Dante.
A chuva me batendo na cara, lavando o cheiro dela de mim.
Mas por dentro, ainda inteiro tomado.

Até a próxima batalha.