05 de Maio de 2025 às 18:26
RAIKA BITTENCOURT
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Raika Bittencourt

É raro ver tantas qualidades reunidas em uma só pessoa. Raika é uma mulher privilegiada, tanto pela estética, como pela maneira de ser. É um ponto fora da curva.

Sob o aspecto estético, difícil decidir por onde começar. Talvez a síntese seja: alta, corpo de paniquete (zero siliconada), rosto e cabelos dignos de uma belíssima indígena cunhã-poranga do Festival de Parintins. Ou talvez, de uma Juliana Paes mais jovem, mais alta e sem olheiras.

Raika alia à sua bela estética, um sorriso escandalosamente lindo, quase permanente e encantador. Por sua beleza e porte, pouco importa o que esteja vestindo, certamente deixa um rastro de admiradores(as) com boca aberta por onde passa.

O “Social” do GP Arena inclui fotos que atestam a perfeição de seu corpo; são super fiéis à modelo. Quanto ao seu belo rosto, o máximo que posso fazer é publicar abaixo fotos de mulheres amazonenses que recolhi via Google, as quais se assemelham parcialmente a Raika; poderiam muito bem ser suas irmãs.



La Bittencourt é muito educada, uma simpatia de pessoa. Super autêntica, não sabe fingir. No job, ela faz “cabelo, barba e bigode” – serviço completo e entrega absoluta. Seus beijos são doces e abundantes; sua boca é um convite ao pecado. Não é chegada a protagonizar papéis mais esdrúxulos, nem a brutalidades; seu negócio é SEXO natural, com qualidade, carinho, sem fingimentos. Se o companheiro fizer a lição de casa bem feita, ela goza fácil.

Raika tem uma vida civil densa, cheia de responsabilidades, o que restringe um pouco seus horários. Acaba fazendo poucos atendimentos, em sua maioria agendados com razoável antecedência. Acredito que deva ter alguns clientes com carteirinha de fidelidade (não pergunto essas coisas). Outros aspectos são: sua pontualidade mais do que britânica, e sua dedicação à arrumação e higiene. Raika frequenta academia (não é “bombada”) e mantem hábitos alimentares bem saudáveis. Não fuma e só bebe ocasionalmente. Em resumo: é difícil não se apaixonar por ela.

Esse foi o nosso quarto encontro; ele se deu no privê descrito no relato prévio, no Edifício Marques de Herval - Centro. Desta vez resolvi dedicar bastante tempo para que Raika viesse a alcançar um relaxamento bem profundo (que não havia ocorrido no nosso encontro anterior), preparando-a para uma sessão oral extensa, deixando-a assim em ponto de bala para o que viesse depois.

Assim que terminamos nossa conversa protocolar inicial, ela se deita transversalmente na cama, paralela ao espelho imenso que domina o quarto, e ali fica, de olhos fechado, imóvel como uma estátua, pedindo o que? Massagem, evidentemente. Ela já tinha se livrado por completo da lingerie vermelha bem sexy com a qual havia me recebido, parece que, comprada naquele mesmo dia. Dei um tempo antes de atender ao seu desejo, para poder curtir um pouco mais a visão hipnotizante que ela me proporcionava (e que vai ficar fixada para sempre na minha mente). Tão rapidamente quanto um raio que cai céu, a imagem dela deitada daquele jeito já me coloca em estado de tesão de bode, grau 5.


Indiferente ao apelo mudo que meu pau fazia por protagonismo, me enchi de fleugma e espalhei uma quantidade enorme de creme por todo seu corpo, deixando o pau reclamando sem parar. Em seguida iniciamos a sessão de “sensitive”, da pontinha dos pés à testa, em movimentos completamente aleatórios e ao máximo que possível bem superficiais, sempre evitando passar perto da faixa de Gaza; uns beijinhos de vez em quando para aferir a situação. Raika permanece o tempo todo imóvel, parecendo estar dormindo. A essa altura percebo que seu relaxamento já deve ter chegado ao ponto que eu desejara.

Aos poucos começo a transição para uma massagem menos superficial, agora sim, já passeando pelas regiões mais sensíveis de Raika. Suas reações são imediatas; os olhos já estão semiabertos, sua língua humedecendo seus lábios, e seu quadril começando a se mexer. Percebendo a mudança, me deito ao seu lado para tocá-la com minhas duas mãos, uma pela frente, outra por trás, agora com mais vigor. É a partir daí que vai se iniciar uma das sessões orais mais longas que eu já havia feito.

Explico. A ppka de Raika é uma das mais bonitas que já vi. Sua estética é perfeita. Seu clitóris é polpudinho, dá vontade de levar para casa e ficar chupando sem parar. Quem já comeu pitomba (frutinha nordestina) sabe do que estou falando: seu caroço é escorregadio e solta um delicioso caldinho por um tempão, o que incita a pessoa a fazê-lo passear de um lado para outro da boca por horas. Eu simplesmente não via mais o tempo passar. A essa altura, a produção de frutose ppkal é bem generosa, me lambuzando completamente a cara; Raika não para de gemer. Verdadeiro “coitus linguae per secula seculorum”, diria Grigori Rasputin, o monge devasso.

Em sequência, os dedinhos do “vem cá meu bem” se juntam à cena. Raika, a essa altura já está mexendo seu quadril em harmonia com os movimentos deles, quando, finalmente, goza (sem escândalos; discreta, mas profundamente). A faço provar do próprio mel; ela o faz, avidamente. Lambança generalizada. Raika, feliz por ter chegado lá; Holmes feliz por ter proporcionado isso a ela. Pausa para tudo (mas o pau continua reclamando protagonismo).

Finalmente chega a hora dele. Visto a Skin na criança e começo a esfrega-lo na perolazinha. Raika gosta, mas exige mais do que uma simples esfregadela; eu também. Emendamos então um franguinho, e dele não saímos por uma eternidade. Não dava vontade de parar por uma simples razão: todas as vezes que o clímax se aproximava a coisa esquentava mais ainda por conta das poderosas contrações que Raika tem nessa circunstância. E isso potencializava o prazer de ambos.

O pompoarismo de Raika é tão poderoso, que eu já havia, no nosso relato anterior, proposto o título de “O Caso dos Três Plofts”, por conta do barulhinho que fazia (ploft) quando, naquela vez, o pobre “meia bomba” era literalmente ejetado, por três vezes seguidas, no mesmo encontro. Na época, levamos na esportiva e rimos muito. Para a felicidade e êxtase de Holmes aquele evento não mais se repetiu. Ufa!!!

As duas horas que havíamos agendado se revelaram insuficientes para abrigar tantas experiências prazerosas como as que tive a oportunidade de provar nesta tarde. Fiquei com gostinho de “quero mais”. Quem sabe no próximo encontro estendemos um pouquinho.

Minha carteirinha de fidelidade já foi impressa; agora é só acumular milhagem e ir para o abraço.