BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Mais uma noite na Secretos... E lá estava eu, Solvit Sexus, em modo lobo solitário, mas com cada canto da casa já tatuado na memória. A sexta-feira prometia, com seus sorteios de combos e de ppk. Não bebo, mas estava na torcida por um vale buceta — porque meu foco sempre foi outro: o prazer em sua forma mais pura.
Passei a vista pelo salão, explorando cada investida, cada olhar, cada gesto... mas ninguém ali havia me tocado de verdade. Eu buscava mais do que carne: procurava aquele olhar que hipnotiza, a dança que provoca arrepios, o corpo que conversa com o meu antes mesmo do toque. Queria sedução real, entrega verdadeira, sensualidade natural. Um desafio à altura das minhas histórias.
Foi então que ela surgiu.
Primeiro, a companhia da noite era Dani — nossa cumplicidade regada a suco para mim e cerveja para ela, piadas e safadezas veladas. Até que o palco se acende e, entre luzes e sombras, ela aparece. Morena, atraente, passos marcados como se cada movimento fosse pensado para conduzir alguém ao êxtase. E esse alguém... era eu.
Ela dançava como quem seduz o universo. Ao som de Lose Control, seus quadris desenhavam pecados, seus cabelos balançavam como chicotes de desejo. Aquele não era um show. Era um ritual. Um feitiço. Uma convocação.
Dani percebeu: meus olhos não conseguiam fugir. Meu corpo inteiro reagia. A deusa da sensualidade estava ali, no palco, e dançava para mim.
No final da performance, ela me lança um olhar. Um só. E tudo se cala. Um olhar que me despiu por dentro. Logo depois, ela desaparece pelo salão.
"Quem é essa?", pergunto à Dani, muito admirado. “Que mulher! Esse foi o verdadeiro show da noite... O primeiro foi só o aquecimento para a deusa tomar seu trono no Olimpo.” Dani apenas sorri e concorda, como quem reconhece uma força superior.
Dani some por instantes e volta com ela. A deusa. Cris.
Ela caminha em minha direção com a mesma firmeza com que dominou o palco. Eu, sentado ao lado do polydance, fico paralisado. E então... o beijo. Um beijo que me desmonta, que sela um pacto de prazer.
Palavras quentes surgem entre toques: “Que tal mostrar toda essa sensualidade lá em cima?” — sussurro ao seu ouvido. “Quer gozar gostoso hoje?”
Ela sorri, desafiante, com aquele olhar de “duvido”. E ali começou o jogo. Um duelo de seduções.
Dei meu braço, e cruzamos o salão como se dançássemos uma valsa do prazer. Chegamos à suíte. A mochila Solvit Sexus se abre como um baú de tesouros: brinquedinhos novinhos, uma máscara sensual com acabamento refinado... Ela me pergunta se apagamos a luz.
"Não, meu amor. Você será vendada. O prazer é melhor quando a alma vê mais do que os olhos."
Vendo-a vendada, coloco sua calcinha de lado e mergulho em seu sabor. Minha língua dança em seu corpo como ela dançou no palco — só que agora era eu que regia o ritmo. Beijos quentes, respiração acelerada, gemidos doces. Ela estava entregue, completamente. E eu... viciado em cada reação dela.
Brinquedinhos se unem à nossa dança. Um vibrando em sua ppk, outro explorando seu cuzinho com precisão. Ela goza de novo e de novo... e de novo. Mil vezes. Cada gemido era uma nova forma de música. Ainda vendada, leva a mão até meu pau, e inicia uma punheta ritmada, no compasso exato do meu prazer.
Trocamos de posição, um 69 de ladinho, sua boca me procurando com a fome de quem deseja o mais luxuoso dos banquetes. Tiro a venda. Nossos olhos se reencontram no auge do tesão. Vibrador numa mão, meu pau guiado pela outra. Estávamos prestes a explodir.
O ápice foi divino.
A batida na porta nos chama de volta à realidade: “Cris, acabou seu tempo!”
“Porra, não é possível!”, ela responde. “Acabou nada! O tempo voou!” — e seus olhos, ainda brilhando, diziam tudo.
Tomamos banho juntos. Descemos para o salão. Eu, pernas bambas. Ela, sustentando meu corpo como quem sabe que venceu — e me venceu com gosto.
Cris é um furacão disfarçado de mulher. Inteligente, ambiciosa, audaciosa. Uma vencedora nata. E ainda por cima... doce, sexy, encantadora. A deusa em carne viva.
Ficamos juntos no salão, entre carinhos e segredos ao pé do ouvido. Uma amiga se aproxima, curiosa: “E aí, como foi?”
Cris sorri, aquele sorriso que não se compra nem se finge, e responde:
“Ele é maravilhoso! Estou tão relaxada... Já pensou se todos os clientes fossem assim? Sonho!”
Ali, fui ao céu. Porque o verdadeiro triunfo não é gozar. É fazer gozar. E saber que aquilo foi mútuo, intenso, inesquecível. Solvit Sexus cumpriu mais uma missão.
Em breve, ela parte para uma viagem internacional, para refinar sua dança. Mas sua entrega, sua sensualidade... isso já nasceu com ela. Cris, a deusa que desceu do Olimpo para dançar o prazer em minha vida.
E eu? Fiquei marcado. Eterno devoto da deusa da dança... e do prazer.
