13 de Maio de 2025 às 17:20
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

INTRODUÇÃO

Esse TD vai ser algo especial para uma garota que eu tenho um carinho muito especial. Vai ser uma legítima declaração de tudo que essa mulher me faz sentir!

Confesso que venho de um bloqueio criativo e não posto nenhum TD desde fevereiro, sendo que já andei me aventurando aqui e alí... o passivo é grande... mas acho que à partir deste relato, minha inspiração vai voltar! Pois Anna Trinity sempre foi e sempre será a minha musa! É assim que a chamo carinhosamente: musa.

Eu e Trinity já nos encontramos diversas vezes... mas só tenho um único TD registrado dela... e mesmo assim, foi de uma dupla com Fernanda Parisi https://gparena.net/td-show.php?t=11565 (meu primeiro ménage, uma experiência que guardo na memória com muito carinho como um dos dias mais felizes da minha vida!). Será uma reparação histórica pra mim exaltar todas as qualidades dessa linda mulher em um TD solo!

A experiência que vou contar neste relato não foi o primeiro nem o último encontro que tive com Anna Trinity, mas a mais fantástica, onírica e maravilhosa de todas! Todos os meus encontros com ela foram incríveis, pois nossa conexão é algo sobrenatural! Inclusive, voltarei nesse ponto para explicar o porquê... até mesmo quando um pequeno incidente de percurso ocorreu – estava tão entusiasmado comendo aquele cuzinho que acabei esgarçando o freio do prepúcio e, não fosse a camisinha, teríamos um banho de sangue! –, ainda assim, guardo boas memórias da situação... pois com a aura segura e tranquilizante Anna Trinity a situação se tornou leve e superada sem traumas.


O ENCONTRO


Agora voltemos a falar desse encontro maravilhoso. Ele ocorreu já faz alguns meses. Na época, Anna estava com problemas técnicos em seu local (ar-condicionado quebrado), então resolvi levá-la na tarde de uma quarta-feira qualquer para o Motel Love Time. Não queria olhar pro relógio e ela sabia disso. Decisão acertada. Tudo que precisávamos era de vinho e preservativos. Passei de carro ali no Centro e lhe dei uma carona até o motel. Na esquina, já avisto aquela mulher estonteante me aguardando... óculos escuros e cabelos ao vento, vestida com a elegância e simplicidade da combinação de calça jeans, top preto e um belo blazer amarelo. Ela entra no carro e já me tasca um beijo doce como mel de uruçu – salve Alceu!

Viagem rápida e papo agradável. Com Anna Trinity, a resenha sempre flui. Pessoas inteligentes são assim: você pode conversar de qualquer coisa, pois elas sabem de tudo um pouco. E quando não sabem, logo se interessam a aprender um pouquinho.

Chegando no motel, tomamos banho juntos com muitos beijos molhados e mãos bobas. Quando a água do chuveiro fica a ponto de entrar em ebulição devido a nossos corpos quentes, optamos por continuar a brincadeira na cama. Uma coisa que me chama atenção na minha musa é como ela fica linda enrolada em uma simples toalha branca! Quem tiver a oportunidade, repare... sua cintura fina, quadris largos combinados com aquela raba enorme e perfeita... e também seus seios pequenos e empinadinhos... tudo em seu corpo parece ter as medidas perfeitas para que um retângulo de tecido se emoldure perfeitamente! Minha mente vagueia pensando nessa mulher saindo comigo pra dançar na noite em um vestido tubinho preto e coladinho! Vou além... imagino eu e ela, voltando dessa noite de Uber quando, ela discretamente abre sua bolsa e me mostra a sua calcinha lá dentro. Que sonho!


imagina esse corpo enrolado numa toalha olhando fixamente pta você...

Anna Trinity senta-se na beira da cama e me entrega um grande frasco de creme hidratante. “Pode passar em mim?” – ela pergunta com um olhar casual e sedutor. É CLARO QUE SIM! Eu massageio cada minúscula parte despida de seu corpo enquanto ela se insinua em movimentos viperinos com o quadril. É claro que me demoro esfregando aquela linda barriga e principalmente o seu bumbum hipnotizante.

Após esse momento relaxante para minha musa, ela me deita na cama para que agora eu possa relaxar com uma das especialidades da casa: o sexo oral. Trinity faz sexo com sua boca como pouquíssimas e tem a habilidade de me fazer gozar quando ela bem entender! Minha musa realiza o fellatio na pressão certa, sem machucar. Alterna caricias com a língua e com as mãos por todo o seu pau, pelas bolas até o períneo. Tudo do jeitinho que eu gosto. Sabe exatamente qual o momento de acelerar o ato até o orgasmo. Enfim, um boquete que une técnica e sentimento.

Pois é, mal o encontro havia factualmente começado e já havia atingido o orgasmo. Poderia ser um problema... mas a verdade é não me preocupei nem um pouco. Como já disse, havia me encontrado com Anna Trinity algumas vezes e estava ciente que se há uma mulher capaz de me levar ao orgasmo mais de uma vez em curtos espaços de tempo, esta era a mulher!

E assim, com toda a tranquilidade do mundo, segui para um dos meus momentos favoritos em uma transa: chupar uma xana! Meu ritual começa sempre pelo beijo na boca... passo pelo pescoço, subo até as orelhas para mordiscar e respirar fundo em seus ouvidos. Sinto minha musa toda arrepiada... desço para aqueles lindos seios... mais suspiros. Passeio com língua em seu umbigo, chupo a lateral da sua barriga até chegar naquela linda boceta peladinha. Ali é onde eu me acabo!

Diga-se de passagem, que, se já ouvi sinceros elogios de diversas gps pela minha chupada, grande é o mérito de Anna Trinity, a quem considero minha mais importante professora! Nunca vou me esquecer as palavras de Fernanda Parisi: “A Anna chupa uma boceta como estivesse beijando na boca.” E essa, confrades, foi só a aula teórica. Já no meu segundo encontro solo com Trinity, pedi que eu a deixasse chupa-la até gozar. Aí sim, tive aula prática... ela foi sussurrando pra mim exatamente como ela gostava... ouvi diversas vezes uma certa palavra em um ar professoral: “devagar... devagar... devagar...”, pressionava ou empurrava levemente a minha cabeça contra as suas pernas... e com muita paciência, aprendi lições valiosas sobre cadência, variação de movimentos, exploração, uso da boca e da língua... naquele dia, fiquei um bom tempo ali... mas valeu a pena! Até porque a forma como a alma da Trinity parece estar saindo do corpo na hora do seu orgasmo, é deliciosamente satisfatória.

Mais uma vez, levei minha musa ao orgasmo com a boca. Mas dessa vez, em um tempo razoavelmente mais curto por já saber exatamente como ela gosta. Mas o barato que é assistir seu corpo todinho se contorcendo na minha boca... esse barato continua o mesmo! Depois disso, deitamo-nos de conchinha, onde fiquei só sentindo aquele corpo lindo ter mais alguns espasmos orgásticos da minha musa desfalecida.

É claro que uma conchinha dessas foi me dando literalmente um tesão do caralho. E o meu pau foi crescendo no meio das pernas da Anna em direção a uma deliciosa sarrada. Antes de fazermos besteira, encapei rapidamente o dito-cujo. Ficamos nessa posição gostosa sentindo os nossos corpos se arrepiarem... a gata, foi calmamente direcionando meu pau até a entradinha do seu cuzinho... e assim ficamos um longo tempo sentindo o meu pau escorregar bem devagarinho, milímetro a milímetro. Nesse momento, nosso tesão já estava a mil! Trinity se tocava com uma das mãos enquanto a outra pressionava a minha mão contra seu seio...

Curiosamente, foi exatamente assim – nessa posição e nesse estado de tesão – que acabei promovendo aquele ferimento no prepúcio do meu pau! O tesão que senti naquele dia, interrompido de maneira tão traumática, tinha voltado exatamente ao mesmo ponto! E como era intenso! Acumulado! Pendente! Mas dessa vez, ia ser com mais jeitinho e lubrificação... e com a empolgação mais controlada. Deu tudo certo! Passei a bombar gostoso naquele cuzinho... sem desengatar um do outro, fomos mudando com jeitinho até Anna Trinity se posicionar de quatro! Marretei a raba da minha musa enquanto ela se masturbava com a mão enquanto mantinha a cara no travesseiro, toda empadinha! Que loucura! Gritos e gemidos poderosos, tanto dela quanto meus preencheram o quarto! E assim seguimos na máxima intensidade até desfalecermos! Ela em um lindíssimo orgasmo. Eu, de exaustão...

Pausa. Vinho e resenha. Fomos recuperando as forças. Anna não ia deixar eu ir embora sem eu gozar de novo. Ainda com a taça na mão, com a outra, a gata foi acariciando meu pau até que ele mostrar sinais de vida. Mais uma vez, Trinity cai de boca no meu pau, deixando-o totalmente enrijecido. Dessa vez, a gata usa uma divertida técnica de colocar o preservativo com a própria boca e parte para uma deliciosa cavalgada. A gata se posiciona de cócoras e começa aquela quicada poderosa! Se não tivesse gozado há um pouco mais de uma hora atrás, não aguentaria três quiques desse, se quer... mas senti que a segunda gozada já estava a caminho... sem tirar, Anna realiza mais uma de suas manobras magistrais e se posiciona para cavalgar de costas... Ah... essa visão... aquela nuca se revelando por trás daqueles cabelos curtos, os lindos ombros, as costas, a cinturinha e raba! Deuses! O bumbum de Anna Trinity é um monumento! Aqueles movimentos sinuosos e cadenciados! Estava extasiado. Mas o gozo não vinha. Depois de um bom tempo apreciando aquele verdadeiro show. Sinto que é chegada a hora de finalizar pela segunda vez... E eu já sabia qual era a posição perfeita.

Peço para a Anna posicionar-se deitada de bruços. E venho por cima. Primeiro ajoelhado, até encaixar meu pau certinho naquela pepeka. E deito-me sobre ela. Depois de cadenciar, acelerar e contrair meu corpo todo para sentir meu pau ao máximo lá no fundo, gozo gemendo baixinho, de mãos dadas as delas e sentindo a deliciosa fragrância de seus cabelos!

Matamos a garrafa de vinho conversando um pouco mais. Levo a gata até a Cinelândia e me despeço com um beijo apaixonado! Que tarde mais linda!


A CONEXÃO

Preciso falar mais um pouco da conexão especial que sinto quando eu estou com Anna Trinity! Que mulher... Para isso, gostaria de mencionar algo que rolou no nosso primeiro encontro...

No primeiro semestre de 2024, eu estava recém-operado do joelho (menisco), andando de muletas. Marquei um encontro com Anna Trinity pela primeira vez desse jeito capenga mesmo! E ela foi extremamente atenciosa comigo. Variamos dentre as poucas posições que me eram possíveis naquele momento... me fez gozar em uma sentada inesquecível e com um sexo oral poderosíssimo (desde a primeira vez: duas gozadas em menos de duas horas!). Em certo momento, quando trocávamos carícias entre um momento quente e outro, Anna gentilmente acariciou as cicatrizes do meu joelho “São da cirurgia?” E ao responder que sim, ela agachou a cabeça e as beijou. Achei a cena um ato de carinho lindo. Me fez tão bem... como se fosse aquele beijo de mãe no machucado quando se é criança e acreditamos genuinamente que esse beijo tem propriedades mágicas.

Depois chegando em casa, mandei mensagem pra Anna... dizendo o quanto tinha significado pra mim aquele beijo. “Foi de coração.” – ela me respondeu. Daí, disse que iria guardar aquele momento só pra mim e não o iria nem postar num TD. Bem... cá estou me desdizendo. Acho que a Trinity me perdoa...

Esse é só um pequeno exemplo (bobo, até) do quando Anna Trinity tem uma empatia, uma percepção do outro, um sexto sentido que é até difícil de escrever sobre! Da primeira vez que eu tentei escrever esse TD sobre Anna, eu perdi o rascunho em um HD queimado. Eu havia começado discorrendo sobre como cada mulher se destaca por um (ou mais de um) dos nossos 5 sentidos durante o sexo. Há mulheres que são puro tato, aquela coisa de pele, o toque, o tapa... Outras são mais da visão (a forma como ela olha pra você e parece que ela enxerga sua alma. Também tem aquelas que conquistam pelo paladar/olfato de tão cheirosas e/ou saborosas que são, seja através do perfume de um simples shampoo, seja pelo próprio gostinho natural dos fluidos que elas emanam e que as vezes impregnam na minha barba! Adoro! E tem aquelas que conquistam pela audição: aquelas que gemem gostoso (alto ou baixinho... não importa!) ou então falam e até gritam safadezas enquanto você soca a pica! Admiro todas, cada um ao seu estilo!

Mas tem aquelas que parecem ter esse sexto sentido! E nos conquistam por aquilo que não dá pra descrever só pelos cinco sentidos... E Anna Trinity é uma delas!