16 de Maio de 2025 às 23:00
BEIJO

SIM - NãO GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$50.00

REPETECO

TALVEZ

Saí com a Moranguinho recentemente ao ver seu anúncio marcado como disponível naquele momento. Entrei em contato e tirei as dúvidas, me encaminhando diretamente ao seu local. Ela atende na Coronel Gomes Machado 50, um prédio discreto na rua. Você toca o interfone e fala com quem agendou e alguém te libera. Ao abrir o portão, você dá de cara com uma comprida escadaria e a garota de recepciona ao fim dela.

A Moranguinho é uma baixinha (chuto algo como 1,55m) branquinha, bem fiel às fotos. Eu a achei bonita, estava maquiada e aparenta estar na faixa de idade dos 20 e tantos anos. Estava de lingerie preta e uma camisola. O local é um baita abatedouro com um corredor comprido e cabines nos dois lados. Ela me encaminhou até a sala da cabeceira, no final do corredor, que é estreita, mas tem algum espaço. Tem um ventilador de torre e dois pequenos puffs onde você consegue colocar suas coisas e roupas. As janelas estavam abertas e ventava, empurrando as cortinas com força. Ela pede o pagamento adiantado (R$100, sem anal), que faço por Pix rapidamente.

Depois disso, sento na cama e vou me despedindo, enquanto isso ela ataca, tira o top e me mostra os seios que são médios e proporcionais. Eu os chupo enquanto tiro meus calçados e quando me levanto pra tirar a calça, ela tira o resto da sua roupa rebolando sobre a cama, sua bunda na altura do meu rosto. Já avanço pra beijá-la também (e aí fica um adendo importante, estava com um super gosto de cigarro). Quando fico totalmente despido, ela cai de quatro sobre a cama e se põe a mamar meu pau agilmente, sem as mãos. Boquete gostoso naquele momento, com boca quente, mas sem muita pressão. Engole bem a pica. Aproveito um pouco e pergunto se ela gosta de ser chupada. Ela diz que adora e se deita de pernas abertas. Faço o que estava sendo instigado a fazer e caio de boca. Ela parece curtir um pouquinho, acariciando seus seios enquanto a chupo, mas logo depois pede pra que eu a coma.

Eu me deito e ela pega o preservativo pra me encapar. Infelizmente é uma camisinha de posto de saúde que eu não uso há anos e continua sendo uma coisa deprimente. Ela entra esganando meu pau e totalmente seca. Depois de uma certa dificuldade pra encaixar o plástico no garoto, ela se coloca de quatro a meu pedido e guia o pau até o seu alvo. Tentamos penetrar por um tempo, mas como eu havia imaginado, a camisinha incrivelmente seca não permitia. Também não sei se ela estava muito lubrificada, uma vez que eu não sei se curtiu a chupada (mas aparentemente ela achou que estava). Ela pega o lubrificante espalha generosamente sobre o meu pau e a buceta dela. A partir desse ponto eu entro com facilidade e bombo nela de quatro. Ela ensaia usar um dedo pra acariciar o clitóris pra curtir junto, mas em algum momento desiste por algum motivo. Continuo socando nela, alternando entre segurar na sua cintura, bunda e braços também, que ela estica para trás, oferecendo para segurar e/ou prendê-la com as minhas mãos.

Infelizmente, seja pela camisinha ruim ou pelo rio de lubrificante utilizados, já havia percebido que não gozaria nunca naquela posição. Peço para que ela fique de ladinho. Ela obedece, mas a partir daquele momento eu vou perdendo a ereção. Ela nota e oferece um 69, que aceito. O pau endurece mais uma vez, mas começo a ficar distraído. Quando havia chegado, conseguia ouvir duas pessoas engajadas em “atos libidinosos” em algum lugar – mas, naquela hora, o barulho havia se multiplicado; ninguém mais transava, mas pelo menos 2 ou 3 conversas paralelas estavam rolando e eu ouvia todo mundo claramente, como se estivessem no quarto comigo. Ela se coloca de lado, passa mais um bocado de lubrificante, e eu empurro, mas o pau rapidamente fica meia bomba. Tento recuperar de alguma forma, mudando a posição aos poucos, acariciando seu clitóris, mas nada ajuda. Saio dela, tiro a camisinha, peço para chupar. Ela chupa um pouquinho e depois punheta sem muita pressão de modo que eu mesmo assumo o controle do “câmbio”. Sinto minha virilha banhada de lubrificante e agora, além do bate papo animado ao lado, ainda noto uma algazarra na rua de frente ao prédio em que estava. Até a divisória do quarto rangia e gemia insistentemente como se quisesse atacar meus nervos. Pronto, não consegui me concentrar até o fim do programa. Com muito custo, gozo enquanto tocava uma e ela me acariciava no corpo e no saco.

Ela me oferece um lenço umedecido para me limpar. Enquanto vou me vestindo explico que não estava conseguindo me concentrar pelo barulho todo em volta e ela diz que entende e que é barulhento mesmo. Me despeço dela que abre o portão pra mim e vou-me embora.

A menina se esforçou pra agradar, sobretudo no início, mas ao longo do programa acho que não rolou o envolvimento necessário para que pudesse de fato me concentrar na foda em si. Não conheci as instalações todas porque não me ofereceu banho, mas também não precisava. Mas a acústica do local e sei lá quantas meninas batendo papo alto no espaço, não favorecem uma experiência muito digna. Ela disse que atende fora também com a adição de R$50,00 além do custeio do moto-uber, mas não sei se vale a pena pra mim. Talvez num ambiente mais propício eu tivesse a resposta. No local, com certeza não.