19 de Maio de 2025 às 21:31
EVA SANCHEZ
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

A Eva é hors concours no fórum e não é à toa. Esse é mais um relato num mar de inúmeros outras, mas definitivamente não me senti como mais um cara. Se você espera algo além do consenso super positivo, como diria o filósofo Rogerinho do Ingá: achou errado, otário.

Alcancei a Eva logo pela manhã cedinho e marcamos para algumas horas depois, sendo, acredito, seu primeiro cliente do dia. Como confessei logo na chegada, estava de olho nela há tempos, o que faltava era a oportunidade. Com a promoção de duas horas as desculpas simplesmente minguaram e me pus em direção a seu local. Chegando lá, sou atendido pela mesma sorridente, uma mulherão presa a um corpinho mignon sensacional, tudo cuidadosamente mal coberto por uma lingerie vermelha que claramente não liga pros seus sentimentos. Em 2 minutos em que trocamos nossas primeiras palavras, nos conhecemos e, claro, nos pegamos um pouquinho. Fui incapaz de encontrar qualquer imperfeição naquela moça. Achei curiosíssimo como ela é macia e durinha ao mesmo tempo. Havia vindo de casa, mas como andei um bocado até lá, pedi pra jogar uma água no corpo.

Retornando do banho, voltamos a nos pegar enquanto conversávamos. Foi bem gostoso trocar uma ideia enquanto lutava com a vontade monstra de explorar cada centímetro dela. Beijo seu corpo e paro malandramente entre suas pernas. Lambo e beijo seu grelinho e bucetinha. Uma delícia, tão cheirosa quanto o resto do seu corpo. Ela me guia com as mãos na cabeça e me deixo levar por uma mulher que conhece seu corpo. Não demora muito e ela anuncia o gozo enquanto eu observo por baixo e a chupo diligentemente. Me olha toda feliz e pede para que eu deite, é a vez dela. Se coloca sobre uma perna e cai de boca no meu pau. Chupa sem as mãos, com profundidade. Tem uma boca macia, que abocanha firme e com pressão cirúrgica. Me vi a sua mercê, pronto para ser torturado. Aliás, acho que a tortura teria durado a manhã toda se deixasse. Eu poderia ter gozado ali com muita facilidade, mas seria um pecado não nos deliciarmos com todo seu corpinho.

Peço arrego (e uma camisinha). Ela pega o equipamento ao lado e encapa o menino com destreza. Volta a subir sobre mim e eu sinto um encaixe perfeito. Ela senta e se esfrega com verve e me beija sem dar trégua, beijos tão gostosos quanto antes, mas notavelmente mais desesperados e famintos. Seguro até onde é humanamente possível para curtirmos a foda, mas em dado momento me entrego à inevitável conclusão. Gozo enquanto ela senta, mas como o pau se recusa a entregar os pontos e segue duro mais um tempinho, ela continua a sentar e eu teimo em sustenta-la na tarefa com as mãos na sua cintura. Por fim, ele e eu entregamos os pontos e ela se levanta (sempre sorridente), se limpa, me limpa e me oferece um lencinho umedecido para que eu dê os toques finais.

Batemos mais um longo e agradável papo até a vontade – ou melhor, a capacidade – retornar. Ela avisa que talvez consiga gozar de novo, mas dessa vez com a penetração. Mais uma vez, ela me chupa com total entrega. Deitado, seguro seus cabelos e cabeça e dito o ritmo, que ela segue sem problemas. Ela novamente encapa o guerreiro, dessa vez peço para fazer um pouco do trabalho. Ela se posiciona de quatro em cima da cama, me oferecendo uma visão fantástica de você sabe bem o quê. Me deleito por um tempo e peço para que ela se vire e façamos um papai e mamãe. Naquela posição, alternando entre segurar suas pernas e deitar-me sobre ela, encontramos a posição propícia para gozar. Mais uma vez ela anuncia que seu gozo chega e ele vem galopante.

Finalmente o meu tempo chega ao final. Me visto com calma enquanto converso com a Eva. Eu realmente não tenho queixas para a menina, exceto, talvez, estar um pouquinho longe da minha casa. Que pecado, penso. Na saída, roubo uma balinha e mais um beijo e me despeço com um até logo.