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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Tudo começou como numa cena clássica de American Pie: uma postagem aleatória no Arena Social, como quem joga os dados do destino sem imaginar o quanto aquela jogada vai mudar a noite, assim foi a postagemda DéboraLimma. A recomendação veio certeira da sempre confiável Isis Harrais — nossa versão brasileira da Michelle Flaherty: aquela que parece discreta, mas que na hora H é a mais safada e experiente de todas.
Ela me indicou Débora Limma, uma paulista irresistível.
Pela manhã o papo no WhatsApp foi rápido, direto e educado, como num roteiro bem escrito: ela explicou que podia atender fora, mas também tinha um apartamento exclusivo no AA37 — o ap da gata, igual ao ap super descolado da Nadia, onde Jim, Kevin, Finch e Oz arquitetavam entrar e aprontar mais uma de suas aventuras sexuais.
Antes de mais nada, fiz a pergunta de sempre:
— Gosta de chocolate?
Ela respondeu com entusiasmo, já jogando charme:
— Amooo chocolate ao leite!
Ali percebi: não seria uma noite comum, mas sim mais um capítulo quente, selvagem e memorável do meu American Pie da vida real.
Pouco mais de uma hora para nosso encontro, ela manda:
— Onde você está? Está tudo certo?
Eu respondo que sim e iria chegar no horário combinado.
Aquela sensação inconfundível: como quando Jim descobre que Nadia está esperando nua no quarto. Ansiedade, tesão, e uma vontade absurda de viver aquilo sem censura.
Fui de carro, deixando a moto de lado para descansar a motoca. Cheguei com dez minutos de antecedência e mandei aquela selfie clássica: "tô chegando".
Ela responde
- okay, amor pode subir! Apartamento xxxx.
Subi, respirei fundo… toquei a campainha…
E então: ela abriu a porta usando um top branco e uma calcinha azul, me puxando direto para um beijo quente, molhado, daqueles que já anunciam que não tem volta.
Ali estava: minha Nadia brasileira.
Débora Limma — 1,60 m, corpo definido, cabelos negros, boca carnuda, pés 35… e, como cereja do bolo, a tatuagem do coelhinho da Playboy cravada na bunda, marcando seu território como quem diz: “sou uma lenda viva do prazer”.
Registrei algumas fotos, eternizando o momento como quem guarda um pôster clássico dos anos 90.
Depois do banho, voltei para a cama e encontrei a cena perfeita: Débora deitada, sorrindo, me olhando de cima a baixo, pronta para ser surpreendida.
Sentei na beira da cama, mantendo meu ar de Solvit Sexus:
— Tá preparada para o modo Solvit Sexus?
Ela não pensou duas vezes:
— Sim, amor!
Abri minha clássica mochila preta — meu arsenal, meu “kit Stifler” particular, com vendas, vibradores e acessórios.
Ela arregalou os olhos, rindo:
— Você realmente vem preparado, hein!
Deitou-se com aquele olhar safado, se entregando ao meu comando.
Começamos com beijos quentes, molhados, insaciáveis. Me aproximei do ouvido dela e sussurrei:
— Quero te deixar fora de controle…
Ela riu, provocante:
— Me deixa!
Vendei seus olhos, amplificando todos os sentidos.
Beijei seu corpo todo, descendo lentamente, sentindo seus arrepios, ouvindo seus gemidos cada vez mais altos. Ela se contorcia, trancava as pernas, puxava meu cabelo com força.
Enquanto eu a chupava com intensidade, ela gemia, segurava o lençol e me puxava, querendo mais.
Coloquei sua mão no meu pau, e ela imediatamente começou a me masturbar e chupar ao mesmo tempo, enquanto, com a outra mão, segurava o vibrador, se estimulando sem pudor.
Ela ainda deitada e entregue, se masturbando e me masturbando ao mesmo tempo, até que, com voz rouca e carregada de tesão, pediu:
— Me come! Mete gostoso, quero muito!
Ela mesma pegou a camisinha, mostrando domínio da cena, e me colocou dentro dela com força.
Montou sobre mim, cavalgando com intensidade, como uma amazona indomável. Depois virou de quatro, segurando firme no colchão, me implorando:
— Me domina! Me segura! Me possua!
E eu obedeci, dominando cada centímetro do seu corpo, segurando sua cintura com firmeza, metendo forte até ela gozar — uma, duas, três vezes…
Ofegante, ela perguntou:
— Gozou, amor?
Respondi com um sorriso safado:
— Ainda não…
Continuei metendo com força, sem parar, até finalmente gozarmos juntos, com intensidade, segurando sua cintura, enquanto ela se rebolava, querendo sempre mais.
Pausa.
Deitamos na cama, respirando fundo, com aquele olhar cúmplice típico de quem sabe que acabou de protagonizar uma cena digna de "American Pie: O Casamento"— intensa, descontrolada e inesquecível.
Olhei pra ela:
— Tá viva?
Ela, sorrindo, respondeu:
— Nossa… bom demais, muito gostoso… deu pra cansar, hein!
E eu, com aquele olhar perdido e satisfeito do Jim, pensei:
— Isso realmente aconteceu?
Mas a noite ainda não tinha acabado…
Comecei uma massagem caprichada, espalhando óleo pelo corpo dela, vendando-a novamente e brincando com os brinquedos, provocando ainda mais seus sentidos.
Ela se contorcia, mordia os lábios, gemia baixinho… até que, de surpresa, peguei outra camisinha e a puxei pra cima de mim. Como ela goza gostoso e como foi bom me deliciar com seu néctar de prazer!
Ela montou de costas, rebolando lentamente, depois acelerando, jogando o cabelo pra trás, me olhando com aquele olhar de entrega total.
Não resisti:
— Fica de quatro na ponta da cama!
Ela obedeceu, e eu a penetrei com força, segurando seus cabelos, enquanto ela gemia e gozava mais uma vez, até eu explodir novamente.
Ali, suados, saciados, ela soltou:
— Você é louco…
E eu:
— Você é incrível…
Nos vestimos, rimos, trocamos olhares cúmplices — como quem acabou de aprontar mais uma das clássicas confusões que viram lendas entre amigos.
Me despedi com aquele sentimento de missão mais que cumprida: conquistei, com louvor, a mulher mais gata da cidade, vivendo mais um capítulo inesquecível da minha própria saga American Pie.
Ah… e claro: já estou me programando pra repetir a dose antes do dia 3 de junho, quando ela parte para outra cidade.
Cena Pós-Créditos — Estilo Stifler:
Enquanto ainda ajeitávamos as roupas e respirávamos fundo, a campainha tocou.
Débora, com aquele sorriso sacana, soltou:
— Já sei quem é…
Corre para o banho e eu fui abrir a porta!
E, como numa cena extra deliciosa, quem entra no apartamento? Isis Harrais — a cupida, minha deusa do prazer, a responsável por tudo aquilo.
Ela entra, nos cumprimenta com aquele ar de quem sabe exatamente o que aconteceu ali, se senta no sofá, cruza as pernas e diz:
— E aí… como foi?
Nos entreolhamos e caímos na risada.
Eu, ainda meio sem fôlego, respondo:
— Melhor que qualquer roteiro de American Pie!
Isis sorri, com aquele olhar malicioso, e dispara:
— Sabia que vocês iam se dar bem…
E ali ficamos, os três, conversando um pouco, comendo chocolates ,relaxando, como quem fecha mais uma cena clássica com chave de ouro, isis fumando na janela, enquanto a trilha sonora imaginária de “Laid do James — hino não-oficial de American Pie — toca na minha mente, encerrando mais uma noite épica da minha vida.
Solvit Sexus: sempre pronto para novas aventuras…
