14 de Junho de 2025 às 01:47
PRINCESINHA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Este é meu primeiro relato aqui no fórum, que eu já acompanhava há uns dois anos, mas sem registro.

De todo modo, acho legítimo começar pelo encontro mais recente, que foi, sem dúvidas, o mais marcante. Aconteceu em 10/2, no AA37, às 19h30.

Princesinha: o que dizer dessa dama?

Que ela é divina, apenas. Aqui na Grécia, cultuávamos Afrodite, e essa moça certamente seria uma hieródula, sacerdotisa fiel da deusa — a deusa do misticismo erótico, da luxúria, do tesão descontrolado; aquela que seduziu Ares, o viril, cruel e impiedoso deus da guerra.

E aqui já vai um indicativo do perfil da moça: ela gosta de lenha, de ferro, de marretada firme.

Mas vamos com calma, senhores... Quando cheguei lá, a indiazinha estava com um vestidinho todo apertadinho, desenhando as curvas exuberantes do corpinho-violão que ela ostenta. Mexia o quadril pra lá e pra cá, num rebolado francamente hipnotizante. Dava pra ver a popa da bundinha deliciosa que ela tem. Nessa hora, o Cajado de Hermes já despertou firme lá embaixo.

Começamos a nos beijar lentamente, sem pressa, à meia-luz. Desci a mão naquela raba e comecei a alisar. Pouco a pouco fui intensificando as carícias: primeiro a mão boba, depois os apertões, em seguida os tapas e, por último, os arranhões.

Levantei o vestidinho dela e já fui acariciando a bucetinha gostosa, sentindo tudo, inclusive os pelinhos bem aparadinhos, que são uma graça à parte.

Joguei a moça na cama e começamos um oral gostoso. Fui chupando a xota dela lentamente, até chegar no grelinho... Cinco minutos depois, a casta donzela já tava roçando a buceta com a força de cinco Titãs na minha boca. E eu lá, só me esbaldando... A filha da puta gozou gostoso, soltou o melzinho, o néctar dos deuses, na minha boca. Em seguida, me mamou gostoso. Uma delícia.

Relaxamos um pouco. Ela é extremamente cativante, tem uma personalidade generosa e gentil. É uma companhia agradável, uma presença amena, um verdadeiro docinho.

Papo vai, papo vem... E aí, no meio dessa conversinha toda, a danada me solta, vermelhinha de timidez, que tinha fetiche de dominação — queria ser a filhinha pervertida do papai malvado. Freud explica...

A filha da puta fez eu me deslocar da Grécia pro interior da Amazônia. Deixei de ser filósofo pra virar cacique. Aí não prestou...

Pus a mão na xota da moçoila, e ela estava encharcada. Partimos pra amassos loucos. Ela subiu em cima de mim, me beijando loucamente e esfregando a buceta na minha pica com muita vontade. Dei um tapão na bunda dela, coloquei a danada de bruços e introduzi o Cajado de Tupã lentamente no botãozinho dela.

— É assim que você quer que o papai te trate, né?!
— Sim, papai! Come meu cuzinho, papai!
— É, mas tem que tomar cuidado, sua mãe tá chegando e vai descobrir.
— Mamãe vai descobrir que eu tô dando o cuzinho pro senhor, papai?
—Vai!
— E o que ela vai fazer, papai? Vai ficar braba?
— Ela vai te castigar: vai te chupar gostoso, e eu vou meter a pica no cu dela também, que era uma putinha e dava pro seu avô.


(Como podem ver, sou bastante democrático: nunca faço acepções arbitrárias na hora de distribuir piroca.)

— E qual dos dois cuzinhos você prefere: o meu ou o da mamãe?!
— O seu, claro!

E toma-lhe estocada violenta, sem pena, agora com a gata de quatro.

Momentos depois, ela começou a me boquetar bonito à beira da cama, babando e melando a minha caceta todinha. Bati com a pica na cara dela, porque a mocinha mereceu.

— Você fica dando pra tudo que é indiozinho quando eu não tô vendo, né?!
— Sim, papai, só penso em rola!
— Então toma a rola do papai, sua piranha; engole a vara.
— Ai, papai, chega!
— Chega nada, sua cachorra! A gente tá só começando. Quem é o cacique que manda nessa porra toda?!
— É você, papaizinho!


E toma-lhe surra de pica. Inclinei a donzela na escada, pressionei a cabeça dela contra o degrau e continuei a sessão de xingamentos, estocadas e porradas na indiazinha Tainá (agora já bem crescidinha.)

Nesse momento, Princesinha era uma mênade: havia sido tomada pelas forças mais primitivas da natureza, estava em êxtase selvagem.

Terminei o serviço, fiz a higiene e me arrumei pra sair. A maledetta me ofereceu mais beijos e também chocolate. Antes de sair, dedei a bucetinha dela de novo.

— Você é muito safado, né, amor?
— Mas é claro!


Lambi os dedos embebidos de nectar floral e nos despedimos.

Normalmente, contratamos as damas da noite pra realizarem nossas fantasias mais íntimas, mas aqui a lógica se inverteu: eu é que tive o privilégio de satisfazer os desejos sórdidos dessa senhorita.

Um camarada comparou nossa querida manauara à princesa Pocahontas. Pois eu acho que, se estivesse na antiguidade, ela seria Cleópatra, Filha de Ísis, Rainha do Egito.