BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Tivemos algum tipo de conexão, tanto que levamos o contato pra nossas vidas civis, conversando de tempos em tempos sobre as coisas mais aleatórias. Acho até que não chegamos a sair muitas vezes - mas não se enganem: todas elas foram uma delícia. Por isso, quando há uns dias a loiríssima veio pedir minha opinião sobre a possibilidade dela atender em uma sala própria, brinquei que seria atendido no primeiro dia pra poder avaliar o espaço e desejar boa sorte.
Tínhamos um acordo. Então , quando ela me mandou mensagem com apenas um "psiu" agora cedo, imaginei que a novidade havia chegado, e estava certo.
Nos encontramos no seu espaço, que ela me apresenta, cômodo por cômodo, orgulhosa. Pra quem a conheceu em uma cabine com problema no trinco da porta, é uma evolução inegável. 😂 E a cama, a segunda coisa que mais importa, é ótima, bem grande, no meio do quarto.
Como disse, a cama é a segunda coisa mais importante. A primeira? A primeira é a própria gata.
Tomamos um banho rápido e nos abraçamos. Beijo seus lábios, seu pescoço e, segurando sua bunda, desço para seus seios. Ela geme de leve, e eu a aperto contra mim.
Peço pra que ela deite e ela brinca que já sabia que eu não ia querer perder tempo. Me deito com o rosto entre as suas pernas, que levanto um pouco, e começo a chupar, devagar, mas ritmado. Subo uma das mãos para seus seios e me dedico com vontade a saborear aquela buceta.
Entre gemidos e carinhos, vejo que ela ainda não estava perto de gozar, mas como meu tempo é curto, peço pra que fique de quatro. Ela reclama falando que estava ótimo, e eu lembro que, no nosso primeiro encontro, ela se despediu falando que talvez ela é quem precisasse me pagar pra ser chupada.
Só a lembrança dessa mulher de quatro é algo que me faz tremer. Se ela se curva, colocando os ombros na cama, e olha na direção dos meus olhos, eu perco tudo. E é assim que a gente fica por um tempo, com ela gemendo, eu socando, segurando na sua cintura, metendo com a vontade de um adolescente. Gozaria desse jeito sem pensar, e preciso mudar de posição justamente pra não gozar logo de uma vez.
Me deito e ela vem por cima, se inclinando na minha direção. Seguro sua bunda, as vezes sua cintura, e fico ali, entre troca de olhares e beijos rápidos, até me sentir explodir dentro dela. Como se já não estivesse sonzo de prazer, ela aperta meu pau com a buceta, tirando de mim as minhas últimas gotas.
Eu não sei se gargalho, se durmo, se peço pra que ela fique abraçada comigo até o coração desacelerar, e é bem possível que eu tenha feito um pouco de cada coisa.
Enquanto arrumo minhas coisas e tomo um banho rápido, conversamos sobre coisas triviais, preço de passagens aéreas, aluguéis etc. E logo em seguida me despeço, desejando boa sorte e sabendo que não me demoro a voltar.
Recomendo a loira, mas deixo um aviso: sejam gentis. Essa daí merece o melhor. Eu é que não demoro a voltar.