https://gparena.net/social-feed-user.php?id=22303
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
GAROTA NOTA 100
Isso mesmo senhoras e senhores, a fera mais indomável da selva erótica, a safada da Pantera, está de volta ao pedaço mais fogosa do que nunca. Com a lembrança muito viva de cada um dos três episódios da trilogia lasciva que tive com a delícia, mantive os contatos dela salvos no meu celular, incluindo o pessoal, pela química que tivemos tanto no fight quanto nos vários papos trocados ao longo desse tempo, e nos últimos dias recebi algumas pistas de que a beldade preparava o retorno à passarela libertina, pistas essas que se materializaram no seu status de ontem anunciando a reestreia. Com a vontade de duelar com alguém ativa há mais de 1 semana e estando com a agenda pessoal finalmente livre, já estava no esquema a incursão à floresta de pedra carioca quando veio esse informe da mulata. Pensando se eu chamava a tarada hoje mesmo para o revival, a mesma mandou aquele oi despretensioso no zap e... aqui estamos!
Na chegada, aquela recepção que conhecemos, o Beijão, o abraço e o sorriso de quem sabe o que virá a seguir. Indo direto ao ponto, demos o start aos beijos no clinch com ambos mostrando as suas cartas: batidas fortes na bunda da musa de minha parte e arranhadas fortes nas minhas costas da parte dela, tudo sem pena como ela gosta. A pegação em pé rapidamente deu lugar ao enrosco na cama, com a gostosa de body vermelho vazado brilhante pondo os bombons para fora e gemendo bem com as chupadas que eu dava em ambos enquanto olhava pra ela ouvindo o "safado" característico saindo de seus lábios. Sem escalas, fui da boca e peitos direto à buceta, cujos ataques fizeram efeito quase imediato na atentada pela tara que a mesma tava em dar para alguém.
Após um breve tempo provando o fruto com o balançar de pernas dela, Pantera mandou que eu voltasse à sua boca por querer entregar a gozada na penetração e logo invertemos as posições para que ela matasse a saudade do garotão, ainda de guarda alta atrás da roupa que foi prontamente arrancada pela mesma. Vendo que estava com o cinto na bermuda, a safada tratou de colocar a peça no seu pescoço para o jogo de submissão que tanto curte fazer com quem tem afinidade. Eu puxava a coleira improvisada enquanto a felina mamava a pica de todos os ângulos, batia com a rola na cara e pedia para fuder sua boca sem hesitação. Rolou depois disso mais um pouco de boquete, beijação e degustação dos seios da delícia com ela delirando com o vibrador no botão, até a gatona implorar pela trepada sentindo que tava no ponto para ser muito bem comida.
Vindo por cima, Pan de cara mandou a invertida para que eu seguisse na dominação puxando o cinto preso no seu pescoço, e o seu corpão ardente ficou quase colado ao meu durante a sentada carpada, com bastante rebolada da raba na vara e minhas mãos nos seus mamazões naturais, um dos mais belos que já provei. A dama realmente tava sedenta por sexo, pois delirava a cada estocada profunda até o talo mirando os limites do vale do prazer, e na sequência deu o 180° para a cavalgada dianteira cedendo a comissão de frente à minha boca quando eu não estava enforcando-a no amor usando as duas mãos e pondo o dedão em sua boca. Claro, não podia faltar aqui o seu golpe mais famoso nessa posição, o Ultra Atomic Crush Cowgirl, a quicada altamente potente que literalmente amassa o pião com a força do seu quadril, exigindo resistência do cabra para a vara se manter de pé sem encher a borracha ou mesmo sem rachar ao meio.
Tendo eu sobrevivido à porrada (e a cama, também), fomos de bate pronto para a meteção D4 na firmeza que a cachorra exige do seu desafiante, comigo puxando-a pela coleira. Ficamos bastante tempo aqui, com tapas na melancia e pegação nos melões junto da socação vigorosa e elogios impúdicos mútuos, até eu desencaixar sentindo que minha ida à lona se apromixava com perigo e montar em cima da tarada numa chave de perna na altura dos gêmeos pondo o doce para ser chupado enquanto ela se masturbava com o vibrador fazendo caras e bocas e tremendo comigo segurando as suas pernas. Depois disso ainda ficamos mais um bocado nessa dela mamar a piroca olhando para mim e ambos de mãos dadas nesse ato até o segundo e decisivo round de fudelância, e com a leitura precisa de minhas intenções estampadas no olhar, Pantera ficou D4 no chão apoiando o seu corpo na poltrona abaixo da janela para que eu viesse no rodeio montando na fera.
Ora puxando o cabelo, ora o cinto, macetei a gostosa com força como ela pede ao longo do embate, dando as paradas estratégicas para manter o controle da leitada, e a escapulida do pau da toca foi a deixa para continuarmos com a dama agora em cima do assento se apoiando nos braços e com o travesseiro na boca para abafar os gritos de paixão pelo tesão que o garotão tava lhe dando no bucetão. Um bocado de tempo depois, demos uma boa trepada em pé em dois estilos: primeiro com ela encostada na parede de frente para mim tomando madeirada na xota e minha mão de leve no seu pescoço, e depois apoiando-se na parede comigo metendo por trás puxando o seu cabelo ao ponto de trazer o seu rosto para mim para que nos beijassemos. Pedindo para tomar porra na boca, fiz aquela jogada de tirar de dentro no limite para despejar o leite na língua da diaba, que tomou tudo sem pestanejar - ainda me disse que foi porque tava com sede!
Nos 10 minutos finais e naqueles acréscimos de espera pelo próximo combatente enquanto nos arrumamos com calma, botamos parte das ideias e novidades de nossas vidas em dia, com a Pantera explicando o que a fez voltar aos ringues e o seu planejamento inicial de atender no seu ginásio privativo só alguns dias da semana, deixando outros em aberto. O clima leve, cheio de risadas e carícias de nossa parte, com muitas doses de luxúria hard, foi a tônica desse repeteco, que por motivos de força maior não contou com a participação do seu majestoso anel. Devido a isso, me intimou a me preparar para o próximo duelo, um especial de only-anal, antes de nos despedirmos com aquele abraço e um beijo, tendo saído das dependências da gatona feliz por vê-la bem, mandando bem e com saúde (e que Saúde), certo de que fatalmente nos veremos outra vez e convicto das razões de seu sucesso e adoração junto aos caras e muitas meninas.
100-sacional, a definição em uma palavra sobre o que é estar à dois (ou à três) com essa mulata gostosa, a insaciável Pantera. E, para finalizar, parafraseio um famoso poeta contemporâneo:
"Igual a você, eu sei que não tem
De zero a dez, te dou nota cem!"
