11 de Julho de 2025 às 20:27
BEIJO

NãO SEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Hoje à tarde, depois de quase morrer de tédio numa palestra de Teoria do Direito no IFCS — aquelas que parecem durar três encarnações —, resolvi dar aquela escapadinha estratégica. Abri o celular discretamente no meio do auditório e fui dar uma espiada no GParena. Como tô liso e tem a festa marcada pra semana que vem, dei uma passada nos anúncios trash.

Foi aí que me chamou atenção o famoso prédio da Uruguaiana, nº 24. A localização era perfeita, e os preços… bem convidativos. Saí da palestra como quem foge de um incêndio e fui direto pra lá, guiado pelo relatos e por outros tipos de instintos.

Cheguei lá pelas 17h. O lugar? Um multiverso paralelo. Quatro andares de funk ensurdecedor, cheiro de maconha com gasolina no ar (sim, você leu certo), e um clima que só pode ser descrito como "mistério e putaria".

O prédio em si já é uma experiência antropológica: escada velha, elevador que mais parece uma cápsula do tempo (e que eu honestamente não quis testar se ainda funcionava). No primeiro andar, estava lotado. Umas pretinhas com bundões chamavam atenção, mas nada que brilhasse meus olhos (ou meu pau). Subi pro segundo, onde o som era mais suportável, pedi uma Brahma no bar e fui explorando.

No meio da escada em espiral, eis que surge ela: uma gordinha safada já com a mão direta no meu pau, como se fosse velho conhecido. Com um sorriso maroto, mandou aquela clássica:
— Vamos dar uma namorada gostosa?

Eu? Sem reação. Ela não era exatamente bonita, mas o jeito que segurou meu pau e me encarou com aquele olhar de safadeza me desarmou.

Detalhes da figura: gordinha, baixinha (menos de 1,60m), parda, cabelo liso e longo até a bunda, bunda grande porém quadrada, e peitões bem servidos. O combo ficou ainda mais atraente quando ela soltou:
— R$ 75, vinte minutinhos, com anal incluso.

Pensei: "É hoje que a teoria do direito vai virar prática da sacanagem". Falei que queria só cu e mamada, e ela topou sem drama.

A cabine? Ah, a cabine... parecia cenário de filme pós-apocalíptico. Madeirite, lençol infantil, papel higiênico e camisinhas por todo lado. Uma poesia visual do caos sexual.

Entrei. Ela demorou um pouco (o que já me irritou, porque o tempo é curto!), mas quando chegou, veio pronta: caiu de boca no meu pau sem cerimônia. Que boca, viu? Fiquei ali curtindo o boquete generoso, e logo fomos pra penetração.

Ela se apoiou no madeirite (coragem!) e eu fui comendo aquele cuzão com gosto. No começo fui com muita sede, e ela pediu com voz manhosa:
— Ai, come com amor e carinho... vai devagar, amorzinho...

Mudamos pra posição de quatro. Passei mais KY e entrei com calma. Apesar de estar trabalhando desde 10:30 da manhã, o cu dela estava apertadinho e quentinho. Fiquei mandando ali no ritmo do funk que tocava ao fundo, até cansar.

Ela voltou a me chupar e perguntou como eu queria finalizar. Respondi:
— Quero meter no teu cu de novo!
Ela riu e disse:
— Mas é claro, amor!

Fiquei numa posição confortável(sentado), ela veio por cima e encaixou o cuzão com aquele carinho de quem conhece o ofício. Meti mais um pouco, mas vi que não ia rolar de gozar assim. Aí pedi o grand finale na boca.

Tirei a camisinha, ela passou um hidratante no meu pau (detalhe que eu não esperava!) e começou a bater uma punheta. Perguntei:
— Vai engolir minha porra?
E ela, com toda naturalidade do mundo:
— Com taxa extra de R$ 10, tá?

Fiquei meio: "ué?", mas aceitei. Valeu a pena. Ela continuou me chupando e eu, vendo que o gozo não vinha, comecei a bater, com ela dando aquela lambidinha estratégica na cabecinha. Chegou um momento em que meu pau parecia que ia explodir de tanta pressão. Coloquei ela pra mamar e gozei na boca dela — forte, intenso.

Ela ainda continuou me chupando, mesmo com meu pau já super sensível, o que me fez rir sozinho: parecia cócegas, parecia carinho, parecia tudo ao mesmo tempo.