https://gparena.net/social-feed-user.php?id=23199
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Ela brinca com o homem...
A ruiva desestrutura qualquer juízo e moralidade que possam permear a mente do Chefão. Consegui uma escapada da minha nova rotina e pude encontrar Lana à tarde. Ficar muito tempo sem o sexo da Lira é como tirar doce da mão do pequeno Boss.
Ela teve alguns contratempos que atrasaram nosso encontro em alguns minutos, nada fora do comum. Ela me convoca e eu sigo, focado, ao encontro da ruiva.
Na porta do apartamento, havia um coroa falando no zap. O uniforme sujo de cimento me deu a certeza de que se tratava de um funcionário do AA37, tornando ridícula a pretensão inicial da minha mente deturpada de achar que fosse um cliente que acabara de receber as doses de Ruivato de Lanaliramina (Abraços, Café). Bobagem. Ele saiu de perto quando fui me aproximando da porta do apartamento — talvez já soubesse o que se passava naquele ap em específico, ou apenas tenha sentido a aura de putaria que emanava do meu corpo sedento pela Lana.
Toquei a campainha e a danada me atendeu. Entrei rapidinho. Ela veio com o sorriso — aquele maldito sorriso, que de tão lindo parece até uma nota musical. Ela me beijou suavemente e nos agarramos em pé, ali mesmo, beliscando os lábios um do outro, naquele beijo que tanto me entorpece.
Ela me ofereceu água, aceitei, pedi para tomar um banho rápido, e Lana me aguardou na cama. Ao regressar, encontrei a ruiva deitada, em todo o seu esplendor físico e beleza absolutamente ofuscantes.
LL: – Gostou da roupa? Botei pra você 🧡.
BB: – Senta aí, deixa eu tirar uma foto sua.
Vou ao encontro da gata e começamos os trabalhos. Sentei na beira da cama, ela ficou de pé e nos devoramos. Devagar, fui despindo Lana. Os seios, na altura da minha boca, foram meu prato de entrada no banquete que eu faria com o corpo da ruiva. Desci beijando sua barriga. Ela me pediu:
LL: – Fica em pé 🧡.
...😈
Eu fiquei de pé, ela foi para a cama e engoliu o chefe. A boca macia de Lana na extensão do meu pênis ereto era uma loucura sem precedentes. Propositalmente, ela deixava os dentes roçarem na base da minha glande. Senti que ia explodir de êxtase. Ela me chamou para a cama e eu fui…
BB: – Tira a calcinha, amor, minha vez…
LL: – Ainda não acabei, quero te chupar mais… 🧡
BB: – Mas eu quero meu banquete, você pede por isso…
Ela tirou a calcinha e eu me esbaldei naquela buceta. Aquele grelo, aquela pele sedosa… a forma como ela inchava com o menor estímulo era surreal. Ela geme de uma forma inacreditável... cada gemido que saía daquela boca era o combustível para o motor do meu ímpeto carnal, me deixando enlouquecido de tesão. Lana começou a jogar a xota para cima, rebolando… meti um dedo dentro dela e a chupei enquanto a masturbava.
LL: – Vou gozar rápido assim, caralho! 🧡
BB: – Goza na minha boca, vai, safada.
LL: – Não para! Tira o dedo, mas continua que eu vou gozar! 🧡
Suguei o clitóris da Lana… ela deu um espasmo e gozou, gemendo igual a uma cachorra… safada demais.
LL: – Eu quero você… 🧡
Ela pegou a capa e me vestiu… sentou em mim e começou a rebolar e quicar. Os cabelos da ruiva roçavam levemente no meu rosto enquanto ela se debruçava sobre meu corpo. Eu botei os mamilos dela na minha boca, naquele momento totalmente inchados e ouriçados… delícia de ver e sentir.
BB: – Vem pra cá, vem…
LL: – No sofá, seu safado? 🧡
Sentei no sofá e ela veio sentando de costas… olhei para a base do meu pênis e virilha e vi aquele creme… a xota dela toda melada… escorria lascívia de dentro daquela branquinha de 1,60m.
BB: – Tá meladinha, meu bem?
LL: – Tu me deixa assim, seu puto… vem pra cá, vem… 🧡
Ela me puxou e pediu para eu comê-la de pé. Lana colocou as duas mãos na mármore do beiral da janela… encaixei meu pau na xota melada da ruiva e soquei com vontade naquela bunda. Com uma mão apertei uma das nádegas dela e com a outra agarrei seu pescoço para trás… a safada gemia cada vez mais. Havia um jogo de espelhos redondos separados do nosso lado direito. Nosso reflexo falava por si só.
BB: – Olha ali pro lado… olha eu te fudendo, sua puta.
LL: – Caralho, vou gozar de novo, seu safado! 🧡
BB: – Goza na minha pica, amor…
Intensifiquei as metidas e a danada gozou de novo… pqp, indescritível!
Voltamos para a cama… chupei aquela buceta cremosa, aquele mel, aquele mosto de sexo que ela soltou após a sequência de piroca. Pedi para Lana se abrir mais e deslizei dentro dela no PPMM. Enterrei meu pau e martelei a xota da ruiva com toda a vontade possível.
BB: – Tu é deliciosa demais… tá sentindo minha virilha roçando no teu grelo?
LL: – Ai, caralho, que tesão, porra… 🧡
Nos mantivemos na nossa valsa luxuriosa durante alguns minutos. LL escorregava demais… pressionei os dois joelhos da ruiva contra meu peitoral e soquei mais fundo, até o útero da danada. Ela começou a me apertar por dentro.
BB: – Vai me fazer gozar me apertando, sua safada…
LL: – Adoro ver você gozando… 🧡
BB: – Onde você quer que eu goze, hein?
LL: – Goza dentro de mim, seu puto… 🧡
Ela pediu, e eu gozei… um orgasmo intenso, capaz de me deixar trêmulo. Meu pau pulsava dentro da vagina da Lana, que me abraçava forte enquanto eu derretia em suas partes internas… eu podia sentir sua buceta esvoaçando, na simbiose sexual em que nossos corpos se encontravam naquele breve instante de prazer.
Caímos desfalecidos naquela cama molenga. Permanecemos nos beijando, trocando carícias… vieram as risadas, as fofocas e as promessas… até eu ter que buscar meu caminho de volta da outra dimensão.
A ruiva me tira de órbita.
Um ode ao prazer.
Saudações.
Fotos autorizadas pela Lana Lira.
