16 de Setembro de 2025 às 16:06
RAIKA BITTENCOURT
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

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Raika Bitencourt

Holmes, assim como grande parte a torcida do Flamengo, tem como um de seus diversos pontos fracos, queda por mulheres bonitas, dentro do conceito de “beleza brasileira”, resultante da miscigenação de índios, negros e europeus, preferencialmente criadas no Rio de Janeiro, ambiente este que confere os condimentos comportamentais que irão agregar um charme único de molecas ao espetacular blend de raças. Raika é a mais pura das sínteses disso. Sua beleza é irradiante, chega a ser agressiva. Além disso, apesar de manauara de nascença, é carioca de alma.

A coisa fica ainda mais séria quando Raika goza. Suas reações a transformam; suas expressões e movimentos realçam ainda mais as qualidades acima. Após tantos encontros Raika e Holmes já se conhecem suficientemente para explorarem juntos o que cada um mais curte, o que potencializa tudo.

O local de encontro tem sido o mesmo: o bom e velho Barão do Flamengo, em uma de suas suítes maiores. Deslumbrante como sempre, pontual como sempre, Raika chega toda feliz com aquele sorrisão enorme, e abraça Holmes, emendando uma cheirada forte em seu cangote, do qual já resulta um sinal de alerta ao eterno companheiro Watson até então quietinho e bem comportado lá embaixo.

Para Holmes é sempre uma tortura o intervalo de tempo entre o momento de chegada de Raika, e o início do rala e rola. Desta vez não foi diferente, pois ela tinha muitas novidades a contar. Além disso precisava de uma ducha em vista do sufoco que havia passado na sempre infernal Avenida Brasil.

Até hoje Holmes não se acostumou a ver Raika se despindo. Seu corpo continua irretocável, de tirar o fôlego. E ela se despe com a naturalidade absurda, de uma criança, sem maldade. Holmes não se lembra tê-la visto com lingeries ou enfeites do gênero. Não precisa. Raika é como um Single Malt Scotch Whisky de linhagem ; é para ser degustada pura, lentamente, à temperatura ambiente.

E assim se desenrolou mais esse encontro, com óleo de coco “de ponta à cabeça”, e com uma massagem forte, para aliviar as dores musculares decorrentes dos eventuais exageros de seu personal trainer. Mas, como a carne é fraca, Holmes não demora a deslocar suas atenções, e, diferentemente do ritual que costuma empregar, passa a mão em uma Skin e já vai partindo para os finalmente via o tradicional franguinho. Raika usa suas mãos para posicionar mais confortavelmente suas pernas. Sua ppka é quente, molhadinha e apertada; suas contrações são fortes e bem perceptíveis. Seu cenho franzido, e gemidinhos contínuos indicam que Raika parece gostar do que acontece. Holmes percebe, e vai ao seu limite, até se esgotar.

Mas ele sabe (e aqui fica a dica) que dificilmente Raika goza assim, e como sua intenção é justamente esta, Holmes faz o famoso gambito da Rainha e inicia a sessão “língua nervosa”, complementada com os já famosos dedinhos parkinsonianos. Raika muda de expressão, e começa a fazer movimentos pélvicos harmonizados com os de Holmes, o que, ao longo de algum tempo a faz gozar aparentemente umas duas vezes, para êxtase do famoso detetive.

Nesta tarde Holmes estava com a macaca, e, se aproveitando do momento, pede para Raika se posicionar de quatro ao mesmo tempo em que se tocava. Quando a meia bomba se anunciava, uma punhetinha sobre o lombo dela colocava novamente Watson em ação, e assim o casal continuou até a mútua exaustão.

Um tacacá e um açaí, perfeitos para constituíram o fecho de ouro deste que foi o sétimo encontro entre Raika e Holmes. A continuarem agradáveis assim, outros tantos brevemente irão acontecer.


As duas primas feias da Raika