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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
O desejo de reencontrá-la surgiu já ao final de nosso segundo encontro. Mas, entre os muitos caminhos que o Arena convida a explorar, fui adiando o inevitável. Até que enfim, chegou o momento do nosso terceiro encontro.
Na data marcada, pontualmente, ela toca a campainha da suíte do Éden. Bastou abrir a porta para receber seu primeiro presente: aquele sorriso inconfundível. Num instante, nossos corpos já se encontram, colados em abraços calorosos, entregues aos beijos que pareciam esperar por esse momento desde o último tchau. Papeamos enquanto ela se despe e toma uma ducha. Vou para o quarto e aguardo por ela, que, com um sorrisinho sacana, promete uma surpresinha. Poucos minutos depois, ela surge, vestida em uma lingerie preta e, diante dos meus olhos, entrega seu segundo presente: um espetáculo silencioso de beleza.
Seguimos com os abraços, carícias e beijos (que língua gostosa!). Eva se ajoelha no colchão tira minha sunga e abocanha o pequeno. Seu boquete é suave e dedicado, como se estivesse saboreando o pau duro. Ficamos ali muito tempo, até que me deito e iniciamos um 69. Que maravilha aquela xaninha e cuzinho a poucos centímetros de minha boca! A língua passeia com liberdade ente seu grelo e seu anelzinho enquanto ela segue, gulosa, devorando o pequeno. Aos poucos ela vai intensificando o boquete, o pequeno somo dentro de sua boca. Não podendo (e nem querendo) mais resistir solto o leite em sua boquinha.
Fico imóvel sobre o colchão enquanto Eva vai ao banheiro e retorna deitando-se ao meu lado. Seguimos nos acariciando enquanto conversamos. Sua voz é suave, doce. O tempo passa e seguimos juntos para mais uma ducha. Pergunto pelo tempo que nos resta e ainda temos uns minutinhos.
- Posso te comer aqui no box?
- No chuveiro? Peraí que vou pegar o gel.
Entramos no box. O pequeno está quase pronto. Um boquete rápido e... beleza! Camisinha posta, Eva vira de costas e se curva apoiando a mão na parede. Que visão! (clichê inevitável). Sem dificuldade, o pequeno entra e se acomoda naquela xaninha quente. O ritmo é intenso desde o início. Eva geme gostoso:
- Vai, me come!
Mantendo o ritmo, sigo socando até gozar.
Terminamos o banho juntos. Trocamos ainda alguns abraços e beijos. O pagamento é feito, sem pressa, como um ritual que marca o fim de mais um encontro. Eva se arruma com a mesma elegância com que entrou, e parte. Fico ali, sozinho, mas longe de me sentir vazio. Pelo contrário, estou inteiro, leve, tomado por uma satisfação tranquila. Sei que esse não é um ponto final. É apenas o fecho delicado de mais um capítulo dessa história que, se depender de mim, seguirá com muitos e encantadores repetecos.
Até a próxima, Evinha!!!