03 de Outubro de 2025 às 19:23
KARINE MATTOS
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Bom dia, boa tarde ou boa noite para vós. Quem diria, nem é setembro de 2026, mas aqui estou eu novamente, menos de uma semaninha. Nem parece que o tempo passou. Mas como a oportunidade se apresentou e eu, que estou nessa minha fase exploratória, logo pensei: “Por que não de novo, sabe? Para manter a prática? E que tal ir numa garota que tu já foi em vez de ficar acanhado com uma completa estranha?”. A lógica me pareceu sólida e não demorou para que eu contatasse a Karine para esse repeteco.

Já adianto, foi excelente. Karine é tudo de bom na cama e na simpatia. Recomendo.

No dia marcado, acabei de resolver minhas pendências no Centro e aproveitei para ver como era um campus da universidade nos arredores do local da Karine na Uruguaiana, até porque o banheiro lá é de graça.

Mandei uma mensagem para a Karine dizendo que estava por ali e para ela me avisar quando pudesse ir. Enquanto isso, sentei no banquinho e fui terminar de ler Jurassic Park.

A Karine me liberou e, segundos depois, meu celular começou a gracinha dele.

Ele travou, desligou na minha cara e entrou no limbo infinito de inicializar, desligar, inicializar que pode durar até mais de uma hora.

Dessa vez passou raspando. Podia ter a deixado no vácuo.

Fui para o seu local, fiz o trâmite da recepção e logo já apertava sua campainha. Se no último relato ela estava cobrindo o bastante para atiçar a mente, desta vez não houve brecha para a imaginação correr solta e completar as partes cobertas. Debaixo da pequenina peça de roupa (acho que o nome é robe, mas sei lá. Não sei os nomes de roupas.) que ela usava, tudo estava à vista. Tanto pelo pouco que a peça cobria tanto pelo fato que dava para se ver através.

Karine me reconheceu, não tinha passado tanto tempo assim, comentou sobre o TD e a nossa conversa anterior, além de me dar os beijos acompanhados por aquele sorriso.

Fui tomar um banho para tirar o suor e quando voltei fui checar o estado do meu celular. Estava ligado, mas esquisito. Não estava nem deixando eu colocar o padrão para desbloquear. Que fase.

Relatei esse meu embrolho para ela para puxar assunto e ela confessou que também estava tendo problemas com essa coisinha pequenina que se tornou tão indispensável para muita gente.

Enquanto a conversa descontraída ia rolando, fomos nos aproximando e logo estávamos nos braços um do outro. Daí para deitarmos na cama, nos beijando e acariciando as partes um do outro, foi um pulo.

Pelo fato de estar com ela pela segunda vez, fiquei bem desinibido. Não sei se foi por eu estar mais solto ou porque a Karine acordou em um dia bom, mas a entrega dela, se comparada a da última vez, teve algo a mais.

Então vou deixar aqui algo para não repetir em todo parágrafo, da primeira vez foi bom, mas no repeteco foi muito melhor.

Karine mandou eu deitar na cama e começou um boquete de qualidade. As vezes rápido, as vezes devagar, uma hora só lambidas, outra ela colocava quase tudo para dentro da boca, sem deixar de esquecer as bolas. Ela deixou tudo lambuzado.

Eu querendo retribuir o favor, e também já percebendo que se eu não me “distraísse” ia acabar ali mesmo, mandei ela “trazer as pernas para minha cabeça”, começando um 69.

Mesmo focado em minha tarefa, trabalhando com minha língua com toda a diligência, o boquete da Karine estava se provando demais para se aguentar. Para não queimar a largada, tive que pedir para ela parar. Devido a posição que estávamos e a pressa do meu pedido, a moça se levantou surpresa. Quase assustada. Eu logo expliquei o que estava ocorrendo e nós rimos da situação. Karine comentou que, por um momento, ela achou que estava me sufocando entre suas pernas.

Mas olha só, como se eu fosse pedir para parar com tal “inconveniência”. Muito pelo contrário. Se for assim, inconveniencie-me em qualquer dia e hora da semana.

Depois deste pequeno incidente, Karine deitou na cama e eu voltei a me posicionar entre suas coxas. Desta vez, pude observar seu rosto e suas reações enquanto eu a lambia, sua respiração enquanto gemia. Pude vê-la brincar com os seios enquanto eu brincava com a sua perseguida. Nada mais sexy do que ver uma mulher sentindo prazer.

Saindo do oral para o prato principal, eu coloco a capa e parto para um papai e mamãe. Beijos, contato visual, sacanagens faladas no pé do ouvido.

Como eu já estava quase lá antes de começar, essa primeira penetração ficou tão curta quanto este parágrafo.

Fui me lavar, voltei, e a Karine foi ao banheiro. Enquanto ela estava lá, eu peguei o meu celular e a criatura ainda estava no limbo de ligar e desligar. Que fase.

Quando Karine voltou, deitamos na cama e voltamos ao assunto dos celulares, além de alguns outros. O bate papo durou pouco. Logo os beijos tomaram o lugar das palavras e nossas mãos estavam no corpo um do outro.

Karine fez mais boquete até o garotão ficar em ponto de bala, colocou o EPI e sentou. E sentou com muita vontade. Faminta, sedenta, ela, a mulher, uma máquina, uma besta enjaulada.

Ela gemeu, eu gemi, a cama gemeu. No meio de toda essa comoção ela pediu para ser pega de quatro. Lá fui eu.

Com uma visão que facilmente tiraria o posto de uma das maravilhas do mundo moderno, eu botei para dentro. Como já tinha gozado uma vez, não me preocupei em acabar queimando a largada. Ficamos uns minutos ai, ela rebolando, eu metendo, o barulho das “palmas” sendo abafado pela música, até que cheguei no ponto sem volta, com a Karine pedindo para gozar gostoso dentro da buceta dela. Resultado: enchi a camisinha.

Fui me lavar uma segunda vez. Voltei já me arrumando enquanto ela tomava um banho, pois tinha outro cliente no horário logo após o meu. Eu fiz meu pagamento e nos despedimos com um sorriso no rosto.

Eu teria ficado com esse sorriso bobo por mais tempo, mas o meu celular, que voltara a funcionar, decidiu que era atleta olímpico e mergulhou no concreto. Que fase.

Confrades, tenho que confessar. Se a primeira foda foi Boa, com um B muito maiúsculo, e essa segunda foi fantástica a ponto de, em momentos deste relato, ser incapaz de colocar em palavras as sensações e impressões do ocorrido, eu tenho medo do quão boa uma eventual terceira vez poderá ser.

Bom que eu sempre enfrento meus medos.