12 de Outubro de 2025 às 10:46
ALICE DURANT
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Alice Durant…
Um nome que ecoa em mim como uma lembrança doce e perigosa. Ela mexe com meus sentimentos de um jeito. Linda, misteriosa, de presença calma e devastadora, lembra a paixão que tive aos 13 anos — aquele primeiro amor que nunca se apaga.
No dia 10 de outubro, finalmente o destino conspirou ao nosso favor. Quando a porta se abriu, lá estava ela — a visão mais linda que meus olhos poderiam encontrar. Aquele olhar sereno, o sorriso de canto, o perfume que me atingiu como um sopro de memórias.
Antes mesmo de qualquer gesto, veio o leve puxão de orelha… a bronca carinhosa pelo meu sumiço. Respondi como pude — afinal, como explicar que me afastei justamente porque ela me desarma?
Meu coração disparava. Ela sempre teve esse poder.
Depois do banho, saí do banheiro e encontrei uma cena que me tirou o fôlego. Alice, deitada sobre os lençóis, o corpo desenhado pela penumbra, como uma pintura viva de perfeição. Se o Louvre a visse assim, teria um novo quadro entre seus tesouros.
Aproximo-me e nossos lábios se encontram. O tempo desaparece. Sinto a saudade se transformando em calor, desejo, entrega. Sua boca, sua pele, seu cheiro — tudo nela é convite. Me perco. Não penso. Apenas sinto.
Meus beijos tomam o caminho do seu corpo com a lentidão de quem quer eternizar o momento. Beijo seus seios como se fossem promessas, um de cada vez, devagar, degustando. Desço pela barriga, pela cintura que parece feita sob medida para minhas mãos. Deslizo pelas coxas, e encontro ali, entre suspiros, o ponto exato onde ela começa a perder o controle.
Permaneço explorando-a com a língua e os lábios, atento a cada movimento, a cada gemido leve que me guia. O corpo dela fala comigo: as mãos em minha cabeça, o respirar acelerado, a pele quente suplicando por mais. Quando o prazer toma conta, sinto seu corpo e o sabor doce do seu gozo me preenche. É impossível descrever aquele instante — apenas sentir.
Deito-me de costas. Ela vem por cima. O olhar firme, os movimentos lentos, o ritmo que me enlouquece. Sinto seu corpo se ajustando ao meu, encaixe perfeito, cadência hipnotizante. Minhas mãos a segura, guiando o sobe e desce que mistura prazer e loucura.
Num impulso, ela se vira de costas. A visão é divina: sua pele se move com o balanço dos quadris, e eu mal respiro para não perder o controle antes da hora. Seguro, aprofundo os movimentos. O quarto inteiro parece pulsar conosco.
Peço que se deite. É a minha vez de comandar.
Ela abre as pernas, me olha com um sorriso que me desarma de novo. O sangue ferve, o corpo pede, e eu penetro devagar, olhando fundo em seus olhos. A cada investida, um gemido. A cada toque, um arrepio. Alternamos intensidade, mergulhamos em beijos, carícias e sussurros entrecortados.
O suor se mistura. O ar fica denso. O tempo se dissolve entre nossos corpos.
Quando o clímax vem, é como um turbilhão. Ofegantes, e eu me deixo levar junto, sem defesas. Fim e começo ao mesmo tempo.
Depois, peço desculpas pela quantidade de suor, ela estava toda molhada, e o lençol ficou meio úmido, ela sorri e diz que não se importa com nada (me apaixonei de novo) — e nesse instante, percebo que já estou completamente rendido.
Vou tomar meu banho e na volta encontro ela se vestindo, coloca apenas uma camisa do GP Arena. Caminha pelo quarto só com aquela camisa, me provoca sem dizer nada. A cena é um tormento delicioso — um pecado divino se movendo diante de mim. Se eu não tivesse outro compromisso, o repique da minha parte era certo!

Alice Durant, Eva Sanchez, Lana Lira e Gabi Prado, de forma horizontal vocês, cada uma de uma forma são minhas perdições!

Alice mexe comigo como poucas. Ativa tudo o que tento manter sob controle. Paixão de adolescência.

Eva é ternura, inocência, calma, o tipo de mulher que desperta o meu lado de homem gentil e carinhoso. Vontade pegar no colo e levar para casa.

Lana Lira, ruiva de puro fogo, provocação, tesão, safada. Ruiva que faz lembrar minha passagem pela Bélgica onde contemplava aquelas ruivas, mas nada comparado ao que a Lana é. TOP D+

Gabi Prado, a loira fatal, é tempestade — desejo que vem e me arrasta sem aviso. Minha montanha russa. Só de lembrar, me faz perder a cabeça
Essa semana encontrei todas. Dias diferentes, destinos cruzados.
Que semana perfeita!!!!