15 de Novembro de 2025 às 22:16
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Missão Pocah

Sobre a pocah,
Ela tem 1.70 de altura, magrelícia, cabelos negros lisos e longos, pele morena olhar expressivo e boca muito gostosa!

Nessas minhas indas e vindas pelo submundo do prazer, lá estava eu novamente na Secretos Night Club… Eu já tinha visto a Pocah no primeiro dia dela de boate, mas, depois de um atendimento, ela teve um incidente e não pôde mais atender naquela noite. Foi nesse momento que nasceu dentro de mim a Operação Pocah: silenciosa, estratégica e com um único objetivo — saciar meu desejo por aquela menina.

Assim que ela reapareceu na casa, fui imediatamente avisado.
E, claro, lá fui eu… com meu arsenal inteiro dentro da mochila.

Quando cheguei, ela já estava me esperando no balcão, daquele jeito que irrita a alma de tanto tesão. Nem entrei no salão… rs. Subimos direto, porque eu estava ali apenas para isso: cumprir a missão e estancar a fome que aquela garota tinha acendido em mim.



Ela, toda curiosa, me perguntava o que tinha dentro da mochila… rsrs.
Pegamos o quarto 5.

No quarto, começamos com um banho juntos. Nossos corpos molhados, bocas grudadas, beijos quentes. Ela usou meu hidratante, meu óleo corporal… se preparou como quem se entrega. Deitou, abriu o corpo, e pediu para eu fazer tudo.
E eu fiz. Sem dó, sem pausa.

A algemei. Coloquei a venda em seus olhos.
E ela, completamente entregue, virou meu brinquedo naquela cama.

Chupei aquela buceta cheirosinha, rosada e absurda de apetitosa até sentir suas pernas tremerem. Ela gemia alto, gozando na minha boca, rindo desorientada de tanto tesão.
Ainda vendada, coloquei meu pau na boca dela. Sem enxergar nada, ela procurava com as mãos, já de boca aberta, salivando, e soltou:
— Que pau gostoso de chupar!

Antes de tirar a venda, ela confessou — quase sem ar — que era apenas a segunda vez na vida que iria foder sem lubrificante, de tanto que tinha gozado… mas era a primeira vez que gozava mais de duas vezes antes da penetração.
Esse tipo de confissão… ahhh… faz o tesão bater no teto.

Subi na cama. Em pé, meti naquela buceta encharcada enquanto ela revirava os olhos como quem perde a alma no prazer. Peguei um vibrador novo e coloquei nas mãos dela. Ela ficou de quatro e pediu para eu comer o cu dela enquanto usava o vibrador na própria buceta.

Mas antes, inverti o jogo: meti na buceta enquanto encaixava o vibrador no cuzinho dela.
Meus caros… ela ficou ALUCINADA.
Gozando, tremendo, implorando. Uma cena digna de registro eterno na memória.

Aí foi fácil meter naquele cuzinho piscando enquanto ela me pedia, quase chorando de desejo:
— Mete… por favor… me come!

Finalizei comendo aquele cuzinho delicioso.
E, ainda de pau duro, ela pediu mais. Pediu buceta. Troquei a camisinha, abri as pernas dela e continuei metendo, com ela gemendo fundo… até que bateram na porta.
E ela, ofegante, implorou:
— Não para… eu quero gozar de novo…rsrs.

Quando acabou, ela desceu como quem voltou do paraíso. Sorriso largo, pernas bambas, me beijando na escada… e eu com o ego inflado, missão cumprida com excelência.

Saí dali leve, satisfeito, e com orgulho de declarar:
Missão Pocah concluída com sucesso.