17 de Novembro de 2025 às 20:16
BEIJO

NãO

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

NãO

Tem uma ninfeta nova em Niterói e ela, tristemente, é realmente no padrão ninfeta de Niterói. Encontrei o anúncio da menina e entrei em contato. Meio aos trancos, me mandou valores e suas restrições (“oral sem capa se estiver limpinho e não faço anal”) e parti a seu encontro. Fazia um calor do cu do capeta na cidade no dia. O local é na famosa Eusébio de Queiroz 31, que eu não conhecia. Ao chegar, toco a campainha e uma preta cavala me convida sorridente pra entrar. Ela dá boa tarde sorridente e eu devolvo. Sei que não é a menina porque não tinha nada a ver com o anúncio,mas imaginei que fosse me encaminhar pra um lugar que pudesse aguardar. Ela rapidamente olha no celular e pergunta, como quem afirma: “não é você, né?”. Ela me mostra a tela do celular e vejo a foto de um cara nada a ver comigo - mas que eu tinha visto aguardando do lado de fora. Aviso que é o amigo ali da frente e então ela gentilmente me convida pra sair e esperar na calçada. Espero um minutinho e a minha predestinada abre pra mim. Interessante comparar a forma como ela abriu com a passista anterior: enquanto a outra estava só sorrisos, esta abriu e foi entrando, nem olhou na minha cara. Ótimo sinal.

É a mesma menina do anúncio, acho que mais alta do que o anúncio (está mais próxima do 1,70m), esbelta, magrinha, pouco peito, mas com os dois mamilos com piercing e várias tatuagens pelo corpo. Cabelo cacheado cheio e um rosto bonito e entediado. Paulista por algumas semanas no RJ. No quarto ela vai tirando a roupa dela e eu a minha enquanto falamos amenidades. Pergunto se quer o pagamento adiantado e diz que sim. Faço. O ambiente é um pouco escuro e bem quente, sem janelas visíveis, apenas um ventilador de torre plantado em frente a cama para tentar ventilar alguma vida em quem estiver fudendo ali. Sem roupas me aproximo dela, que está em pé próxima à cabeceira da cama. Ela pega no meu pau e vai me punhetando e pergunta se quero deitar. Falo que quero beijá-la primeiro e ela avisa, muito tardiamente, que não beija. “Ah, é?”, digo, visivelmente desapontado, “então tá, deito”.

Ela vem de lado e inicia um bom boquete suave, bem babado. Seguro seus cabelos e conduzo os movimentos. Pego na sua bunda e tento dedilhar a buceta, mas ela se coloca num ângulo a dificultar isso. Pergunto se gosta de que chupe ela. Ela diz que até sim, mas que é bem sensível. Proponho um 69, que ela ignora e diz que vai deitar pra eu a chupar. Beleza. Ela se deito e abre um pouco as pernas e vou trabalhado. Ela faz algumas caras e bocas e relaxa um pouco. Também olha nos meus olhos e puxa meu cabelo, mas nada demais. Não senti que se interessou muito. Ela mesma interrompe o ato e pede pra me chupar mais um pouco. Ela deixa a pica mais dura com a boca e pega a camisinha e a coloca. E aí ela enche meu pau e a própria buceta de um bocado de lubrificante e vem por cima, numa sentada bate estaca, mas não dá muito certo e o pau fica saindo. Pergunta se quero mudar e vamos no papai e mamãe. Naquela posição ela não se revela a pessoa com o corpo mais flexível do mundo. Tenho que segurar suas pernas mas não vejo abertura pra flexioná-las muito, e ela é pernuda, então a metida não é das mais confortáveis. Eu a viro e ela fica de quatro e nessa posição entra super bem. Seguro-a pela cintura e às vezes pelos ombros (notei que não deixa segurar os cabelos) e ela soca a bundinha contra o pau. A metida estava boa, mas o excesso de lubrificante estava atrapalhando demais a sensibilidade da coisa. Pra piorar, a essa altura eu estava suando feito um pouco no quarto quente. Me levantei pra reposicionar o ventilador miserável mas não adiantou, parei a metida em dado momento e disse que iria ficar lá muito tempo até gozar. E aí pedi um banho.

Ela saiu do quarto, trouxe uma toalha e me levou até o banheiro. Tomei uma rápida ducha, aproveitando pra tirar o máximo de lubrificante que estava em mim, e a reencontrei no meio do caminho de volta. Falei que estava pronto pra tentar de novo. Ela mamou de novo e encapou o meliante. Pedi de ladinho. Ela ficou numa posição em que eu não estava conseguindo entrar, cheguei a ensaiar colocar um dedo pra ver se era sequer possível entrar e o dedo quase não entrou também – ela estava bem pouco molhada. Coloquei ela de quatro e parecia mais uma vez que eu estava tentando penetrar uma barreira sólida. Ela pegou o lubrificante e pedi pra que ela colocasse só um pouquinho. Ela passou os dedos melados na buceta e aí consegui entrar. Nessas condições pude sentir algum atrito e rapidamente, em questão de provavelmente 1 minuto, gozava enquanto socava nela de quatro.

Batemos um papo que foi até agradável. Fiquei com a sensação de que se tivesse conhecido a menina em outro contexto (fora de programa) poderia ter dado bom. Como GP ela claramente não curte o que faz e não gosta de atender. Ela se descreve como carinhosa e atenciosa e não é nenhuma das duas, infelizmente. Diante disso e do vacilo de não ter mencionado a falta de beijo, além dos não me toques costumeiros, o máximo que eu posso dar é neutro e uma não-recomendação. Aparentemente acho que sou novo demais pra perceber que uma novinha não tá nem aí pra mim e ficar de boa só por ter gozado nela.