BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$100.00
REPETECO
SIM
"Pedro De Pacas: Ei cara, eu tô dirigindo direito?
Anthony “Man” Stoner: Acho que a gente tá estacionado, cara."
Cheech e Chong ponderando sobre a relação entre movimento e inércia
NOTA: Tudo o que relatarei a seguir é baseado na minha própria experiência, e nas minhas impressões, sempre guiado pela polidez e pelo bom senso.
OUTRA NOTA: Adotei aqui um estilo mais literário, pois se o semi anonimato não for o escudo perfeito para treinar minha escrita, o que seria?
Relato atrasado — mas se até De Volta pro Futuro prometeu hoverboards pra 2015 e nada, quem sou eu pra entregar no prazo.
Conheci a moça no último encontro do Arena. A sala cheia, luz ruim, cansaço acumulado de um dia extenuante de trabalho, conversa atravessada… e ela. Bastou um sorriso e meu alerta interno acendeu. Química imediata, daquele tipo que desarma. O meu sentido de aranha tocou na hora. Um alarme baixo, quente, daqueles que começam na nuca e descem devagar, dizendo essa aí pode virar problema...
E, mesmo assim, eu fui atrás.
Todo mundo sempre vai.
Troquei uma ou duas palavras com ela antes que a noite a puxasse para longe. Foi rápido, mas ficou. Ficou o sorriso. Ficou a leveza. Ficou aquela química que não se explica — só se aceita, como uma bebedeira boa que chega antes da primeira dose.
Peguei o contato pelo social do Arena. Educada, direta, profissional. Acertamos tudo: dia, hora, deslocamento pago adiantado. Simples.
Quando chegamos lá dentro, a porta fechou com aquele clique que transforma o mundo em outro lugar.
Nada de pressa.
Nada de roteiro.
Apenas dois corpos sem compromissos com o relógio.
Umas cervejas geladas para abrir a alma, música baixa, conversa que escorregava macia, como se já nos conhecêssemos de outras vidas — ou de outros pecados.
O resto… bem, o resto não precisa de detalhes.
Só digo que houve química.
Daquelas que queimam devagar, depois queimam rápido, depois queimam tudo.
Daquelas que fazem você se segurar para não perder a cabeça — ou perder algo mais.
Ela tinha uma energia difícil de explicar — quente, firme, presente. Entrava no ambiente como se tomasse posse dele. O resto não precisa de detalhes: só digo que foi intenso, honesto, e que deixou marca. Um dos melhores encontros que tive em muito tempo.
Mas compromissos chamam, sempre chamam.
Se não chamassem, talvez estivesse lá até agora.
A gente saiu, mas o quarto ficou lá atrás, respirando sozinho, quente ainda.
Por fim, porém não menos importante, deixo aqui um abraço forte para todo mundo nesse fim de ano.
Que a comunidade siga firme, ajudando uns aos outros, cuidando das meninas que iluminam esse submundo com a graça delas.
Sem elas, tudo seria mais frio, mais vazio, mais sem cor.
E, quem diria — talvez até pior que 2015 sem hoverboards.
