08 de Dezembro de 2025 às 17:34
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

NãO

Há tempos, uma obsessão me consumia: conhecer a Dama, aquela de alcunha inspirada nos povos originários. Os ecos sobre ela eram unânimes e extremamente positivos, vindo, em grande parte, dos respeitados membros da minha confraria de Arariboia. Eu precisava encontrá-la.

O primeiro obstáculo foi a dificuldade do agendamento. O anúncio, que eu perseguia incansavelmente, parecia surgir e desaparecer como uma miragem. Foram necessárias várias tentativas até que, finalmente, ele ressurgiu. Entrei em contato. Selamos o acordo.

Seu endereço era um ponto de referência entre os confrades da Província Nichteroy: Rua Maestro Felício, 551. Na entrada do prédio, executei o ritual habitual de identificação burocrática e subi, com a expectativa nas alturas.

Ao encontrá-la, no entanto, veio o primeiro choque: as fotos não eram inteiramente fiéis. Suas feições pareciam ligeiramente diferentes do que eu imaginara. Contudo, essa quebra de expectativa não durou muito, pois seus atributos físicos eram, inegavelmente, totalmente autênticos e hipnotizantes.

Iniciamos a conversa. O papo fluiu com uma facilidade surpreendente, e sua simpatia rapidamente se tornou o destaque. Com a higiene corporal já resolvida, não tardamos a mergulhar em nosso envolvimento amoroso.

Os beijos iniciais foram vorazes e sem economia, um prelúdio intenso para o que viria. A situação evoluiu e tive a chance de realizar meus desdobramentos linguísticos em suas partes íntimas. Eu a conduzia com precisão, quase alcançando o ápice. Foi então que, para minha frustração, ela pediu uma interrupção. Resignado e descontente, acatei sua vontade.

Iniciamos uma nova etapa. Ela me concedeu seus toques, suaves como veludo, mas foi aqui que a situação desandou. Se seus lábios haviam trabalhado com maestria antes, agora seus movimentos pareciam mornos, quase suaves demais, o que me causou uma notável perda de concentração e foco no ato.

Percebendo o declínio do momento, forcei-me a buscar o foco em meu âmago e consegui me recuperar. Convidando-a a se posicionar em quatro apoios, tomei posse de seus domínios. O ritmo que impus era cadenciado, lento, saboreando cada pêndulo, pois seu corpo era, de fato, incrivelmente sensual.

À medida que meus impulsos aumentavam, clamando pela liberação do prazer, eu reunia forças para não sucumbir. Mas o que era prazeroso para mim não parecia ser para ela. Percebi um sutil desconforto.

Para evitar qualquer situação desagradável, mudei a dinâmica, buscando um desfecho rápido e, infelizmente, não tão memorável quanto eu esperava. Alcancei meu regozijo de uma maneira que eu só poderia descrever como medíocre.

O encontro, apesar de todo o hype e expectativa, terminou com um sabor agridoce.