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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Lorena Soares,
ou
O Caso Controverso do Plug
E lá foi Holmes se encontrar novamente com a ninfeta, uma vez mais em sua filial carioca de seu escritório, no Flamengo. A pedidos, levou um bom rosé, um sandubão gourmet e um refri.
A loirinha chega na hora, e vai se atracando em Holmes, sem parar de falar, já contando as diversas novidades ocorridas nas duas últimas semanas, quando não se viram.
Tendo vindo de moto, em vista do calor que fazia, uma ducha forte era obrigatória. Foi um pulo do chuveiro para a cama, peladinha. O safado detetive, que estava com a libido em alta, matando cachorro a grito, já a esperava, a essa altura, também nu em pelo.
Ela pergunta se pode fumar um cigarrinho antes de irem para o “vamos ver”. Holmes, cidadão inglês raiz, atualmente não fuma, mas adora o aroma de tabaco, e, civilizadamente, não objeta.
Uma vez consumida a dose de nicotina, deitada de bruços e com o cabelão encaracolado afastado, Lorena é amplamente besuntada em cada centímetro de seu corpo, com Holmes dando início ao seu rito habitual para esquentar os motores de suas amadas.
Em se tratando de Lorena, a tarefa é mole; ela esquenta rapidinho, e se bobear goza mesmo antes de qualquer incursão mais atrevida. Holmes dedica um tempão ao aquecimento dos tamborins até que a ninfeta começa a perder a linha, elevando sua bundinha como se tivesse querendo ser penetrada.
Não é necessário dizer que a essa altura o detetive não mais raciocinava com a razão, mas sim com outras partes. Como Lorena é leve como uma pluma, Holmes facilmente a coloca de frente para si, facilitando alcançar sua ppka, ao mesmo tempo em que possibilita a ninfeta se apoderar de Watson, seu eterno companheiro.
Antes mesmo que a coisa evoluísse para outros rumos, Holmes desce, e se posiciona para homenagear a pequena ppkinha da Lorena. Percebendo a intenção de devasso detetive, a ninfeta imediatamente se oferece, também se reposicionando para facilitar o minete.
Holmes, sabendo da rapidez com que o gozo de Lorena chega, procura ser o mais gentil possível, tanto em pressão quanto em ritmo. Para seu espanto, (e alegria) os tremores dela rapidamente tomam conta de seu corpo, com ela anunciando um gozo fortíssimo e se contorcendo para todos os lados. A xoxota está molhadíssima e a perolazinha já protegida a sete chaves por conta da hipersensibilidade que se instala.
Holmes se aproveita da circunstância, veste Watson e, com ajuda de Lorena, parte para liberar todo seu tesão reprimido, iniciando lenta e superficialmente um franguinho de padaria. E foi aí que a cobra fumou: Holmes, pensando que ainda era garoto, não economizou. Variava de ritmo e de ímpeto conforme as reações de Lorena, e se deixou levar por essa cadência por um tempão, um degrau a mais do que seu folego permitia, até que, pareceu chegar outro gozo de Lorena. Holmes tomba para o lado, satisfeito, mas bem cansado.
Tempo para ducha, hidratação, outro cigarrinho ...... e mais um. O papo, ou melhor, o quase monólogo, se estende. Holmes, que é bom de ouvido, se divertia (e às vezes ficava espantadíssimo) com as estórias de vida de Lorena, sem dúvida, um livro pleno de conteúdo. É incrível como essas meninas tão novas já têm uma experiência de vida tão densa e diversificada.
Em meio à conversa, distraidamente, Lorena se apossa de Watson, e este revive como num passe de mágica. Ela passa a cobrir Holmes de beijos, e vai se posicionando para emendar um oral matador, ao qual o famoso detetive acaba não resistindo, entregando o que restava de seus fluidos à ninfeta hidra, a devoradora de descendentes. O serviço foi tão completo que não foi necessária qualquer iniciativa de higienização. Holmes, depois do quase um minuto de estertores ininterruptos, cai uma vez mais prostrado na cama, para deleite da ninfeta.
Papo vai papo vem, Lorena revela a Holmes que acha super bonitas as fotos de algumas das meninas que posam com plugs adornando sua bundinhas, e que, apesar de ser avessa à prática anal (ela não liberar de jeito algum), gostaria de fazer uma foto desse tipo.
Indiferente ao fato de Holmes ter avisado que no caso dela publicar uma dessas fotos, naturalmente, todos os clientes adoradores do anelzinho iriam insistir bastante em comer aquela bundinha, Lorena insistiu. Holmes não teve alternativa senão ceder. De fato, pensou ele: “a bundinha é dela, e, portanto, dela pode fazer o que quiser”.
Em seu “kit putaria” Holmes tem sempre um plug pequeno. Ele o esquenta com a água quente da torneira e o seca. Posiciona Lorena confortavelmente em posição de franguinho na cama, enche ela de carinho ao mesmo tempo em que acaricia seu anelzinho rosa com dedos abundantemente lambuzados de KY de silicone.
Para desespero dos Confrades que ainda estão lendo este relato, informo: o cuzinho de Lorena é apertadíssimo. Holmes aguarda sinais de aceitação antes de ir adiante com o “pai de todos”, o que, após algum tempo, acaba acontecendo. Lambuza o plug com o mesmo KY, e com ele, começa a passear ao redor do alvo até que novos sinais indicassem o momento de começar a penetração. Um pouquinho mais de paciência, e ....... bingo ! Lá está o plug totalmente encaixado. Lorena reclama um pouquinho, mas logo logo, já está à vontade fazendo poses de quatro para que Holmes capture as imagens empregando para isso o celular dela.
A foto acima é uma das que a própria Lorena enviou para Holmes, com o pedido expresso para que a publicasse.
Seja feita vossa vontade Lorena, pestinha do Holmes. Depois não vem reclamar a respeito do assédio que esse danado de plug vai provocar.
