19 de Dezembro de 2025 às 11:10
ALICE DURANT
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Eu já estava familiarizado com o AA 37 e o SD 117, mas o RB 156 ainda era terreno desconhecido para mim. Enquanto processava meu cadastro, sentia que aquele trâmite burocrático era apenas o último passo que me separava dela, colocando-me definitivamente no ponto de partida para o que viria a seguir.
​Subi para o apartamento dela e, assim que cheguei, a recepção foi melhor do que eu poderia imaginar. Ao abrir a porta, ela se manteve escondida atrás dela, criando um mistério que me puxou para dentro. Mal dei o primeiro passo e, sem dizer uma única palavra, ela me envolveu em um beijo profundo e intenso, entregando de imediato toda a energia que eu esperava desse encontro. Só depois daquele beijo maravilhoso é que consegui recuar um pouco e ver o seu rosto. Como eu ainda não a conhecia pessoalmente, aquele foi o momento em que a imagem que eu tinha na mente ganhou vida; ela era linda, e a confirmação visual só tornou tudo mais real depois de tanta expectativa.
​O calor estava intenso, então fui tomar um banho para me refrescar enquanto processava a adrenalina daquela recepção. Sob a água, a expectativa do que ainda viria tomava conta de mim. Assim que terminei, voltei para junto dela, pronto para aproveitar cada segundo da nossa companhia e mergulhar de vez no clima que aquele primeiro beijo já havia anunciado. Seguiamos para o quarto e nos entregamos àquela conexão que só aumentava. Deitados, ela voltou a me beijar com a mesma entrega de antes, mas logo o clima subiu de tom; com uma intensidade que me deixou sem fôlego, ela passou a me chupar com desejo, fazendo com que cada sensação me colocasse ainda mais no centro daquele prazer que eu tanto havia aguardado.
​Enquanto me chupava, ela ia demonstrando exatamente o que queria, guiando o ritmo com o corpo. Em um movimento fluido, ela se posicionou lateralmente a mim e abriu as pernas, num convite que aceitei de imediato. Comecei a chupá-la também, estabelecendo um tipo de 69 lateral onde o prazer era mútuo e coreografado; o foco estava todo ali, naquela troca intensa de sensações onde cada um se perdia no desejo do outro. Em seguida, ela se posicionou por cima de mim e começamos o sexo, assumindo o controle do movimento enquanto nossos corpos se encaixavam com perfeição. Naquela posição, eu tinha o acesso ideal para continuar a exploração; entre um movimento e outro, eu buscava sua boca para beijos profundos e me perdia chupando seus seios, mantendo uma conexão total enquanto o prazer subia de nível.
​Logo em seguida, ela se ajustou na cama para que eu ficasse por cima, conduzindo a transição com uma naturalidade fascinante. Adorei o fato de ela sugerir exatamente o que gosta sem precisar dizer uma única palavra; seus movimentos e a forma como posicionava o corpo falavam por si só. No centro daquela sintonia, assumi o controle do ritmo, sentindo que cada ajuste dela era um convite para explorarmos ainda mais a nossa química. Em seguida, ela se posicionou de quatro, permitindo que a intensidade da nossa conexão atingisse o auge. O ritmo tornou-se mais profundo e, guiado por aquela entrega total, senti o prazer transbordar; naquele instante de entrega mútua, deixei-me levar pela sensação avassaladora e gozei, selando com êxtase o encontro que tanto havíamos esperado.
​Depois que o fôlego voltou ao normal, ficamos ali, aproveitando a companhia um do outro para conversarmos e nos conhecermos melhor. A conexão que começou física logo se estendeu para as palavras, e descobri que a sintonia ia além da cama. No entanto, o tempo foi cruel; as horas pareciam correr mais rápido do que deveriam e, logo, o nosso período juntos chegou ao fim. Quando a vi ali, nua ao meu lado, senti que ir embora naquele instante era um esforço acima das minhas forças. Mesmo sentindo uma ponta de culpa, pois já passava das quatro da tarde e ela ainda nem havia almoçado, não resisti e perguntei se poderia ficar pelo menos mais trinta minutos. Ela, demonstrando uma generosidade que me marcou, esforçou-se para me agradar e aceitou o pedido.
​Para mim, aquilo foi um repeteco (haja vista que só ficaríamos 1 hora e ambos tinham outros compromissos), uma entrega tão intensa quanto a do início, mas agora condensada em apenas trinta minutos. O calor lá fora castigava a cidade e desafiava o esforço conjunto do ar-condicionado e do ventilador, mas dentro do quarto, a nossa temperatura era o que realmente ditava o ritmo. Mesmo com o tempo contado e o clima fervendo, nos entregamos novamente com a mesma vontade. Aquele repeteco ganhou uma cadência própria, e eu me vi novamente entregue à energia dela. Em meio àquela atmosfera vibrante, a paixão transbordou mais uma vez; senti o prazer me dominar por completo e gozei pela segunda vez, selando aqueles trinta minutos adicionais com uma satisfação que justificava cada segundo de insistência.
​A Alice me impressionou logo de cara, com uma presença que não passa despercebida. Ela é alta e tem uma pele clara e linda, o que destaca ainda mais aquele cabelo preto, liso e muito bonito que ela tem. Além de ser uma mulher linda, o que realmente me marcou foi o jeito dela; ela é extremamente carinhosa e simpática, tratando a gente com uma atenção que faz toda a diferença. Foi esse conjunto — a beleza física marcante e essa doçura no trato — que tornou tudo tão especial, fazendo com que eu me sentisse à vontade e totalmente conectado a ela desde o primeiro momento.

O relato acaba aqui, mas como ela me deixou muito inspirado, vou continuar a me expressar.

O Encantamento em Alice
​Em pura brancura, Alice repousa,
Qual anjo de luz em noite de cetim;
O cabelo de seda, que o rosto ousa
Cercar de um mistério que não tem fim.
​É alta e divina em sua moldura,
De traços perfeitos que o olhar seduz;
Na pele de neve, tamanha brancura
Se funde ao desejo banhado em luz.
​Nos beijos de Alice encontrei o paraíso,
Uma entrega ardente que o fôlego consome;
Bocas unidas num doce egoísmo,
Onde o meu desejo só grita o seu nome.
​No peito ferve o estio, o sol castiga,
Mas que importa o mundo e o seu calor?
Se em seus braços de neve, a alma cativa
Se perde em delírios de um gozo e de amor.
​Nesse encantamento me vejo perdido,
Preso ao seu rastro, ao seu jeito de flor;
Em Alice encontrei o meu céu prometido,
Um transe de alma, de paz e fervor.
​Alice é o sonho que a carne consome,
No repeteco ardente, no transe profundo;
Gritei em suspiros o seu doce nome,
Longe das horas, longe deste mundo.
​Trinta minutos... ó tempo mesquinho!
Deixai-me viver nesse corpo de flor,
Buscando o desejo, seguindo o caminho
Desta volúpia que é vida e é fervor.