26 de Dezembro de 2025 às 23:01
ÍNDIA PITANGA
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BEIJO

SIM - NãO GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

Como tem sido de praxe, minha última passagem pela cidade pseudo-maravilhosa foi rápida. Ainda na segunda semana de dezembro, eu já sentia a necessidade de uma saideira, um último TD para fechar 2025. O fato de estar de malas prontas para uma viagem que me manterá afastado de terras fluminenses por pelo menos seis meses a partir da virada do ano só aumentava a sensação de urgência.

Não sei explicar exatamente o porquê, mas estava decidido: esse TD não poderia ser um repeteco. Dois nomes, então, surgiram quase de imediato no radar: Índia Pitanga e Bella Dias. Não foi uma escolha simples, mas acabou pesando o desejo que eu vinha cultivando havia meses: saborear as “pitangas” da Índia, aquele lindo par de seios que ela exibe com tanta desenvoltura e que já viraram ornamento recorrente do Arena Social. Escolha feita, a nossa Bella foi logo para a lista de prioridades para 2026 (sem essa de sair do radar).

Contato fácil e tudo foi acertado sem atropelo para seu último horário de atendimento. Pontualmente chego ao seu local e sou atendido por uma menina bonita, não tão alta quanto eu imaginava, magra (não chega a ser magrela), pele morena, cabelão preto, em resumo: bem gostosa. Não lembro o que ela estava vestindo, mas enquanto eu me preparava para o banho ela já estava sem nada.

O enrosco não foi dos mais “calientes”. Em alguns momentos, tive a impressão de que ela demonstrava certo cansaço (talvez reflexo de um fim de dia mais puxado). Os beijos foram estranhos. Passei um bom tempo insistindo, tentando decifrar como exatamente ela escondia a língua (tenho uma teoria, mas deixo pra lá por não achar que o tema mereça virar um projeto de pesquisa). Mesmo tendo acabado de sair do banho, um lenço umedecido entra em ação antes do pequeno ser abocanhado. Enquanto recebo um boquete dos mais competentes, acaricio a bucetinha dela (coisa linda!). Nesse momento devo ter me empolgado, pois ela me informa que não permite dedada e nem que toque no cuzinho. Lanço-me então como um Kamikaze àqueles peitos que tanto desejei, macios, quentes, deliciosamente naturais. Hora em um, hora em outro, aprecio sem moderação. “A fome com a vontade de mamar”. Depois de muito tempo, desço até o meio de suas coxas e descubro um outro tesouro: a buceta da menina é uma delícia que harmoniza à perfeição com seus peitinhos. Foi difícil parar de chupar aquela xaninha. Até que vem a hora de conceder ao pequeno o privilégio de conhecer aquela bucetinha, já bem molhadinha àquela altura. Camisinha posta, peço que fique de 4 e soco até gozar.

Mesmo com tempo, preferi abrir mão de um segundo round. Ficamos deitados conversando e a menina demostrou ser companhia agradável. O tempo avança, parto para o banho e ela rapidamente se apronta para sair e liberar o local para uma amiga que receberia ali um cliente (ao que parece elas se revezam na utilização do mesmo local).

A colega?
Por coincidência, é a mesma que agora figura na minha lista de prioridades para o próximo ano, como, aliás, mencionei em algum ponto deste relato.

A todos(as) um ótimo 2026!