06 de Janeiro de 2026 às 11:14
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Relato escrito em novembro do ano passado, esquecido no meio dos meus alfarrábios e que merece ser publicado.


A Jogatina

Conheci a Dona Pam na primeira festa do Arena em que eu fui, a de fevereiro/2025. Na ocasião, só fiquei por menos de 1 hora, e uma das poucas pessoas que vieram conversar comigo foi justamente a Pamela. Conversamos amenidades e uma coisa da qual eu lembrava é que ela tinha dito que gostava de jogos de cartas e de tabuleiro.

Passa o tempo e, ao me deparar com uma promoção, compro um joguinho para lhe dar de presente. E o joguinho ficou meses guardado no meu armário, esperando a oportunidade chegar – não me perguntem o porquê da demora, eu não saberei responder.

Mais alguns meses se transcorrem e eu me deparo com a Senhorita Winston no chat do Arena. Conversa vai, conversa vem, eu lhe faço uma promessa: a próxima garota com quem eu fosse sair pela primeira vez seria ela.

Enrolei mais um pouco? Sim, enrolei, mas mantive a minha promessa. Qualquer saída minha era apenas um repeteco.

Entro de novo no Arena. “Deixa eu ver o que estão falando nos fóruns... Esse eu já li... Dicas de como desbravar... Indo com a cara e a coragem, ora bolas! As mais bonitas de rosto... Será que eu já respondi esse? Quem será que o pessoal está escolh.... Mama mia!!” E lá estava uma foto de Pamela, sorridente, linda, plenamente consciente de sua beleza e, eu juro, sussurrando para mim “Cadê você que ainda não veio me ver, hein? Enrolão!”

Xeque-mate! Na mesma hora mandei mensagem para PamPam: “Chegou a hora! Dia tal, x horas, você pode? E eu tenho um presente para você guardado há meses.” Com a resposta afirmativa da moça, só me restava esperar a chegada do encontro, depois de quase 1 ano.

Chego no apartamento de Pamela e toco a campainha.

 __
Quando Pamela abre a porta, lá estou eu com o seu presente: eu mesmo!


A cara que eu imaginei que ela fosse fazer ao me ver.


A cara que ela poderia ao menos ter se esforçado para fazer ao me ver.


A cara que ela realmente fez ao me ver.

Notando a carinha de desapontamento que Pamela me fez, eu logo me corrijo. “Calma, calma! Eu não sou o seu presente! Eu estava falando sério, eu te comprei mesmo uma lembrancinha! Tá aqui, ó!”

Entrego o embrulho e ela o abre com uma alegria juvenil encantadora! Ponto para mim!


Agora sim uma cara genuína de felicidade!

Eu esqueci de dizer como fui recepcionado por Pamela. Pois bem, ela vestia um jaleco branco e estava de óculos. A perfeita massoterapeuta, seriedade e profissionalismo, com um certo ar nerd que se mostrou verdadeiro ao longo do encontro.

– E então, Dona Pam... Muito tempo enrolando para te ver, né?
– Caramba, Dan! Eu pensei que fossemos virar 2025 sem finalmente nos conhecermos mais a fundo!
– Estou aqui para corrigir essa tremenda falha! E sei exatamente por onde começar.
– Ah, é, seu safadinho? Por onde você quer começar, hein? Quer começar comigo te ch...
– Vou te ensinar como é que joga esse jogo que eu te trouxe!
– Ahn? Comoéqueé? Bem... Cada um com seu fetiche...
– Fe o que?
– Nada não, me mostra suas cartas...



– Dan, você não prefere, sabe, jogar outra coisa?
– O que você sugere, moça?
– Use sua imaginação, meu garanhão!
– Bispo D3 para F5, come o seu cavalo!
– DAN!!!!!!! PARA COM ISSO!!!



– Desculpa! É que você falou que gostava de jogos.
– Eu gosto sim de jogos, Dan! Mas agora estou a fim de OUTROS jogos, se é que você me entende...
– Posso tentar mais um?
– Afff... Desisto! Vai... Manda... Qual você quer jogar?
– Que tal Twister?
– Como é que joga esse?
– A gente vai girando a roleta e tem que pôr a mão ou o pé nas cores determinadas, sem cair. Olha aqui: pra mim a roleta deu pé esquerdo na bola verde.
– E eu? O que deu? Ah! Mão direita na bola amarela... Isso é divertido! Mas tá fácil!
– Por enquanto, mas daqui a pouco começa a embolar e ficar mais difícil.




– O meu deu pé direito na bola vermelha... Ai, caramba! Tô quase caindo, Dan!
– Se segura! Se encostar o bumbum no chão, perdeu!



– Agora é a sua vez, Dan!
– Tenho que colocar o meu pé aí pro seu lado...
– DAN! Você está roçando em mim! Isso faz parte do jogo?
– Faz parte do MEU jogo...
– Ah, seu safado! Pensei que estivesse me enrolando de novo! Vem cá, vem!



Pamela me manda sentar na beira da cama e coloca uma música para tocar. Começa então a dançar para mim, exibindo suas pernas, virando de frente e de costas, sorrindo, me dando piscadelas e fazendo caras e bocas. Vai abrindo o jaleco e me dando vislumbres de seu corpo. Por debaixo do jaleco, apenas uma calcinha azul e um daqueles laços ao redor da coxa. Ela me hipnotiza, meus olhos não piscam. Eu só consigo sorrir em retribuição.

 __
No meio da dança ela ainda me solta um “Contemplem o Magoooooo... com seu podereeeeees....”

Puxo-a para perto de mim e a beijo, passo as mãos por todo o seu corpo. Eu tinha emprestado meu kit para um amigo, o que me obrigou a improvisar. Puxo uma fita de cetim que eu comprara em um armarinho.


“Agora eu quero o MEU presente de Natal! Deita aqui que eu vou te embrulhar todinha.”

Envolta e amarrada, coloco Pam deitada na cama.

– Acabei esquecendo no trabalho a venda que comprei na hora do almoço. Droga!
– Não tem problema, eu fecho os olhos e só abro quando você mandar.

Tiro a calcinha de Pamela, pego o brinquedinho para gatos com uma pena na ponta (improviso, improviso! Eu lembrei de um petshop perto do trabalho) e começo a brincar com aquela mulher diante de mim, submissa aos meus desejos. A senhorita Winston se arrepia toda. Sua ppk é uma delícia de chupar. Alterno minha atenção entre seu sexo, seus seios, seus pés – ela adora! –, seu corpo. "Posso te pedir uma coisa?" "Pode." "Deixa eu te comer?" "Vem!"

Coloco a camisinha e na mesma posição em que estou, ajoelhado entre as pernas de Pam, a penetro com vontade. Ela se abre toda para mim, geme, solta gritinhos. Tiro a fita que prende seus braços e permito que ela abra os olhos – muito obedientemente, ela os havia mantido fechados direitinho. Ela realmente entrou na brincadeira. Jogo meu corpo inteiro sobre o de Pamela, sentindo toda a extensão de sua pele. Ela me aperta forte contra o seu corpo. Rolo para o seu lado e assim continuo a pegá-la, de ladinho, com as mãos livres para passear pela sua bundinha e pelos seus seios.

Cansado, me retiro e Dona Winston vem me chupar. Tiro minha camisinha e lhe ofereço minha pica. Ela não o chupa, ela o engole por completo, utilizando sua língua de todas as maneiras imagináveis, dando leves cuspidinhas nele. Exerço todo o meu autocontrole, pois meu pau estava desesperado por gozar, mas minha mente queria desfrutar mais daquela situação. Pulo para fora da cama – à força, pois ela não queria largar de jeito nenhum –, encapo meu amigo novamente e a puxo para que fique de quatro. E assim volto a comê-la, bem gostoso. Pamela me manda apertar forte sua bunda e sua cintura e eu alegremente obedeço. “Tá cansado? Então vem aqui por cima.” Fodo PamPam no papai-e-mamãe, aproveitando para chupar seus seios e beijá-la bastante. “Posso ir por cima agora?” “Eu já te disse, você que manda, moça!”

Pamela vem por cima de mim, demonstrando uma elasticidade incrível. Passa as pernas de um lado para o outro com facilidade. Joga o corpo todo para trás, me exibindo sua ppk enquanto rebola. Meus olhos estão secos, já que eu sigo sem piscar. Pam joga o seu corpo para cima do meu peito, fica grudadinha em mim e eu a abraço. Olho em seus olhos e pergunto: “Posso gozar em sua boquinha?” Ela abaixo o rosto, coloca a boca em meu ouvido e sussurra: “Deve”. Pam sai de cima de mim, tira a minha camisinha, me chupa mais um pouco e logo, logo gozo em sua boca gulosa. Ela fica ainda um bom tempo com meu pau em sua boca, arrancando suspiros de mim com sua língua e garantindo que não sobre nenhuma gota, engolindo tudo.

Pausa mais do que necessária para um descanso. Conversamos bastante, descubro que Pamela já havia trabalhado em antigos privês e inclusive conhecia meninas com quem eu costumava sair anos atrás. Rimos muito, afinal somos dois doidos. E a vontade de um segundo round vai crescendo...

Volto a chupar a ppk de Pamela, que também se anima toda. Enquanto paro para beijá-la e aos seus seios, ela prossegue se masturbando com suas próprias mãos. Ela me chupa também, para me pôr em ponto de bala. Preparado, ela se posiciona: de pé ao lado da cama, ela coloca a perna esquerda sobre o colchão, a mão direita apoiada no chão, a mão esquerda abrindo suas nádegas. Meto fundo naquela acrobata, segurando sua cintura para que ninguém caia. Ela ainda me puxa para pegá-la novamente de quatro sobre a cama e depois por cima dela. Quando finalmente estou pronto para gozar, ela se deita de costas, começa a se masturbar, eu sento (com cuidado) sobre seu peito. Ela abre a boca, põe a língua para fora, fazendo movimentos de “vem... me manda tudo...”. Gozo em sua língua e em sua boca, completamente extasiado.


Pausa para um momento relax antes de partir.

Depois de um lanchinho, um afago e mais um dedo de prosa, parto para casa, lindo, livre e solto. E relaxado. E gozado.


Me senti pequenininho diante da safadeza e da taradice de Dona Pam, mas até que eu me virei bem!

Sobre Pamela Winston, para quem não a conhece:

Pré-atendimento: Super atenciosa, marcação tranquila, todas as dúvidas foram plenamente sanadas.

Local: AA37, apartamento amplo, cama gigante.

A moça: Branca, loira, cabelos compridos, altura média-alta (chutaria +/1 1,70 m), seios pequenos, bonita.

Beijos: Beijoqueira nível hard! Sempre procurando o contato, sempre caçando a minha boca.

Safadeza: Nível hard++! Abraça, aperta, pede mais, diz o que quer, faz o que quer, quando quer e como quer. Fala safadezas, transa em mil e uma posições. A mulher simplesmente não cansa – palavras dela própria.

Oral (nela): Ppk deliciosa de se chupar e é lindo de se ver Pamela se contorcendo e gemendo.

Oral (em mim): Boquete muito bom, pressão correta, cadenciado, um pouco babado, muita interação visual. Ainda deixa gozar na boquinha e

Sexo: Animal! Como dito ali em cima, a mulher não cansa e te puxa para onde quiser ir. Posições variadas – por cima, por baixo, de lado, de quatro, de três –, gemidos, beijos, mordidas. E no início ela se entregou inteiramente à personagem. Nota 10, com louvor!

Anal: Diz que faz, mas nem cogitei em provar de tão bom que já estava. Fica para uma próxima.

Repeteco: Se eu não for me aposentar ano que vem, haverá repeteco sim!



Mais um estado riscado do meu mapa da sacanagem: Paraíba! E o Grok ficou tão animado fazendo as imagens deste relato que agora para ele tudo é Paraíba.