06 de Janeiro de 2026 às 11:20
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - COM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Data Estelar 61039.9
Diário do Primeiro Oficial e Oficial de Ciências da Nave da Federação NCC-1701 Enterprise

Em órbita do Planeta Otaku, do Sistema Estelar Hentai, estudando as suas estranhas atividades, minha curiosidade científica foi atiçada. Quais os hábitos dos habitantes daquele planeta? Como seria conviver com aqueles seres? Entrei em contato com uma de suas embaixadoras, a Senhorita Himiko Toga, que me ofereceu uma experiência, chamada na sua língua de “Goshujin-sama”, para que eu pudesse fazer uma pequena imersão em sua cultura.

Peguei a nave auxiliar Galileo e rumei para uma estranha floresta de pedra no planeta, ainda inexplorada para mim, que os nativos chamam de “Copacabana”.

Fui recepcionado pela Embaixadora trajada em suas vestes típicas, que homenageavam uma personagem do seu planeta chamada Mitsuri. Ela tinha alguma coisa a ver com lâminas que destroem demônios, não consegui compreender se ela era realmente uma figura histórica do planeta ou se era algo da mitologia que eles pareciam venerar. Mas o importante era que a Embaixadora já me puxou para dentro de seu palacete e começou um ritual que incluía me beijar sem parar, me abraçar e esfregar seu corpo no meu. Meu lado racional Vulcano me mandava me controlar, enquanto meu lado emocional Terráqueo dizia “Foda-se, cai dentro! Se o Kirk pode, você também pode!” Devo ressaltar que a beleza da Embaixadora era fascinante, segundo os padrões vulcanos, terráqueos, bajorianos e betazoides.



Eu estava ali numa missão de estudo, para decifrar os segredos daquela civilização. Pedi uma pequena pausa e consegui fazer a saudação de “Boa tarde, tudo bem? Eu sou Spock. Prazer em conhecê-la”. A Embaixadora riu e se desculpou por sua impulsividade. Ela se ajoelhou e retirou de mim meus sapatos e meias. Se levantou e voltou a me beijar e a passar suas mãos por debaixo da minha camisa. Solicitei um líquido para hidratação e a permissão da Embaixadora para um ritual Vulcano de limpeza corporal antes de prosseguirmos, a qual ela foi obrigada a conceder. Ao retornar para o recinto, vestido com meu clássico uniforme de comando azul, encontrei a Embaixadora estranhamente sem parte de suas vestes.

A Embaixadora me explicou que naquela experiência eu, como seu convidado de honra, teria comando total sobre ela. Ela seria submissa a mim. Interessante. Ela me entregou a guia de uma coleira presa ao seu pescoço e se dirigiu para uma maca, onde ela me apresentou uma série de brinquedos ritualísticos que eu poderia utilizar à vontade.



Ela se sentou sobre a maca e resolveu me demonstrar como se iniciava um ritual de acasalamento na sua sociedade. Ela foi me beijando sem parar, me envolvendo com suas pernas. Me desvencilhei, tirei a última peça de suas vestes, uma pequena calcinha, me abaixei e comecei a beijar e chupar seu órgão sexual, ao qual ela se referiu como “buceta”.

Não querendo fazer uma desfeita à minha anfitriã e sem querer desrespeitar os ditames do ritual Goshujin-sama, segurei a sua coleira e a ordenei que se ajoelhasse. Ela então beijou meus pés, minha perna, retirou a minha peça íntima, me deixando apenas com a camisa do meu uniforme, e começou a trabalhar oralmente no meu membro, que ostentava uma rigidez militar. Por todo o tempo ela manteve contato visual comigo para verificar se eu estava satisfeito com suas ações. Cansado da viagem interestelar, me sentei em um pequeno sofá e ordenei que ela continuasse a sua demonstração. A Embaixadora se sentou sobre a minha perna, de frente para mim, esfregando sua buceta em minha coxa. Ela se virou de costas. Peguei um dos brinquedos ritualísticos, o que tinha a aparência de um pequeno chicote de energia Ferengi, e com ele fiquei batendo levemente na Embaixadora. Estranhamente, ela pareceu gostar daquilo.

Arrastei a Embaixadora Himiko para a sua cama e a prendi com suas próprias algemas rosas, pois eu não sabia como ela reagiria dali para frente. Achei melhor deixá-la também vendada, para que ela não se assustasse com alguma coisa que eu fizesse. Passei então a beijar todo o seu corpo. Seu pescoço exalava um perfume gostoso. Detive-me mais em seus seios, de tamanho médio, duros e bonitos, obras de um excepcional artista. Passei por sua barriga e por suas pernas bem torneadas. Cheguei em seus pés e também os beijei. Quando parei, por um momento ela se esqueceu de seu papel de submissa e me ordenou que continuasse, enfiando ambos os pés em minha boca. Prossegui com minha exploração, alcançando sua buceta. Ao chupá-la, a Embaixadora pegou minhas mãos e as colocou em suas costelas, pedindo que eu as apertasse com força, o que a excitava mais. Depois de um tempo analisando a sua zona erógena principal, perguntei o que mais eu poderia fazer, ao que a Embaixadora me solicitou que a chupasse mais. Fiz conforme seu desejo, apertando suas costelas e chupando sua buceta. A Embaixadora elevava seu quadril e apertava com a mão minha cabeça contra sua pelve, até que ela soltou um grito, seu corpo entrou numa sucessão infindável de espasmos e sua respiração tornou-se ofegante. Assim ela permaneceu por alguns minutos, quando eu a soltei das algemas e retirei a sua venda. Ela colocou a mão em sua buceta, me mostrando como ela estava encharcada, com algo parecido com mel escorrendo.

Neste momento, a Embaixadora proferiu um mantra poderoso no seu ritual, as exatas palavras, gravadas em minha mente, foram “Vem fazer amor comigo”. Peguei uma pequena veste ritualística, apenas o suficiente para cobrir meu órgão sexual, e comecei um intercurso sexual com a Embaixadora. A Embaixadora Himiko começou a gemer e voltou a me beijar. Na verdade, acredito que ela em poucos momentos parou de fazê-lo. Retirei o meu uniforme, para ficar completamente nu como a Embaixadora. Talvez com medo de que eu fugisse, ela me envolveu com suas pernas e me abraçou forte contra o seu corpo. Ela começou a proferir palavras profanas em meus ouvidos, que por algum motivo obscuro ativaram em mim o Pon Farr.

O Pon Farr é um impulso de acasalamento avassalador, um fenômeno biológico Vulcano quase impossível de se controlar. Eu não tinha completado os 7 anos desde o meu último desequilíbrio provocado por esta condição, mas meu corpo clamou pelo prazer carnal. Acometido de uma fúria incomensurável, eu passei a me envolver sexualmente com a Embaixadora com uma força crescente. Eu não estava mais no controle das minhas ações, meu corpo pareceu agir sozinho. Eu penetrava cada vez mais fundo no corpo da Embaixadora, que reagia com o que parecia ser um prazer genuíno e correspondente. Ela me apertou, me beijou e desta forma eu acabei atingindo o orgasmo.

Como a experiência Goshujin-sama ainda não havia terminado, a Embaixadora procedeu com a limpeza do meu membro e me colocou deitado de bruços na cama, dizendo que ainda precisava cuidar de seu mestre. Começou uma massagem pelo meu corpo, iniciando em minhas pernas e pés, passando pelas minhas costas e chegando até os meus braços e mãos. Essa massagem foi um momento muito relaxante em meio àquele ritual, mas os instintos do Pon Farr continuavam atiçados. Eu já sabia de algumas restrições impostas pela Embaixadora em relação à quantidade de interações físicas, mesmo assim lhe perguntei se eu ainda poderia descarregar manualmente um pouco da minha tensão acumulada. Como a Embaixadora aquiesceu, iniciei um ritual masturbatório deitado na cama e ordenei à Embaixadora que ela me beijasse enquanto eu trabalhava. Ela obedeceu e pediu a minha língua, que ela sorveu com vontade, e me ofereceu a dela, que usou para explorar toda a minha cavidade bucal. Obediente, a Embaixadora beijou e mordeu meus mamilos enquanto eu freneticamente manipulava meu membro. Prestes a explodir, a ordenei que se ajoelhasse sobre a cama, fiquei de pé e ejaculei em seus seios. Minha tensão caiu drasticamente. O ritual chegou ao seu fim.




A Embaixadora me perguntou se eu gostaria de tomar um banho purificador junto com ela. Não queria desonrá-la em sua própria casa, então aceitei de bom grado a oferta. Sob as águas calmas de seu chuveiro, ela me ensaboou e me limpou, me deixando preparado para enfrentar o clima árido do planeta, fora de seu palacete climatizado.

Antes de retornar para a nave auxiliar, fiz os acertos combinados com a Embaixadora e lhe deixei uma carta para celebrar a união Vulcano-Hentai. Senti que meus estudos não estavam completos, mas a Embaixadora não poderia continuar, pois já havia agendado uma reunião com algum Klingon para o horário seguinte. Só me restou registrar fotograficamente uma parte dessa experiência e trocar um último beijo com a Embaixadora.



Vida Longa e Próspera a todos.


Checklist:
– Loira cavala ✅️
– Mulata passista ✅️
– Negra baixinha ✅️
– Ruiva morena ✅️
– Branquinha ✅️
– Moça casada ✅️
– Cosplayer otaku✅️