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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O intervalo entre um encontro e outro não foi vazio. Foi preenchido por uma cirurgia no joelho, pela paciência forçada da fisioterapia e pela ansiedade de quem espera o corpo voltar a obedecer. Quando o médico finalmente disse que eu podia colocar carga, algo além do joelho também foi liberado: a vontade de viver o corpo novamente.
Foi numa busca simples, quase automática, que encontrei Luna Chaveirinho que atende na RB 156. O nome chamou atenção antes mesmo da foto. Perguntei se ela atendia pessoas com deficiência física. A resposta veio sem hesitação, sem constrangimento, sem curiosidade excessiva. Apenas aceitação. Isso, por si só, já foi um alívio.
Avisei que iria com cadeira elétrica. Diferente do encontro anterior, dessa vez era necessário. Ela reagiu com naturalidade, comentou sobre o espaço acessível, disse que não haveria dificuldade alguma. Cada mensagem diminuía meu nervosismo.
No dia marcado, subi. Toquei a campainha.
Quando a porta se abriu, entendi imediatamente o porquê do nome Luna Chaveirinho. Baixinha, extremamente proporcional, com uma presença que ocupava o ambiente sem esforço. Ela me conduziu até o quarto, ajudou com a locomoção, esteve atenta em cada gesto. Anos dirigindo me ajudaram a manobrar a cadeira por pouco, mas deu certo. E ela esteve presente em tudo, com paciência e atenção.
Já no quarto, o clima mudou.
O que me deixou hipnotizado foi aquela bunda. Senhores, que bunda perfeita. Não consegui parar de olhar. Ela percebeu meu olhar e reagiu a ele não com timidez, mas com consciência. Havia entrega, provocação e controle na forma como se movia.
O encontro ganhou intensidade quando os corpos se aproximaram de verdade. Os beijos foram um ponto alto: profundos, presentes, cheios de intenção. Meu nervosismo ainda existia, interferia, mas não afastava. Luna me fez lembrar o que é um beijo de verdade, com entrega, vontade e carinho um dos pontos altos do encontro.
Um oral maravilhoso, mas como eu estava nervoso, a penetração ficou complicada. Nada foi culpa da Luna; eu realmente estava muito nervoso. Ainda assim, o ponto que quero destacar foi o INCRÍVEL 69 que fizemos. Lembro que ela falou: “VOU COLOCAR MINHA BUNDA NA SUA CARA.”
Dito e feito.
O 69 foi incrível. Fazia anos que não provava uma buceta tão gostosa, cheirosa e suculenta. Pedi o 69 duas vezes.
Em determinado momento, Luna assumiu completamente a condução da cena. Disse algo que ficou marcado na minha memória:
“VOCÊ NÃO SAI DAQUI SEM GOZAR.”
De novo, dito e feito. Ela deitou do meu lado, meio de bruços, e partiu com um ligan, fazendo isso enquanto me beijava de uma maneira inexplicável. Finalmente, o êxtase veio, e eu soltei tudo o que estava acumulado. Essa Luna é simplesmente de outro mundo.
Prometi que vou voltar na próxima semana, já que, para mim, não tive um desempenho que me agradou tanto quanto gostaria.
Ao sair, não foi apenas o corpo que estava mais leve. Havia algo de reconectado dentro de mim. Uma certeza silenciosa de que, apesar dos limites, o desejo ainda encontra caminhos.
Prometi voltar. Porque algumas experiências merecem continuação.