13 de Janeiro de 2026 às 12:55
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


O sol ainda nem havia atingido sua altas temperaturas completamente quando despertei com aquela inquietação típica de quem busca algo que ainda não sabe nomear. Havia um rosto que visitava meus pensamentos com frequência, moldado por anúncios que eu já havia decorado.

Ela tinha aquele vigor fitness, um corpo esculpido em proporções quase irreais, uma hipérbole de curvas que parecia o remédio exato para o meu tédio.

No entanto, a existência de um único relato me fazia hesitar. Enquanto eu pesava os riscos, uma voz amiga ecoou na memória: a recomendação de Larissa Buarque sobre uma certa Moana. Foi o estalo que eu precisava. Deixei a incerteza para trás e enviei a mensagem. Moana foi rápida, precisa e acolhedora em suas respostas. O acordo estava selado.

Rumei para o centro de Niterói, as terras de Arariboia. O destino era o icônico Amaral Peixoto, 450. Ao cruzar o hall, o ritual foi silencioso: um aceno ao porteiro; uma palavra monossilábica indicando o destino; e um sinal de aprovação dele que soou como um "vá em frente, você não vai se arrepender".

Quando a porta se abriu, a visão superou o anúncio. Ali estava uma loira que parecia carregar o verão carioca na pele, pronta para a exposição.

O apartamento era um refúgio climatizado contra o calor da rua. Após uma conversa protocolar, o pragmatismo deu lugar ao desejo.

Na cama, o encaixe foi imediato. Seus beijos tinham entrega e seus seios, de contornos cirúrgicos, pareciam extrapolar as medidas das minhas mãos. Ela assumiu o controle com toques aveludados que me prepararam rapidamente.

Logo, eu explorava seus domínios, com ela posicionada em quatro apoios à minha frente.
Precisei de foco para não sucumbir cedo demais; aquele corpo ditava um ritmo perigoso. Entre sussurros e olhares intensos dela, a resistência cedeu ao prazer absoluto.

Após o relaxamento inicial, o tempo parou. Conversamos como velhos conhecidos até que o fôlego retornasse. Então, passamos para a segunda fase do nosso trato.

Era a minha vez de retribuir. Meus desdobramentos linguísticos encontraram sua intimidade de protuberância avantajada. Foi um deleite ver sua timidez transformar-se em êxtase puro sob meu toque.

O desfecho não poderia ser diferente. Voltamos à posição de quatro apoios para o ato final. Se o primeiro momento foi de descoberta, o segundo foi de voracidade. O controle se perdeu. O ritmo tornou-se frenético, os sussurros viraram gemidos altos e o ápice veio como uma tempestade, em alto e bom som, selando de vez o encontro.