BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Sou um homem romântico; sonhador, definição, e acredito nos chamados da mente, aquela voz que leva meus pés a algum lugar, sem que alternativas "b" ou "c" cogitem em ser respostas mais adequadas para os meus sentimentos do que " a" escolha que surge.E foi assim que a conheci.
Bronzeada, cabelos negros, 28 anos e 1,64m, eu a avistei do bar; como se fossem cordas, sua atitude elegante e reservada fizeram diferença naquela tarde chuvosa." Naná", assim irei chamá-la, sentava-se àquele canto do salão de uma casa para homens no Centro do Rio como quem esperasse ser cortejada com grande pompa; resolvi me oferecer para ser esse cavalheiro, e o papo foi olho no olho; um calorzinho gostoso banhava nossos rostos à medida que a prosa tomava rumo, e eu descobria que voz na minha mente era aquela que me havia levado lá, entre delvales que buscava no bar como combustível para a nossa conversa.
Eu e Naná não precisávamos de um estímulo para ficarmos juntos, do mesmo modo que íamos nos conhecendo entre bocas, toques, cheiros, aquele jeito adiantado e afoito de formar casais que só os frequentadores desse tipo de ambiente conhecem; o aconchego de um cômodo se revelou a nossa próxima parada depois que marquei com a moça um lugar para a travessura dos dois; entrei e aguardei por minha companheira, que não tardou a chegar para que a porta só se abrisse quando chegasse o momento de sairmos.
O tempo, enciumado, cavalgou ligeiramente, passando rápido, de modo que sentimos como precisávamos de mais( estarei aqui para contar a continuação desse momento mágico): tocamo-nos quase sem restrições, aventurando-se um no terreno do outro; Naná, fogosa, respondia ao meu prazer com seus gemidos " calientes" ,e toda a sua experiência de mulher me fazia um admirador de seus movimentos, sempre harmonizando com os meus.Desnecessário alongar-me por esta narrativa, para não tirar o caráter privado desse momento; basta dizer que nos reencontramos no bar depois do tempo de quarto esgotar-se e ficamos mais alguns momentos juntos, o suficiente para agradecer um ao outro pelo momento.
Eu vivi com a Naná cada momento que pude como se fosse uma história de vida; mais que uma experiência: um conto.
