31 de Janeiro de 2026 às 10:42
GEOVANA
https://www.edenspa.com.br/geovana
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Sobre o privê, considerei a infra-estrutura de qualidade mediana/boa, com "quartos" limpos, camas largas, colchão forrado com aquelas "napas" sintéticas, sobre ao qual se aplica lençol higienizado, espelho grande na parede lateral e banheiros coletivos a contento; ademais, disponibizam-se sabonete líquido e toalha ensacada. Pelos preços (30min/190,00 e 60min/240,00), atrativo custo-beneficio. O adimplemento do cachê é antecipado e inexiste diferença de valor para cash/pix/CC.

Um costume útil para os que buscam "garimpar" opções interessantes, entrando e saindo do portfólio dos privês desta "Gotham City dos Trópicos" é salvar os contatos de modo a receber, diariamente, status sobre as novas aquisições. Alguns privês precisam também possuir, em suas próprias agendas, o número do interessado. As webpages não costumam permanecer atualizadas. Em verdade, grande parte, das páginas mais conhecidas de anúncio, possui em seus elencos meninas que não atendem mais lá, já rumaram para outras cidades, em seus "giros" infindáveis, ou, até mesmo, aposentaram-se. Ressalte-se: exatamente o que NÃO OCORRE no GPARENA, uma vez que o FEED VIP é alimentado, reiteradamente, com o status mais fidedigno de nossas DIVAS.

Deparei-me, assim, com fotos da Geovana. Por óbvio, em épocas de digitalização por inteligência artificial, sempre há enorme risco das imagens terem sido alteradas, a tal ponto, que, numa apresentação "face a face" , toda a expectativa desagua numa retumbante irrealidade! Não é o caso da musa inspiradora deste relato. Suas publicações condizem fielmente ao que vemos.

Trata-se de um belíssimo espécimen de fêmea. Cabelos naturais, bem “fininhos” e perfumados, pele branquinha, biotipo italiano/espanhol, SEIOS TÃO PERFEITOS com textura e caimento que, se ela não admitisse, eu juraria serem “de fábrica” (o cirurgião plástico “construiu" primorosa "obra-de-arte"!); glúteos perfeitos, pernas delineadas, algumas discretas tatuagens. Quando ela adentrou o espaço para apresentação, toda "no salto", empinada, ostentando um "body" negro em tecido semi-transparente (exatamente o do primeiro registro abaixo!) a “mente” gritou “em silêncio”: KARALEO! Que MULHER!



Feitos os clássicos questionamentos sobre restrições durante o "fight", aprovada! Apesar de não haver 100% de garantia sobre veracidade de respostas obtidas, este instante inicial, de breve conversação, para aqueles já experientes, serve como "sondagem"; normalmente, se a meretriz não está num bom-dia ou não simpatizou com o cliente, meu "sentido-de-aranha" é praticamente infalível!

Na cabine, sobre seu salto de refinada “brand", a Geovana estava quase da minha altura (1,77m), o que facilita, demasiadamente, os amassos "de abertura" ainda em pé e contra a parede. Beijos macios, molhados, cadenciados... rapidamente passei a sentir sua apalpação no "boneco", já "despertado". Virei-a e iniciei uma sequencia de estímulos por toda a área do pescoço, orelhas, costas... enfiei a mão, delicadamente, abaixo da peça única de roupa: a vagina evidenciava o nível de lubrificação proporcional ao intumescimento da piroca.

O GRELO É PROTUBERANTE (ADOOOORO!!). Num furor de desejo, joguei-a na cama, levantei suas pernas, afastei o tecido já umedecido e dei início a uma "chupação" sôfrega. O nível de umidade, a temperatura da xoxota, além do volume do grelo, eram provas irrefutáveis de que, ali, o prazer era verídico. Ademais, a verbalização da mesma e as expressões faciais corroboravam minha "leitura" de sua resposta fisiológica aos estímulos. Empreguei quase 20 minutos entre oral “puro" e "híbrido" (combinação de língua, lábios e dedo indicador fazendo movimentos circulares ao redor do PONTOG, além de "pressão" diretamente sobre). A despeito desta sequência libidinosa, não houve uma "fala direta" sinalizando seu clímax.

Ao que pareceu, ela queria se fartar também do membro bem duro. Com a bunda linda para o alto, fui recompensado com uma mamada IXPETACULAR! A libertina estava "voraz": babava, lambia, cuspia na piroca, jogava na garganta, simulava um "foda", jogava o cabelo para um lado e para o outro… simultaneamente, mirava seu corpo delicioso pelo espelho paralelo a nós. Nossas "preliminares" foram perfeitas; todavia, com a membro já “doendo" de rígido, solicitei o “condom", aplicado com a “boquinha” pela libertina. Ansiava por sentir aquela fêmea por dentro.

Deixei-a, como bom cavalheiro, escolher a posição inicial; para meu deleite, optou pelo ppmm que eu amo! Principalmente porque os beijos neste arranjo facultam o incremento do grau de tesão. Minutos transcorrem num afã crescente por mais intensidade de movimentos. Numa variante desta posição, ergui meu tronco, segurei seus pés e comecei a lambê-los, beijá-los e mordisca-los, algo nem sempre possível pela hipersensibilidade da área experimentada por algumas. Esta caricia, tão apreciada por mim (podólatra assumidol), era plenamente correspondida pela femme fatale. Ainda: enquanto me dedicava a seus belos pés (sem interromper as estocadas!), ordenei que ela se masturbasse. A energia sexual "circulante" entre nossos corpos era tanta que tive de alterar de posição por estar num grau de excitação absurdo!

Outras configurações se sucederam:

1. de quatro: comigo apertando sua bunda, estapeando-a, e pressionado/massageando seus músculos das costas (até um gelzinho foi utilizado!)
2. de bruços: THELÍCIA sentir o corpo dela totalmente imobilizado por meu próprio peso e mãos;
3. de lado: onde pratiquei a asfixia erótica moderada; e
4. “cow-girl" frontal: mordiscava, lambia e beijava muito aqueles seios maravilhosos.

O aeróbio sexual fora de altíssimo impacto! Contudo, após suprimir, por vezes, o ímpeto orgástico, a ereção fora comprometida e não gozei ao final. De toda forma, a meu ver, isto não é suficiente para desabonar a alta qualidade daquele sexo "devasso", pleno em entrega mútua dos consortes e, ainda, corpos exauridos ao final.

Algo desagradável fora o interfone faltando "10 minutos" para o término do período contratado, um hábito desonesto. Caso o cliente, de per si, não atente para a real "hora de entrada" da acompanhante, pode ser que seja "furtado" no "tempo". Comigo, contudo, inócua a conduta desleal; tenho o costume de apontar a hora para a menina sempre que se dá o início do "date", de forma a não ser prejudicado. Sair, mesmo, só quando expiraram totalmente os 60 minutos.

Beijinhos de despedida, banho regenerador, comentario assertivo com o gerente sobre ele ter interfonado com 10 minutos de antecedência (resposta: tocamos um pouco antes para que o cliente se dê conta da aproximação do termo final... KÔ!) e partiu enfrentar o trânsito caótico do fim da tarde na SIN CITY carioca.

Acredito ter descoberto outra boa alternativa para os ilustres confrades, principalmente porque o nível de requinte, entrega e beleza da Geovana são enormemente atrativos quando confrontado ao valor total gasto.