05 de fevereiro de 2026 às 09:33
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Reunindo em um relato meus encontros com a deliciosa Luara Paz ocorridos em novembro e dezembro de 2025.

Desde meu último relato, infelizmente nos encontramos apenas 4 vezes.

Eu vivo inventando motivos para ir ao Rio de Janeiro, mas confesso que na verdade o principal motivo é encontrar a Luara. Essa garota, morena linda, dona de um sorriso sincero, de dentes perfeitos, bunda, pernas e coxas deliciosas, seios siliconados que passam perfeitamente por naturais ao serem acariciados e chupados.

Para poder aproveitar o máximo de sua companhia eu sempre reservo com antecedência um horário de, no mínimo 2 horas.

Já fui algumas vezes no local da Luara, limpo e aconchegante, mas isso só acontece quando estou completamente sem tempo. Normalmente eu chamo a Luara para um motel dessa cidade maravilhosa onde escolho uma suíte com hidromassagem. Nessas ocasiões procuro programar nossos encontros como últimos compromissos do dia da Luara, assim, se for de nossa vontade é frequente ficarmos 3 ou até 4 horas juntos.

Quando posso, eu a pego a Luara de carro no centro da cidade e quando não posso, eu vou pro motel, coloco a hidro pra encher e mando msg dizendo qual a suíte e aguardo.

Gosto de esperar ainda de roupa e quando a recepção me avisa da chegado já vou esperá-la na porta. Normalmente assim que ela chega, antes de falarmos qualquer coisa, começa a atracação. Aos beijos (que beijo delicioso, boca e língua super macias), ela agarra meu pau com uma das mãos e com a outa já começa a tirar minha camisa. Vamos nos despindo mutuamente até ficarmos completamente nus e ela ali, espremendo seus seios contra meu peito. Mesmo que a hidro já esteja pronta, vamos tomar uma chuveirada. Ela sempre tem seu kit banho. Ali, sob o chuveiro continuamos nossas preliminares. Nos lavamos nos detalhes, com direito a beijos e lambidas para verificar se está tudo cheirosinho, mas mantendo o sabor natural.

Dali vamos para a hidro, onde colocamos nossas conversas em dia, ao sabor de um vinho, normalmente branco ou rosée e algum petisco que combine. Ali a pegação não para!

Da hidro, após mais uma chuveirada pra tirar a espuma, partimos para a cama e pro rala e rola. Eu me especializei em massagear seu corpo por inteiro, frente e verso. Em grande parte dessa massagem ou melhor, na maior parte, troco as mãos por minhas boca e língua, uso até os dentes, porque não? Sabendo usar não tem problema!

Entre gemidos e sussurros da Luara, exploro cada centímetro do seu corpo, desde os cabelos até os pés, frente e verso, me detendo nas suas partes mais íntimas, seios macios, bunda e coxas firmes, virilhas e xoxota super cheirosas até que chego pra lamber e chupar sua bocetinha linda e cheirosa e aquele grelinho delicioso. Ela me prende e não me deixa ir pra longe dali até que eu ouço uns murmúrios e sinto que ela vai me apertando a cabeça e minhas mãos até o momento que relaxa por completo. Parece que por instantes o mundo acabou pra ela!

Passados alguns minutos ela diz: “agora é minha vez”! Pronto chegou a minha hora de ir à loucura. Às vezes eu me coloco de joelhos e sobreponho o prazer de uma mamada deliciosa, babada e curtida, ao prazer de vê-la ajoelhada entre minhas pernas, com a bunda arrebitada na minha frente e eu ainda podendo dirigir os movimentos da sua cabeça com as minhas mãos. Às vezes peço pra ela se mover e mudar de posição pra ficar meio que atravessada ao meu tronco, assim tenho completo acesso ao seu corpo, posso apertar sua bunda e massagear sua xoxota. Ultimamente já nem preciso pedir, ela se põe nessa posição e me oferece todas as suas partes íntimas!

Ela chupa, lambe, para e me olha nos olhos, sobe e vem chupar, lamber e morder meus peitos, levanta a cabeça e vem me beijar, volta pra chupar meu pau. Assim eu vou à loucura e eventualmente não resisto e despejo meus herdeiros antes mesmo de penetrá-la.

Quando eu consigo resistir a isso tudo sem gozar, partimos pra encapar o Wilsinho e, normalmente, eu como bom cavalheiro, deixo que ela escolha como quer que eu comece a comê-la, mas não sem que antes ela se chegue e me ofereça suas boca e língua em um para um beijo. Não um beijo comum mas um beijo delicioso de entrega total.

A partir daí nem ela nem eu negamos nenhum pedido do outro. Tem posições em que ela me agarra e me envolve com tanta força que me leva à loucura. São as que prefiro e se eu disser simplesmente: “eu comi a Luara”, estou sendo muito arrogante. Durante a transa, boa parte das vezes a Luara vem e me come. Quando ela vem por cima, começa a se esfregar em mim e aponta meu pau para a sua xoxota, é uma viagem à lua. Ela faz com que sua xoxota engula meu pau aos poucos, e para, e me olha, e se mexe, e me engole um pouco mais até que eu me sinto totalmente envolvido pelas suas entranhas. PQP, poderia ficar ali assim por horas.

Quando eu sinalizo que estou chegando nos momentos finais, a Luara, garota insaciável, se coloca em uma posição para que eu possa socar o mais rápido e profundo possível, enquanto fico beijando sua boca e sua língua, até encher a camisinha com os herdeiros.

Em nossos encontros, na maioria das vezes pedimos comida, em outras levamos alguma coisa pra comer. Assim, após mais uma chuveirada, paramos pra comer, conversar sobre tudo e depois voltar pra um 2º tempo onde quase tudo se repete. Não necessariamente na mesma sequência, mas com a mesma volúpia.

Quando é chegada a hora de irmos embora, pagamento feito, vejo que apesar de nossos encontros serem sempre cheios de surpresas, sempre terminam me deixando com vontade de voltar no dia seguinte!
Tivemos já dois novos encontros em janeiro, e o de pós réveillon foi especial e ficará para um outro relato.

Até