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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Mais um registro nas crônicas de um filho de Krypton… narrado não como herói da Terra, mas como um Kryptoniano que também enfrenta batalhas fora dos céus.
Esta foi minha quarta incursão ao território de Tainá.
Na primeira visita permaneci apenas uma hora terrestre. Subestimei a força gravitacional dessa mulher. Ela é minha verdadeira Kryptonita — não a pedra verde que enfraquece meu corpo, mas uma presença que dissolve minhas defesas. Ainda assim, mantive parte da guarda erguida. Saí com a sensação de que precisava retornar mais preparado.
Na segunda vez, estendi a missão para uma hora e meia. E que impacto! Foi como atravessar o núcleo de uma estrela vermelha. Intenso… arrebatador… mas ainda não suficiente para saciar a energia que se acumulava em mim.
Na terceira visita, duas horas completas sob aquela atmosfera. Ela me envolveu como se estivesse presa em sua própria órbita gravitacional. Deixei o local com a convicção de que havia ali potencial para algo ainda mais grandioso — uma batalha digna das lendas de Krypton.
E então chegou o grande dia: três horas.
Marquei pela manhã, pois até mesmo um Kryptoniano precisa estar com suas forças restauradas. Ao chegar em seu apartamento — nosso pequeno planeta isolado — iniciamos com um café e diálogo estratégico. Conversamos sobre tudo e nada, como dois comandantes antes do confronto.
Quando finalmente partimos para o combate, foi como liberar energia solar acumulada. Explorei cada centímetro daquele território com devoção, e senti quando sua energia explodiu como uma supernova. Ela respondeu à altura, e quando nossas forças se encontraram, foi como colisão de astros. Entre beijos e respirações intensas, já engatamos o segundo round — tão poderoso quanto o primeiro, talvez até mais.
Após uma pausa tática, conversamos longamente, recuperando o fôlego como guerreiros que respeitam o campo de batalha. Fomos ao banho… e ali, sob a água que caía como chuva de meteoros, iniciou-se o terceiro round.
E foi nesse momento que tive certeza: ela deve ser feita da mais rara Kryptonita. Não aquela que me destrói… mas a que me faz tremer as pernas e perder a estabilidade como se a gravidade tivesse sido alterada ao meu redor.
Ao final, partimos em paz. Conversamos sobre o universo, sobre a vida, sobre futuros encontros. Saí dali pairando entre exaustão e êxtase, perguntando-me se teria forças para um quarto round… e sorrindo ao imaginar o desafio.
Que dia, confrades…
Que dia digno dos anais de Krypton.