24 de fevereiro de 2026 às 14:53
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

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TAXA ANAL

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REPETECO

SIM



A folia da carne havia silenciado e o calendário impunha um novo ciclo. Para os devotos, o momento exigia o recolhimento da quaresma; para mim, pecador confesso, o chamado foi outro: cedi ao meu desejo mais instintivo.

Sabendo que a procura seria alta, não dei margem ao azar. Antecipei-me aos imprevistos e garanti meu horário com antecedência.

O sol brilhava forte sobre o bairro, mas, ao cruzar o limiar do refúgio de Alice Tijuca, o clima transformou-se. Como de costume, a atmosfera era de absoluto conforto. Da recepção cordial ao rigoroso ritual de higiene, cada detalhe preparava o espírito para o que viria.

A sessão iniciou-se na cadência habitual. Seus dedos, dotados de uma técnica quase mágica, percorreram meu corpo desatando nós de tensão, enquanto dividíamos uma conversa leve e descontraída.

Gradualmente, a massagem terapêutica deu lugar à arte da sedução — algo que ela domina com uma maestria rara. O toque mudou e foi mais íntimo. Tornou-se aveludado, elevando minha percepção a níveis de prazer até então desconhecidos. A sintonia atingiu o ápice em nossa interação mútua. Enquanto eu me perdia em explorações de suas partes com meus desdobramentos linguísticos, ela correspondia com um trabalho labial magnético.

Em um impulso de ansiedade mudamos, pedi que ela assumisse o controle: queria que montasse e conduzisse o ritmo por cima. O pedido foi prontamente atendido. Ali, em estado de graça sobre a maca, eu me dividia entre acariciar seus seios e tentar resistir à hipnose de seus movimentos pendulares.

O ato final teve como palco o sofá. Conduzido ao estofado, permaneci sentado enquanto ela se posicionava de costas. Seus movimentos pélvicos, executados com destreza cirúrgica, aniquilaram qualquer resquício da minha resiliência anterior. Diante de tamanha tensão, não houve como lutar: fui arrebatado e, finalmente, sucumbi.