01 de Março de 2026 às 18:59
LÍVIA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Como já descrito em um de meus relatos anteriores, aprecio bastante os status WhatsApp dos privês, sempre aguardando o surgimento de algum perfil novo compatível. Exatamente assim, num dia qualquer da semana anterior, deparo-me com um registro fotográfico, produzido em academia e vestindo aquelas roupas justas com que a mulherada nos enlouquece durante os treinos. Ao buscar a WEBPAGE da Ônix, agradável surpresa ao ver, no FEED VIP ARENA, outra imagem instigante, desta feita usando vestido estampado curtíssimo a ostentar um atraente "shape" curvilíneo, representativo da pura volúpia.

Solitário no comentário do FEED da casa, patente deixei ali meu desejo em conhecê-la. Exatamente isto o que ocorrera um par de dias depois. Já imaginando que aquele belo espécimen feminino despertaria bastante interesse dos machos de "plantão", precavi-me, agendando com antecedência. Atenção para este detalhe porque, ao final da narrativa, ele regressará ao texto.

No manhã do "date", conquanto se tratar de mais um dia extremamente chuvoso, neste atípico fevereiro de nossa “GOTHAM CITY" dos trópicos, confirmei perante a gerência do estabelecimento a marcação prévia. Já no espaço, conversa breve com a responsável onde solicito papo rápido com a candidata de modo a indagá-la sobre restrições.

Basicamente, sou bem flexível neste aspecto; contudo, NUNCA ABRO MÃO DE BEIJAR, questionamento assim respondido:

- LÍVIA: sendo um homem de boa aparência e de higiene notória, não há problema algum!

Cabe aqui, também, digressões sobre a casa em si. Antes de descobrir o GP ARENA, conheci lá menina não mais integrante do elenco; daquela primeira oportunidade para cá, notei sensível progresso no cuidado aos detalhes e qualidade geral do espaço. Embora a estrutura básica não se alterara, pode-se perceber apreço maior. PONTO POSITIVO aos administradores da Ônix! Se não fora a intercorrência vivida ao afinal do encontro, o qual será devidamente pormenorizada ao término do TD, tudo teria sido perfeito.



No quarto, como estava OK com a ducha, trocamos algumas palavras rápidas e demos princípio a deliciosos minutos de pura lascívia. Recostada na parede, beijos voluptuosos foram intercambiados entre os consortes. A libertina, sob escrutínio, ostenta curvas de quem frequenta os "Templos de Culto ao Corpo" com assiduidade. Os registros ilustradores da narrativa a representam fidedignamente.



Divertidíssimo fora escutar, durante alguns momentos da transa, observações dela sobre “supostas" imperfeições a serem corrigidas mediante planejadas intervenções cirúrgicas. GZUIS!!!! Com percentual de gordura, por mim estimado, entre 13 e 19% (o que é pouco para o segmento feminino!), seios tesudos, pernas hercúleas, traços faciais primorosos, mãos e pés impecáveis, glúteos que parecem obra de "photoshop" e, ainda assim, longe de estar "EM PAZ" com o "ESPELHO"...

Regressando à "maratona de sexo", ainda em pé, virei-a de costas e explorei-a do pescoço às coxas, não sem antes afastar o "fio" da lingerie negra (ver foto acima!) e enfiar minha língua em ambos, ânus e xoxota, a qual, a esta altura, evidenciava o quanto suas glândulas de Bartholin operavam "a pleno vapor", lubrificando por completo toda a região genital.

Incendiado de tesão, joguei-a na cama e ordenei que repousasse aquela buceta encharcada na minha cara. Apesar da ideia original não ter sido aquela, a meretriz posicionou-se para um "69", o qual acabara sendo até mais prazeroso. Sob esta arranjo, permanecemos longos minutos. Enquanto desfrutava de uma formidável felação, lambia, sugava, enfiava a língua inteira em sua vagina e, ainda, delicadamente, penetrava o indicador em sua xereca, cumulando estímulos circulares em seu "PONTO G"; a certa altura, ela interrompera a mamada, inclinara o próprio torso e balbuciava palavras desconexas... atento a suas reações, questionei-a sobre predileções para a "fase seguinte". Fui surpreendido com a seguinte colocação:

-LÍVIA: peraí... não estou conseguindo "raciocionar" direito...("curto-circuito” nas conexões neurais do centro regulatório do prazer!!!! KKKKKKKKKK!)

Durante todo o interregno de safadeza raiz, meu pau permanecera rígido feito aço! Ela o degustara, babando e punhetando o corpo peniano como um todo. Ansioso pelo coito em si, solicitei a "plastificação" do JUNIOR e sua "montada". Excitante observá-la, mediante os reflexos do espelho paralelo à cama, cavalgando magistralmente! Digna representante das antigas "DIANAS HELÊNICAS", ostentava fôlego e disposição para o ato!

Dali, por pedido dela, voltamos à posição "vertical", uma vez que ansiava ser comida “DEQUATRO", com as mãos apoiadas na parede. Cena inusitada ocorrera... como o típico ruído ("plac, plac, plac"...) ressoava alto no cômodo, ela argumentara que atenuássemos, parcialmente, a virilidade das estocadas de modo a não "desconcentrar" os amantes do ambiente vizinho; de minha parte, IGNOREI SOLENEMENTE! (Os "vizinhos" que transem com “abafadores acústicos" porque a minha foda é barulhenta mesmo!).

Na sequência, continuamos comigo por trás, agora com ela empinada sobre a cama. Ao mesmo tempo, estocava com vigor, massageava e apertava suas costas, que se assemelha a "tela", por força da "obra de arte" em formato de tatuagem insculpida sobre seus músculos e pele. Vez ou outra, beijava seu pescoço, apertava seus glúteos e cintura; suor e força imprimiam um tom libertino à "aeróbia erótica".

Na linha do tempo, inverti seu corpo e a comi de frente, entremeando beijos tesudos e, por óbvio, saciando minha ânsia de lamber e chupar seus dedões e sola dos pés (PQP! Como me incendeia" tal prática podólotra!).

Conquanto, até então, desfrutássemos de despudorado coito, ambos não havíamos nos aproximado do clímax. Instantes anteriores, inclusive, solicitara que me "lambusasse" o rosto quando daquele "69" levemente "sujo". Todavia, numa breve diminuição da metida no "PPMM", ouvi uma confissão da perva: não conseguiria atingir o orgasmo por estar "viciada" em “eletroestímulos". Fez até uma analogia curiosa com os homens mais novos que também se tornam “adictos" a vídeos pornográficos, apresentando idêntica dificuldade orgástica diante de uma "mulher de carne e osso".

Admito que tal colocação comprometera minha libido. E, como se já não fora o suficiente, a segunda solicitação da Lívia, esta sim, por mim atendida, a contragosto. Recordam-se da “intercorrência" ventilada ao fim do quarto parágrafo? Pois bem, exatamente como imaginado, acredito que ela esteja sendo bastante solicitada. Sendo assim, deve ter sido instruída pela gerência a pedir que a "liberasse", antes do término do período contratado, por já haver outro cliente "aguardando"...

Naturalmente, não é agradável a ninguém "esperar" diante de um agendamento prévio. Entretanto, cabe à gerência inserir um "lapso temporal" adequado, entre duas marcações, de forma que o cliente "da vez" não tenha de ser prejudicado em seus 60 minutos integralmente remunerados!

A intercorrência supracitada, contudo, não ofuscara o "esplendor" do desempenho da Lívia. Mesmo porque ela me pareceu estar, legitimamente, preocupada em seguir a orientação recebida. Creio ser ela iniciante no "ofício", sem vícios e malandragens típicas daquelas convertidas em "ratazanas" após anos de estrada.

Por todo o exposto, recomendo, SIM, a musculosa messalina! Só anseio ser seguido em meu conselho de trazer de casa seus "brinquedos", de forma a inseri-los em seus encontros, brindando-nos com memoráveis e eróticas sequencias imagéticas da fêmea alcançando o frenesi orgástico!

THAT'S ALL FOLKS!