http://www.gparena.net/social-feed-user.php?id=15451
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Faziam meses. Meses demais.
A saudade não dói igual em todo mundo — em mim, ela escolheu morar no corpo. E quando finalmente marquei, a antecedência foi necessária: a agenda de Monique não espera por ninguém, nem por saudades antigas.
Quando a porta se abriu, ela estava lá — mais mulher do que qualquer memória consegue guardar. Lingerie no corpo, luz desenhando suas curvas como se o ambiente soubesse da cerimônia que estava prestes a acontecer. Aquele cheiro que não se descreve, só se reconhece — e quando reconheci, soube que estava perdido do jeito certo.
Os beijos vieram cheios, sem pressa e sem hesitação. Suas mãos no meu corpo eram perguntas que eu queria responder devagar. O oral dela é coisa séria — molhado, preciso, devoto. Tive que invocar toda a razão que restava pra não acabar ali. Retribui com a língua e com fome, mergulhando naquela ppk linda, viva, pulsando — impossível parar, impossível querer parar.
A penetração de frente primeiro, os olhos presos nos dela, o suor chegando cedo. Depois ela montou e conduziu tudo com aquela maestria que só ela tem — rebolando como se fosse dança, gemendo como se fosse prece. De quatro, então, foi o fim de qualquer resistência. Aquele corpo moreno, com marquinha, bronzeado, perfeito — gemendo e se arrepiando — é uma visão que nenhum homem esquece.
Sair de lá é sempre uma pequena derrota. Mas saio mais leve. Mais inteiro.
Monique Moura não é programa. É rito.
É o sonho de adolescência que virou carne, suor e realidade.
E eu não pretendo deixar passar tanto tempo assim de novo.
"Sons e cheiros me afetam. E os seus, me afetam para o bem