BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Da mesma forma, este relato é a descrição de como o TD transcorreu para mim, e não significa que com você será semelhante, seja para o bem, seja para o mal. Qualquer fato aqui narrado deve ser confirmado com a menina no pré-atendimento, incluindo os valores.
Lembrem-se: TDs devem ser usados como guias para fazer suas escolhas, não como um espelho do que você quer que aconteça com você.
Boa madrugada*, confrades, pois essa é a hora do morcego.
Em tempo de vacas magras, quase que esqueléticas, o que resta é me prender à memória dos encontros que já foram. Aproveitando o retorno da Geovana, publico este TD, que vem diretamente do túnel do tempo, das brumas da memória.
Certa tarde, estava eu em um hospital da Tijuca, fazendo uma consulta de rotina, quando de repente o diabinho da tentação surgiu no meu ombro e falou:
Então, você sabe que o local da Luz é literalmente do outro lado da rua, né? Vai lá, manda uma mensagem.
Mandei, mas ela não respondeu.
Não era pra ser, pensei. Fui embora depois da consulta mas, na metade do caminho pra casa, percebi que havia esquecido um documento necessário. Voltei ao local e, novamente, o mochila de criança da minha consciência sibilou no meu ouvido:
Confere se agora ela não respondeu...
Fui olhar, e ela tinha. Fazia apenas alguns minutos, inclusive. Então, era sim pra ser.
Falei que queria visitá-la, ela pediu apenas um tempinho pra se arrumar e em menos de três minutos eu estava sentado no saguão do edifício dela esperando a liberação para subir.
Sou recebido por ela enrolada numa canga. Trocamos uma conversa rápida, brinquei um pouco com os vários gatos dela e logo fui fazer minha higiene, no que a Geovana se juntou a mim, expondo seu belo corpo e magníficos seios. Fomos para o quarto e começamos o serviço, com uma pegada quase sôfrega. Nos beijamos, nos esfregamos e apertamos até que eu desci para sua buceta.
Provo aquele lugar delicioso e rapidamente ela começa a se contorcer até que seu corpo espasma para longe de mim. Não estou satisfeito, então volto à carga até atingir o objetivo e ela gozar uma segunda vez. A Geovana me pede para ficar de joelhos à frente dela na cama e começa o oral, indo fundo enquanto eu brinco com os voluptuosos peitos dela.
Aproveito por um bom tempo, até que ponho ela de bruçços e faço um beijo grego nela. Não acho que a Geovana chegou a gozar, mas parecia estar curtindo. Eu me deito e ela se esfrega em mim, enquanto eu revezo entre beijos na boca e chupar aqueles seios fartos.
Botamos a camisinha e vamos para o PPMM, posição que eu fico até gozar de tão bem encaixado que estava. Depois de um copo d'água, ficamos conversando um bom tempo aninhados um no outro, até que ela me olha com cara de safada e diz que quer brincar de novo.
Um rápido boquete para deixar o garoto pronto pra ação, uma nova camisinha e ela vem cavalgar de frente, o corpo magro dela uma visão com a cinturinha dando lugar aos magnânimos seios da Geovana (estou ficando sem adjetivos grandiosos o suficiente pra usar). Depois ela me pede para ficar em pé na borda da cama e comer ela de quatro, o que faço até cansar e encerrar, já que eu não iria gozar novamente.
Vou fazer minha higiene, o pagamento e me despeço dela para caminhar de volta até meu lar, cruzando a bucólica Tijuca.
Ter a Geovana Luz como vizinha é uma tentação com a qual eu preciso lidar constantemente. Nesse dia, entretanto, eu estava tão perto que simplesmente não consegui resistir.
Sem mais, deixo abraços para os confrades e mordidas nos pescoços das musas.
*madrugada em espírito
