12 de Abril de 2026 às 22:16
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

A safra de 2026 tem se mostrado muito interessante, têm aparecido umas novatas no Arena que tem chamado muito a minha atenção (e a do resto da confraria, a julgar pelo que vejo por aqui). A Duda é com certeza uma dessas. Fiquei instigado pelas postagens da menina, com muita variedade e, digamos, conteúdo que vai no que interessa. Mandei uma mensagem pra ela pra tirar umas dúvidas e ela foi muito atenciosa, mas foi categórica em dizer que não atendia em residência, minha preferência absoluta. Disse que entendia e ficou por isso mesmo. Dias depois vejo uma nova postagem da menina dizendo que tinha conseguido um lugar na Lapa. Por serendipidade, tinha uma raríssima reunião no Centro do Rio, bem perto do seu local. Volto a falar com ela um dia antes do dia que queria agendar e o faça sem maiores problemas.

No horário combinado, me dirijo pro seu endereço e ela, solícita, me dá as referências para que eu possa encontrar meu caminho. Localizo a entrada, uma das inúmeras entradas discretas do bairro, imperceptível no meio da vida noturna do bairro que começava a se formar. Subo dois lances de escadaria até me deparar com uma porta de grades de ferro. Ela pede uns minutos pra terminar de se arrumar e eu confirmo. Logo depois um cidadão aparece e me dá boa noite. Sem saber muito o que dizer, respondo e digo que estou esperando uma moça ali. Ele abre pra mim sem pedir maiores esclarecimentos e aponta a direção que devo seguir, junto com o número de um quarto. O local parece um pequeno motel, formado por um único corredor em formato de L e pontilhado por alguns poucos quartos. Ando lentamente na direção orientada enquanto aviso que a minha entrada foi liberada pelo camarada de momentos atrás. Minutos depois ela pede que eu vá pro seu quarto. Bato na sua porta e aguardo que atenda.

Ao abrir, entro rapidamente e posso dar uma olhada na menina. Morena linda de cabelos lisos, uma gigante de 1,60m trajando uma provocante fantasia de colegial com redes vermelhas e minissaia que revelava boa parte da polpa da sua bunda exuberante. Meu número, da cabeça aos pés. Ela me dá boa tarde, ou boa noite, não me recordo, e mexe com meu ego dizendo que sou mais bonito que na foto (ou de repente era uma crítica a minha fotogenicidade) e me dá um beijão. Depois de suavizar, vem o golpe: me informa que o apartamento estava sem água. Disse que era seu primeiro dia ali e tinha acabado de chegar. Sem dúvidas um problemão. Ela manda uma mensagem pro responsável pelo quarto (acho que o rapaz que fez às vezes de porteiro pra mim), que informa que a água só voltaria bem mais tarde naquela noite (como ele sabia disso e o que se passava permanecem um mistério pra mim), mas que se quiséssemos água, poderíamos trocar pra um outro quarto que estava “limpo”, mas não tinha ar condicionado. Ela me perguntou o que eu achava e olhei pro ar condicionado retangular na parede ao lado: um tijolão, triste pela juventude perdida, certamente veterano de pelo menos três guerras e lutando para manter o quarto em amenos 25°C. No fim ficou acordado que esperar a água voltar era tão inaceitável quanto nos movermos pra uma caverna quente, então iríamos permanecer naquele recinto e eu me higienizaria no outro.

Então saí da alcova com uma toalha e um sonho: ficar limpo e permanecer limpo o resto da noite pra não ter que fazer aquilo de novo. Olha, o lugar infelizmente não é bom, para ser educado. Nada do que eu vi no outro quarto inspirava uma sensação de limpeza, portanto tomei meu banho tentando não me sujar mais e voltei pra junto da dama, vestido só o suficiente para andar pelo corredor sem ser preso.

Ela me esperava no quarto, claramente apologética pela situação. Assim como no pré-atendimento, ela também é muito simpática pessoalmente. Me ofereceu as bebidas que habitavam o frigobar do local e me perguntou se fumaria uma coisinha com ela, acendendo um incenso antes pra não ficar com o cheiro. Ela é bem cuidadosa, o local que não está à altura do jeitinho dela. Conversamos um pouco e depois começamos a nos pegar. Os lábios carnudos dela oferecem um beijo macio e delicioso. Enquanto isso a rola roçava ferozmente na sua sainha. Botei as mãos por baixo dela e comecei a acariciar seu grelinho. Ela logo pediu por um e, depois, dois dedos dentro dela. Ajoelhei a seu lado e ela abocanhou o caralho enquanto eu a dedava. Um boquetão profundo e molhado. Ela mesma tentava sugar mais dele com sua boca enquanto eu a fodia com minha mão. Segurei sua nuca e comecei a socar na sua boca e ela aguentava bravamente. De vez em quando soltava o pau e grossos fiapos de saliva conectavam sua boca deliciosa com meu membro. Podia apreciar a vista só por alguns segundos, porque assim que ela recuperava o fôlego, tratava de o abocanhar novamente. Não me lembro agora se chegou a gozar na dedada, mas em dado momento implorou que eu colocasse a camisinha e desse “esse pau gostoso” pra ela. Ela me autorizou que eu procurasse o látex na sua bolsa e eu fiz. Peguei a primeira que encontrei pela frente e encapei o meninão. Endireitei-a na cama e a penetrei no papai e mamãe com facilidade, afinal ela estava encharcada da dedada e, suponho, da mamada. Soco nela e, quando me deito, ela aproveita pra imediatamente me abraçar com os braços e as pernas, anunciando em alto e bom som, pra informação dos demais inquilinos do espaço.

Depois ela sugere que eu a coma de quatro. Ela abre as pernas e eu me coloco atrás dela pra comê-la enquanto aproveito a vista da sua grande bunda e delicioso e liso cuzinho. Soco com força e ela cadencia as metidas com gemidos. Seguro seus ombros e meto forte. Ela vai escorregando até ficar deitada e eu não dou trégua sobre ela. Metemos até o pau sair. Puxo ela pro lado e meto até o final. Fazemos uma pausa e compartilhamos mais um fumo especial. Pego mais bebido e nos sirvo, não sem antes ligar o potente ventilador de parede para ajudar o combalido ar condicionado a nos refrescar.

Mais um papo maneiro, mas logo estamos com as mãos um no outro novamente e nos pegando deitados. Ela sobe por cima de mim e vai encaixando a a buceta na rola. Pega no meu pescoço e eu autorizo: pode apertar. Ainda me dá um tapa na cara, abusada - nota 10. Ela rebola com o pau dentro e fica de cócoras para sentar com velocidade. Depois se cansa e eu subo sobre ela, dessa vez eu aperto seu pescoço e deu uns tapinhas no seu rosto. Metemos assim até cansar.

O tempo já estava se esgotando e ela tinha outro compromisso na sequência, então me visto rapidamente e me despeço dela. Pergunto se ela topa que a próxima seja na minha residência, visto que ela já me conhece e ela topa. Comemoro por dentro, dou um beijinho na gata e me encaminho pra saída. Em suma, o programa com ela é excelente, mas o local deixa a desejar. Se não se importarem com as intempéries, vão em frente – caso contrário talvez seja melhor arrumar um motel com ela para poder aproveitar a gata que é um fodão.