BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - COM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
THE Boss Entrevista
Camila Rivera chegou antes do horário marcado. Como sempre.
O som firme do salto alto ecoava pelo corredor do hotel, abafado pelo carpete, mas ainda assim ritmado o suficiente para anunciar sua presença. Vestia um sobretudo escuro, elegante, que acompanhava cada movimento com precisão. As unhas longas, impecavelmente feitas, reforçavam a imagem de controle absoluto.
A sala reservada não era uma sala de reuniões comum. Era um quarto adaptado — cama arrumada demais para uso, uma poltrona no canto, cortinas fechadas filtrando a luz. Um ambiente que, na vida comum, teria outro propósito. Ali, porém, era território dela.
Camila entrou, observou tudo em segundos e decidiu permanecer de pé.
Não precisava de mesa para impor distância.
Conferiu o relógio. Pontualidade, para ela, não era qualidade — era o mínimo.
Batidas na porta.
— Entra — disse, com a voz grave, firme, sem esforço.
O candidato entrou e hesitou por um instante ao perceber o ambiente. Aquilo já era parte do teste.
— Fecha a porta.
Ele obedeceu.
Camila permaneceu imóvel por alguns segundos, analisando cada detalhe: postura, respiração, insegurança. Depois começou a caminhar lentamente pelo quarto. O salto marcava o ritmo. Ela controlava o tempo, o espaço — e agora, ele.
— Aqui não tem formalidade desnecessária — disse. — Nem roteiro.
Silêncio.
— Eu avalio rápido.
Ela passou pela lateral dele, as unhas tocando levemente o encosto da cadeira. Um gesto simples, mas calculado.
— Por que você quer trabalhar comigo?
A resposta veio travada. Ensaiada demais.
Camila parou.
— Errado — disse, seca. — Não é sobre querer.
Deu mais alguns passos, diminuindo a distância.
— É sobre acompanhar.
O olhar dela era fixo, quase incômodo.
— Eu não repito ordens. Não adapto ritmo. E não diminuo padrão.
Pausa.
— Então responde direito agora… — a voz baixa, controlada — por que eu deveria te manter aqui?
O candidato hesitou.
Camila observou. Em silêncio.
Então fez um gesto simples com a mão, indicando o centro do quarto.
— Levanta.
Ele obedeceu, ainda sem entender completamente.
Ela se aproximou, agora sem pressa, avaliando a reação dele diante da falta de previsibilidade.
— Trabalho comigo exige mais do que competência — continuou. — Exige controle emocional, obediência e resistência à pressão.
Deu dois passos ao redor dele, como se analisasse um objeto em teste.
— Você não está sendo entrevistado para um cargo comum.
Parou à frente dele.
— Está sendo testado.
O silêncio voltou a dominar o ambiente.
E, naquele momento, ficou claro: aquilo não era uma entrevista.
Era um filtro.
E poucos passariam.
--- De joelhos, maos para trás, sem perguntas.
Camila desata o sobretudo revelando uma lingerie escura, um derrie gigante e magnânimo em uma calcinha micro.
Gemidos abafados.
--- Aguenta --- disse, com a voz grave mas aparentemente com certo prazer.
--- Esse é o seu lugar nesse cargo, servindo, usado, com a cara e principalmente a língua onde eu quiser, as outras funções administrativas... --- Camila para, rebola lentamente para trás e passa o calcanhar entre as pernas do candidato se esfregando.
-- As outras funções são normais, cuidar da minha agenda, rendimentos, tudo que um assistente deve fazer. Hummmm... língua...agora!
Dali em diante, Camila usou seu novo empregado como cadeira, como objeto de prazer uma vez que em posições diferentes o coitado foi submetido a chaves de pernas que resultavam na necessidade de sugar o clitóris avantajado da The Boss, por um tempo difícil até de ser calculado um relógio mas suficiente para sentir o gosto e o cheiro daquela bct lisa e gulosa por linguadas, de acordo com as ordens de Camila.
Arranhões na costas, atrás do pescoço, variações de facessiting onde naquele dia todos os mínimos detalhes do derrie daquela exigente chefe foram conhecidos pelo pobre assistente. Depois de muito suor, esforço oral e teste de resistência, parte do salário do novo funcionário de Camila Rivera foi dado.
Um oral parafuso da loba e sem intervalo, de pé com as costas na parede e com as pernas sendo arranhadas no processo, o assistente só pode gemer após perder todo seu fluído branco e espesso na boca daquela que mandaria nele para sempre.
Mesmo no fim e para demonstrar que mesmo de joelhos e suja de leite, Camila Rivera apertava o saco vazio de seu subordinado mostrando autoridade, e que dali em diante o serviço seria pesado e a exigência alta.