BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
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Naquela manhã, decidi que a espera terminaria. O relógio marcava a hora do compromisso quando cheguei ao número 39 da Rua Uruguaiana. O ritual burocrático da portaria foi apenas um breve intervalo antes do elevador me levar ao destino. Quando a porta do apartamento se abriu, a visão foi arrebatadora: ela estava lá, exatamente como na minha memória. Monumental.
A surpresa agradável veio logo nas primeiras palavras. Além da beleza, ela carregava uma simpatia rara e uma memória afiada — lembrou-se de mim daquela festa distante. A conversa fluía com uma naturalidade que desarmava qualquer tensão.
Após os ritos de assepsia e o frescor do banho, o cenário mudou para a cama. O que se seguiu foi uma entrega mútua, movida por uma fome acumulada.
A Entrega: Nossos beijos eram vorazes, e as mãos desenhavam um balé exploratório sobre a pele.
O Ápice Dela: Deixei que meus lábios e língua explorassem sua intimidade. Cada sussurro dela era uma coordenada, um guia sonoro que me conduzia até que eu pudesse sentir seu êxtase completo.
Quando o relaxamento a tomou, ela abriu caminho para que nossos corpos se fundissem. Na posição clássica, eu a admirava de cima; o rosto delicado dela, sob a luz do quarto, era o estímulo final que eu precisava para alcançar o meu próprio prazer.
Houve um interlúdio. Um tempo para respirar, trocar palavras leves e desfrutar do conforto que a presença dela proporcionava. Mas o desejo é um fogo que retoma fácil.
A segunda rodada começou com o toque aveludado das mãos dela e uma carícia labial técnica e envolvente, preparada com a pressão exata para despertar meus sentidos novamente.
Desta vez, ela assumiu o controle. Ela subiu, movendo os quadris com uma maestria que ditava o ritmo da entrega. Enquanto eu me perdia em seus seios, a força de seus movimentos tornava a resiliência uma tarefa impossível.
Tentei resistir para prolongar o momento, mas a sedução dela era absoluta. Deixei-me levar pela correnteza e sucumbi, mergulhando em um deleite puro e absoluto. O sábado de sol, lá fora, já não importava mais; dentro daquele quarto, o tempo havia parado.
