BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Já estou há algum tempo afastado das prazerosas atividades putanísticas que o Arena nos permite compartilhar neste espaço. Mas o meu apreço por esta comunidade, que tão bem me recebeu quando retornei a habitar nesta cidade no fim de 2023, se mantém intacto. E devo confessar que ontem à noite, ao caminhar sobre os paralelepípedos da Álvaro Alvim em direção ao Teatro Rival, uma nostálgica sensação se apossou deste coroa que escreve estas linhas tortas. Lembrei das sempre ótimas e divertidas resenhas no Bar do Zezé, dos sempre aguardados e “floridos” encontros no Curta e, acima de tudo, das maravilhosas meninas que tive o prazer de conhecer.
Porém, junto a estas boas lembranças, veio também a amarga percepção que estou em dívida com os confrades por ter esquecido de relatar alguns poucos dos TDs que tive a ventura de realizar. E antes que a ira do Eddie me alcance, vou começar a pagar o debito pelo dia, ou melhor pela noite, em que conheci Branca de Neve.
Há cerca de um ano atrás, estava eu em uma das resenhas com alguns confrades no Zezé, quando veio se juntar a nós, saindo languidamente pela porta do Castelo, a bela Alice Durant. Já a admirava pelos seus posts no Arena Social, mas o fato dela não mostrar o rosto nas fotos me proporcionou uma ótima surpresa ao conhecê-la pessoalmente. Fiquei encantado com o que vi, não somente com as feições delicadas da moça, mas também com a sua simpatia e desenvoltura. A conversa fluía muito bem e eu já estava tentado a marcar com ela em breve. Porém, o tiro de misericórdia veio no momento em que me despedia do grupo para partir rumo ao recanto do lar. Quando me agacho ao lado da cadeira onde Alice estava sentada para os dois beijinhos de praxe, ouço a pergunta em um tom quase de reprovação:
- Por que você ainda não marcou comigo?
Diante de tal “intimação”, fiquei alguns segundos sem saber o que dizer. Realmente não havia explicação para tal heresia! Me recobrei o mais rápido que pude e balbuciei algo como:
- Com certeza não há razão para isso, mas não demorarei a reparar tamanho absurdo.
E assim foi. Na manhã do dia seguinte envio um zap (sem me identificar) e a resposta é bem rápida e muito gentil. Ótimo pré atendimento. Marcamos para o último horário. Segui a jornada praticamente no automático, trabalhando em ritmo acelerado, desejando que as horas passassem rápido. Quando já me preparava para seguir ao encontro de Alice, recebo uma mensagem da minha dentista confirmando a consulta do dia seguinte para a retirada dos pontos. PQP! Simplesmente havia esquecido da remoção de um dos sisos ocorrida uma semana antes. O bom senso recomendava adiar o enrosco pois não poderia ainda fazer esforço físico. Mas eu ainda ouvia a voz de Alice ressoando nos meus tímpanos, como se fosse o chamado irresistível de uma sereia. E como já estava muito em cima do horário combinado, decidi então mandar o bom senso às favas e manter o compromisso assumido.
Parti com medo, admito, temendo que algo de ruim pudesse acontecer com os pontos durante a peleja. Mas todo o receio desapareceu quando, após receber o ok para subir, vejo a porta abrir e Alice me receber com um sorriso de surpresa:
- Uau, é você! Foi mesmo rápido no gatilho. Taí, gostei...
E antes que eu pudesse falar algo ou avisar que teria que ir com calma, ela me puxa para dentro e me tasca um beijo que quase me tirou o pouco fôlego que ainda me resta. Caríssimas e caríssimos, que beijo!!!
Não sei precisar quanto tempo fiquei ali, mas posso afirmar que o encaixe foi perfeito. Intenso, mas ao mesmo tempo suave, sem afobação. E aquela boca tinha um gosto bom, muuuuito bom. A atração que ela exercia sobre mim era tão forte que foi difícil desgrudar. O desengate foi lento e só então me permiti dar a devida atenção aos outros sentidos. Pude assim sentir a pele macia e gostosa sob os meus dedos, que percorriam o seu corpo com volúpia incontida. Alice é cheirosa, um perfume gostoso de mulher emanava de seu pescoço delicado, bom de mordiscar (bem de leve, é claro). Ainda tão próximos, apreciei melhor os seus lindos olhos. Ela sorri novamente e com muito custo me afasto para tomar um banho. Só neste instante consegui ver o espaçoso ap, confortável e decorado com bom gosto. Banheiro bem aparelhado, com mais do que o necessário para uma boa higiene.
Retorno para Alice, que me aguardava deitada, vestida com uma sexy lingerie preta que realçava ainda mais a sua pele alva. Voltam novamente os beijos em turbilhão, um pouco mais lascivos desta vez. Começo a despi-la e busco seus seios, primeiro com as mãos pressionando de leve os mamilos rosados e depois com a boca, sugando-os sem sofreguidão. Ela geme baixinho e com o canto do olho a vejo morder o indicador da sua mão direita. Alice parece ser bem sensível nesta parte do seu corpo e eu dedico uns bons minutos a este momento, seguindo as ordens que ela balbucia:
- Assim mesmo, devagar...
Ao mesmo tempo eu apertava uma de suas deliciosas coxas, percorrendo todo o seu perímetro até por fim alcançar sua virilha. Ela aperta minha mão e a desliza para a sua vulva (adora esta palavra! 😊
), fazendo meus dedos realizarem leves movimentos circulares para cima e para baixo, mantendo o toque suave, mas firme. Assimilo rapidamente o seu tutorial e sigo o fluxo, adicionando algumas pequenas variações por minha conta e risco. Logo percebo o mel começar a escorrer e não resisto muito tempo a direcionar minha boca ávida dos seios aos lábios molhados. Pude conhecer então o verdadeiro jardim das delícias, com minha língua se fartando em toda a sua pequena extensão. Os gemidos aumentam de volume e suas mãos seguram com força a minha cabeça, ao mesmo tempo em que mexe suavemente o quadril. Após alguns suspiros mais profundos, Alice me puxa para cima e com os olhos semicerrados me diz num sussurro:- Filho da puta!
Ficamos abraçados durante um breve intervalo, durante o qual ela também deixa a cama rapidamente para buscar um pouco d’água, a fim de hidratar a carne e o espírito. Neste célere ir e vir, tive o privilégio de apreciar toda a beleza daquele corpo nu em movimento. Um verdadeiro deleite para os olhos!
Mas não demora muito e partimos para uma nova sessão de beijos (e que beijos!). Alice agora toma as rédeas e usa a boca e a língua para provocar prazer em cada milímetro da minha pele. O oral de Alice é coisa de outro mundo. Não sei definir exatamente o que ela fazia com a língua enquanto estava ao mesmo tempo com o longuinho praticamente inteiro na boca. E fazia de um jeito, com um gosto tal, que parecia haver a mais fina iguaria de um banquete persa entre as minhas pernas. Era evidente que eu não iria resistir por muito mais tempo. Em determinado momento pensei em pedir que ela parasse, para não soltar os fogos antes da hora. Mas estava bom por demais e, após o sinal positivo de Alice, decidi deixar a explosão ocorrer ali mesmo, sentindo a alma fugir para bem longe dali.
Acho que perdi os sentidos por alguns segundos e ao recobrá-los vi Alice deitada ao meu lado, aninhada entre os meus braços, o alto de sua cabeça bem abaixo do meu queixo. “What a wonderful feeling!”
Conversamos um pouco sobre assuntos aleatórios, sobre a resenha da noite anterior, sobre a personalidade encantadora e marrenta das geminianas e sobre como ela é gostosa. E esta foi a deixa para iniciar um novo round, com um roteiro muito similar ao anterior. Só que desta vez me contive um pouco mais durante o oral matador da Senhorita Durant e consegui interrompê-lo a tempo de colocar Alice de quatro, completamente ao meu dispor.
Garotinho devidamente uniformizado, deslizou fácil explorando a grutinha quente e melada. Vou alternando o ritmo das estocadas, apertando aquela delícia de bunda com vontade. Aos poucos minha péssima forma física começa a cobrar a conta, mas não queria mudar de posição, estava bom demais daquele jeito. E os gemidos de Alice, intercalados com algumas palavras que não consigo entender, me mantêm no pique. Em determinado momento consigo decifrar uma frase:
- Vai gatinho, come gostoso sua puta! (amei o “gatinho”, minhas 66 primaveras agradeceram de coração 😊
)Com este incentivo, não havia como desistir. Sigo com o delirante intercurso até que a batalha termina com o espocar do canhão e comigo definitivamente abatido no colchão, mas com um sorriso bobo e pleno de satisfação no rosto.
Ressuscito novamente com os carinhos de Alice e com sua voz perguntando se estava tudo bem. Com muito esforço respondo que não, não estava. Na verdade, estava tudo maravilhosamente bem.
Muitos goles d’água depois, nos despedimos com mais uma rodada de ósculos durantianos e tomo o rumo de casa praticamente flutuando ao sabor do vento.
Mas antes de terminar este relato, preciso abrir um parêntese e fazer uma observação que creio ser deveras pertinente.
Na minha modesta opinião, uma das coisas que compõem um atendimento de excelência é a menina fazer com que o cliente acredite que ela também está curtindo, tanto ou mais do que ele próprio, que ela também está na mesma vibe. Não gosto deste termo, mas alguns chamam isto de “entrega”. Porém, são raríssimas as meninas que, como a Alice, elevam esta capacidade a um nível superior. Nos fazem esquecer por alguns minutos que tudo não passa de uma mera relação comercial. Fecho o parêntese.
Só uma hora e meia depois de ter saído dos seus braços, me dei conta que simplesmente havia esquecido o devido acerto pecuniário. Imediatamente envio um zap pedindo desculpas pelo lapso e solicitando a chave pix. Recebo de volta como resposta o que se segue:
- Eu também esqueci!
- kkkkk
- O pix é XXXXXXXXXXX
- Quando é muito bom rola isso
- Nem parece que é job
É ou não é um belíssimo pós atendimento?
Senhorita Durant, doce Alice, sei que depois de tanto tempo você não lembrará de mim e muito menos do que foi aqui relatado. Mas tenha a certeza de que você está indelevelmente marcada no corpo e na mente deste feioso aqui.
PS: somente para constar, os pontos passaram incólumes pela aventura

