08 de Maio de 2026 às 10:34
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Eu podia contar minhas aventuras... a começar desta manhã. Não adiantaria falar sobre ontem, porque até então eu era uma pessoa diferente.

Mente fervilhando a mil, ideias vem e vão. Um pensamento pulsa mais forte: relembrar o passado, reviver antigas aventuras. Mas o passado não ficou para trás? Eu não sou uma pessoa diferente? Resolvo pôr tudo isso a prova. Ativo minha máquina do tempo, não configuro nada, deixo-a decidir para onde e quando se encaminhar.


E lá vamos nós! Em qual ponto do espaço-tempo irei parar?

Saio do outro lado do portal, em um pequeno jardim. Observo tudo ao meu redor, tentando descobrir onde estou. Uma mancha preta passa correndo por mim. Procuro-a e a vejo entrar numa grande toca de coelho embaixo da cerca. Aperto os olhos para enxergar melhor. É um pato! Mais do que isso: reconheço o meu alter-ego do passado, uma prova de que eu realmente viajei no tempo.

Vou atrás dele.


Entrando na toca, sem saber onde a toca vai dar


"Pode me dizer que caminho devo tomar?" / "Isso depende muito do lugar para onde você quer ir."

Termino de descer a escada. Estou num quarto amplo, com uma luz aconchegante. Me viro e encaro uma mulher em uma lingerie sumária, envolta em um robe, tudo vermelho, seios gigantescos pulando em minha direção. Algo me é familiar...


Onde eu cheguei? O que encontrarei aqui?

Me aproximo da mulher e ela me encara de volta, como se também tentasse me reconhecer, lembranças sendo resgatadas do fundo de sua memória.

Sim! Agora eu me lembro! 19 de Maio de 2022! Quatro anos atrás! Uma comemoração! Meu aniversário, um presente: ela, Alice Martins! Estou de volta ao País das Maravilhas!


Não preciso nem dizer o que primeiro chamou a minha atenção

Não tenho dúvidas sobre o porquê da máquina do tempo ter me trazido aqui: o meu amor, a minha paixão, o meu tesão por seios! Com certeza, para mim, a parte mais bonita da anatomia feminina, e algo que Alice tem em fartura.

farturafar·tu·ra (sf)1 Estado ou condição de farto. 2 Quantidade que é mais que o bastante; abundância. 3 Grande quantidade de qualquer coisa, em especial de comestíveis ou provisões. 4 Alice Martins.
(Fonte: Dicionário Michaelis)


Louca, louquinha! Mas vou te contar um segredo: as melhores pessoas são.

Depois de tomar banho volto para o quarto. Alice está sentada no sofá, mas logo se levanta ao me ver e me beija. Beija mais. Mais um pouquinho. Me abraça e segue beijando. Eu beijo seus seios – ela os oferece a mim, não posso fazer uma desfeita. Vamos andando devagarinho, arrastando os pés em direção à cama.

Não posso voltar para ontem porque lá eu era uma outra pessoa.

Definitivamente eu não sou mais a mesma pessoa do meu passado. Eu sigo evoluindo, buscando melhorar, crescer, me renovar a cada dia que passa. Uma coisa que definitivamente mudou em mim nos últimos anos foi o cuidado maior na busca do prazer feminino. Não que antes eu fosse egoísta nesse quesito, mas a vivência, a experiência, tudo me deu maior conhecimento sobre o que pensam e anseiam as mulheres. E como explorar melhor os seus corpos, instigar sua libido, extrair o tesão de dentro delas. Funciona sempre? Claro que não, mas eu me esforço – e sigo experimentando, tentando, errando e aprendendo.

Alice olha a minha necessaire. "O que tem aí, hein?" Melhor mostrar do que explicar. Coloco uma venda sobre seus olhos (mas não era para mostrar? a venda aguça os outros sentidos) e ela deita de bruços sobre a cama. "Não, vira de frente", eu digo, e enquanto ela se vira eu tiro sua calcinha vermelha. Beijo seu pescoço, ela suspira. Passeio calmamente por seus seios, que não cabem em minhas mãos juntas. Afundo minha cabeça entre eles. Ao passar a pena pelo seu corpo, ela se arrepia toda – acho que os maiores arrepios que eu já vi. E seus gemidos, entremeados com risinhos nervosos, são música para os meus ouvidos. Quando começo a beijar e chupar sua ppk, seu corpo começa a dançar junto comigo. Daquela posição, deitado entre suas pernas, eu tenho uma posição privilegiada, assistindo aquela cena maravilhosa de Alice se contorcendo, mordendo os lábios e apertando os próprios seios. Ela me faz um cafuné, passa seu pé por sobre a minha coxa, me acaricia do jeito que consegue enquanto segue estremecendo, até que se solta e goza gostoso.


Aqui, você vê tudo o que já viu antes, mas de um jeito diferente.

Eu não sou louco. É só a minha realidade que é diferente da sua.

Retiro sua venda e a beijo, em agradecimento por me proporcionar o prazer de assistí-la gozar. Enquanto fico de pé e procuro por uma camisinha, ela se vira de lado e com uma só bocada engole meu pau. Paro, respiro fundo e, antes que algo aconteça antes da hora, encapo meu pau. Alice me pergunta que posição eu quero. "Caminhar é fácil, difícil é escolher o caminho." Olho a sua bunda e me decido: de quatro!

Agarro aquele mulherão e começo a transar num ritmo crescente. Peço que ela se vire e deite de costas. Eu me arrumo entre suas pernas e me encaixo novamente. Alice me beija, me incentiva, fala comigo, geme e eu vou fazendo o mesmo. Ela me chama de gostoso? Eu digo que ela é muito mais! Ela geme? Eu grito! Ela me xinga? Não, isso ela não faz, ela é uma dama! Eu a elogio! Ela treme? Eu chacoalho! Ela goza? Eu explodo!


Como eu desejo fugir dos dias normais! Eu quero correr solto com minha imaginação.

Alice, toda cuidadosa e carinhosa, me dá um beijo, retira a minha camisinha e limpa o meu cacete, que cai em um merecido descanso.

Mais de três anos sem nos vermos – depois da mihha festinha de aniversário ainda voltei nela umas duas ou três vezes, ainda em 2022, no máximo no início de 2023 –, temos muito o que pôr em dia em nossas conversas. Mas também temos que recuperar o tempo perdido – sexualmente falando.

Não é que eu goste de complicar as coisas, elas é que gostam de ser complicadas comigo.

Pego minha pequena rosa vibratória e a ligo. "O que é isso?", Alice me pergunta um segundo antes de eu encostá-la em seu clitóris e lhe arrancar um "aaaaaiiiiii!!!!!" profundo. Alice volta a se auto-acariciar, suspirar, tremelicar. O aparelhinho vai fazendo seu serviço, deixando minha boca livre para beijar as coxas, pernas e pés de minha companheira. De repente, eu sinto o aparelhinho diminuir a velocidade, sua luz bruxulear até apagar de vez. Maldita bateria!

Olho para minha necessaire, pensando no que fazer. Mas eu penso rápido: não é hora de complicar as coisas! Menos é mais! Keep It Simple, Stupid! (KISS) Eu jogo o aparelhinho para o lado e rapidamente o substituo na ppkinha de Alice pela minha boca e minha língua – analógico ao invés de digital. A operação é um sucesso! Alice não perde o pique, continua no seu ritmo de excitação. Eu aumento ou diminuo a velocidade, uso mais a língua ou meus lábios, tudo de acordo com os sinais que o corpo de Alice vai me dando. E ela fica molinha quando goza mais uma vez.

O segredo, querida Alice, é rodear-se de pessoas que te façam sorrir o coração.

Alice sutilmente me empurra para que eu deite de costas e se aconchega sentada entre minhas pernas. Puxa minha perna para colocá-la sobre suas coxas, abaixa um pouco o tronco e me chupa carinhosamente. Vai alternando sua boca com suas mãos, que fazem um movimento estranho em meu cacete semi-rígido. Estranhamente agradável, muito mais do que eu poderia supor.

– Alice... Por acaso essa a tal da massagem lingam?
– Sim! Está gostando? Está sensível?
– É... Tá sensível, mas ao mesmo tá tão bom...
– Deixa eu fazer direito então!

Ela espalha um pouco de lubrificante no meu pau, se ajoelha inteiramente entre minhas pernas e começa uma massagem íntima que eu não consigo descrever. Só sei que eu sinto minha alma quase me fugir em um grito pela minha boca ou em um jorro orgásmico pela minha pica. Meu pau endurece nas mãos suaves de Alice, ela me encarando com aquela carinha sapeca, se deliciando com meu (doce) sofrimento. Imploro por uma camisinha.

Não viva para agradar os outros, viva para ser feliz.

Alice me atende e vem se sentar sobre mim. Minha cabeça se encaixa entre seus seios e eu quase morro sufocado (mas feliz!) ali. Alice cola o seu corpo no meu. Sua cabeça ao lado da minha, ela beijando meu pescoço, eu sentindo o seu perfume. Ela mexe apenas o quadril – que eu seguro para mantê-lo grudado no meu, aumentando a fricção –, tudo num ritmo perfeito. Tão perfeito que eu acabo gozando ali mesmo. Ainda sobre mim, eu lhe faço uma confissão.

– Alice... Muito, muito raramente eu consigo gozar assim, com a mulher por cima... Parabéns!

Alice ri enquanto sai para ficar ao meu lado e tira minha camisinha. Meu pau ainda está duraço e extremamente sensível. O leve toque da mão de Alice o faz tremer. Eu acho que consigo...

– Alice... acho que tem mais alguma coisa...

Ela entende e imediatamente começa a manipulá-lo, boca e depois mão, mão e depois boca, boca e mão simultaneamente... E eu consigo! Encho a boca de Alice do mais puro leite, o jorro que ela quase me arrancara antes agora vem com força total. É um gozo diferente, mais intenso, mais gostoso. Mais maravilhoso.


A única forma de chegar ao impossível é acreditar que é possível.

Quando acordei hoje de manhã, eu sabia quem eu era, mas acho que já mudei muitas vezes desde então.

O tempo e as mudanças decorrentes de sua passagem são um tema recorrente na obra de Lewis Carrol. Não seguem nenhuma lógica, não são lineares. Falam sobre crescimento e amadurecimento. Sobre não voltar para ontem e olhar para o hoje e para o futuro. Sim, hoje eu sou uma pessoa diferente. Sim, hoje Alice é uma pessoa diferente. Mas nem tudo do passado é ruim ou muda para pior. Alice continua um tesão, deliciosa, safada! Continua? Acho que está até melhor, pelo que eu lembro. E assim, depois desta aventura no tempo, eu digo: viva o futuro! Que eu possa fazer outras visitas ao País das Maravilhas, reencontrar Alice, me perder nessa toca! E entre seus seios... 😉 E também viver outras aventuras em outros portos, outros planetas, outros corpos. Viver cada momento intensamente, dentro das possibilidades.


"Valeu, Spock! Meu legado está em boas mãos!" – Patolino

E vou-me embora, não sem antes perguntar:
– Quanto tempo dura o eterno?
– Às vezes apenas um segundo.


Resuminho sobre Alice Martins:

Pré-atendimento: Bom. Simpática, bem direta.

Local: Apartamento na SD117. Grande, confortável, tudo nos trinques.

A mulher: Branca, cabelos compridos loiros, encorpada, altura mediana e... e... meudeus... que seios! Enormes, macios, suculentos! Coisa de velho: acabei lembrando agora de uma propaganda antiga do Chester. "Coxobus suculentus, pectus fartus et humidus". Não encontrei vídeo disso, só de outra propaganda: "70% de peito e coxa" (https://www.youtube.com/watch?v=yZd-zofUvv8)

Beijo: Ótimo encaixe, língua atuante, lábios molhados. Beijos bem distribuídos por todo o encontro.

Oral: Muito bom de se receber e de se fazer. Com o plus da massagem lingam se fez um combo imbatível!

Sexo: Muito bom, diversificado, me fez gozar de um jeito que, para mim, é muito difícil.

Anal: Não fizemos, mas ela própria diz que gosta. Um bom motivo para justificar um retorno. (Nota: há um adicional de R$ 50)

Estilo: Namoradinha total!

Repeteco: Sim! Não vou mais perder o contato da Alice depois disso! Temos assuntos inacabados...


Qualquer um pode viajar de trem ou a cavalo, mas a melhor forma de viajar é em um chapéu.