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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
A ELETRIZANTE FLOR ALANNA — O INÍCIO DE UM COLAPSO NO MULTIVERSO DO SOLVIT SEXUS
ANO 2025.
A missão havia sido abortada.
Houve o vazamento de um infiltrado dentro da minha dimensão. Após meses de investigação intergaláctica, consegui localizar o invasor… e deletar completamente a linha temporal em que ele existia.
Somente então dei prioridade máxima para investir nessa nova aventura ao lado dessa magnífica Flor do Multiverso chamada Alanna Llegário.
Contato estabelecido…
Ela:
— Lembro de você! Você veio aqui em casa me ajudar com pequenos reparos na parte elétrica… rsrs
Eu:
— Isso mesmo! E aí… pronta para uma aventura no Multiverso Solvit Sexus?
Ela:
— Sim, sim! Estou ansiosa! Já li algumas das suas aventuras!
Missão confirmada.
Marcamos no começo da tarde. Preparei a Mochila Solvit, calibrei os equipamentos e liguei o Solvit Móvel.
Mas algo parecia diferente…
Não com ela.
Não comigo.
Foi então que pedi ajuda aos meus cretinos espaciais para rastrear, através do mapa estelar, meu posicionamento exato dentro do Multiverso.
Aquilo não era medo.
Era um pressentimento.
Entrei no Solvit Móvel e digitei as coordenadas:
“Solvit Móvel… seguir para a linha temporal da Deusa Flor Alanna.”
Foi então que ela surgiu…
Linda.
Perfumada.
Sorridente.
Ainda sem compreender exatamente quem eu era… ou qual portal temporal estava prestes a acessar… ela pediu o pagamento.
Ela:
— Sem querer ser indelicada… pode fazer o pagamento total do valor?
Ali, ainda parado com o Solvit Móvel ligado, compreendi imediatamente o receio dela e prontamente realizei o pagamento.
Ela explicou que vinha sofrendo diversos golpes temporais aplicados por forasteiros do multiverso e, por isso, pediu R$50,00 antecipadamente para confirmar o atendimento via WhatsApp.
Importante deixar claro:
Só realizei o PIX do sinal porque já a conhecia anteriormente.
Naquele instante pensei:
“Então era isso…”
A anomalia que eu havia sentido antes da missão.
Mudamos de assunto e começamos a falar sobre nós, sobre o encontro e sobre as infinitas possibilidades daquela nova realidade.
Decidimos seguir para o Éden Hotel.
Ao entrar, já estávamos rindo e brincando.
Aliás… ela é um verdadeiro doce de pessoa.
Mas foi ao atravessar o portal dimensional do Éden e começarmos a tecer nossa própria linha temporal… que percebi exatamente o que meu instinto tentava avisar.
Linhas temporais estavam colapsando.
Subimos.
Entramos na suíte 41.
Fui tomar banho enquanto ela se preparava para assumir sua forma definitiva…
A Super Coelhinha Multiversal.
Então eu disse:
— Pronta para experimentar algo que jamais foi vivenciado em nenhuma das suas realidades?
Ela respondeu, sorrindo:
— Já fiz de tudo… mas vamos ver… rsrs
Aquilo soou como um desafio intergaláctico.
Playlist Solvit tocando ao fundo…
Ela devidamente vendada…
Coleirada…
Afinal, coelhinhas multiversais são naturalmente inquietas… rsrs
Partimos para os beijos.
E que beijo…
Quente.
Viciante.
Hipnótico.
Beijei lentamente cada parte do seu corpo enquanto ela gemia baixinho, se contorcendo em pequenas ondas gravitacionais.
Mesmo vendada, ela já parecia viajar entre galáxias desconhecidas.
Foi então que me posicionei para que ela me provocasse enquanto os artefatos tecnológicos do Multiverso Solvit faziam seu trabalho silencioso.
Mais beijos.
Mais colisões estelares.
Retirei sua venda.
Agora totalmente livre das amarras temporais, ela aproximou os lábios do meu ouvido e confidenciou baixinho:
— Gozei duas vezes… que delícia…
Naquele momento, iniciou-se uma verdadeira Blitz Intergaláctica. Chupando, beijando e provocando!
Ela não parava.
Provocava.
Beijava.
Instigava.
Até pegar a camisinha… e colocá-la usando apenas a boca.
Uma visão digna de romper dimensões.
Então ela subiu.
E cavalgou como se estivesse pilotando uma tempestade cósmica.
Beijando…
Sorrindo…
Provocando…
Em determinado momento, realizou um verdadeiro “360º Multiversal” sem romper a conexão dimensional. Sem tirar de dentro ela cavalgou de frente, de costas e de lado!!
Ali mesmo senti minha consciência vagando em gravidade zero pelo espaço sideral.
Foi ai que perguntei:
E aí o que achou dessa aventura no meu Multiverso?
Ela respondeu:
Amei... nunca tive uma experiência dessa!! Já quero de novo!
Mas vocês devem estar se perguntando:
“E o tal pressentimento?”
“O que aconteceu?”
Sim…
Não era conosco.
Era o Multiverso enlouquecendo.
Portais abrindo e fechando…
Dimensões colidindo…
Realidades alternativas se cruzando…
Foi somente depois daquela missão no Éden que comecei a compreender o que realmente estava acontecendo.
Aquilo nunca foi coincidência.
A presença da Eletrizante Flor Alanna não apenas cruzava dimensões…
Ela as afetava.
Cada sorriso.
Cada olhar.
Cada aproximação.
Tudo nela emitia uma frequência desconhecida pelo Multiverso Solvit.
Uma energia rara.
Instável.
Perigosamente sedutora.
Os sensores do Solvit Móvel começaram a falhar assim que ela entrou naquela linha temporal.
Portais piscavam.
Coordenadas desapareciam.
Realidades paralelas começavam a se sobrepor umas às outras.
O que antes eram apenas pequenas anomalias… rapidamente se transformou em colapsos dimensionais.
Galáxias inteiras passaram a sofrer interferências.
Linhas do tempo começaram a se dobrar.
Versões alternativas de eventos passaram a surgir simultaneamente.
E o mais impressionante…
Tudo parecia reagir à presença dela.
A Flor Alanna havia despertado algo.
Uma espécie de núcleo energético interdimensional capaz de eletrificar os próprios portais temporais.
Seu campo gravitacional não afetava apenas pessoas…
Afetava realidades.
Os céus do Multiverso passaram a registrar tempestades elétricas vermelhas.
Constelações mudavam de posição.
Fendas cósmicas se abriam sem aviso.
E foi então que os Arquivos Solvit revelaram algo assustador:
“Quando a Deusa Eletrizante desperta completamente… o Multiverso deixa de obedecer às próprias leis.”
Naquele instante compreendi.
Ela não era apenas parte da aventura.
Ela era o início dela.
O epicentro do colapso.
A energia que estava alimentando todos os portais, conectando dimensões proibidas e trazendo entidades de outras realidades para dentro da mesma linha temporal.
E entre essas distorções…
Uma nova presença começou a surgir.
Uma VIP.
Alguém que jamais deveria ter conseguido atravessar as barreiras dimensionais.
Mas atravessou.
Porque Alanna havia eletrificado tudo.
As dimensões.
Os portais.
As realidades paralelas.
O Multiverso inteiro agora vibrava na mesma frequência dela.
E aquilo…
Era apenas o começo.
Foi então que compreendi toda a explicação da anomalia.
Ao acessar a linha temporal da Deusa Flor Alanna… encontrei, sentada na recepção…
Ela.
Sim.
Manu Borges.
Eu:
— Manu…?
Ela…
Continue.....
