12 de Maio de 2026 às 17:13
MANU BORGES
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ALANNA LLEGARIO
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MANU BORGES
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Versão Multiverso Solvit- Versão realidade Dan Spock
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SOLVIT SEXUS NO MULTIVERSO DA LOUCURA E DO PRAZER


A REALIDADE DO COMANDANTE DAN SPOCK E AS DEUSAS VIP MANU BORGES E A ELETRIZANTE ALANNA LLEGÁRIO


Continuado...


Foi então que compreendi toda a explicação da anomalia.

Ao acessar a linha temporal da Eletrizante Flor Alanna e atravessar os corredores dimensionais do Éden Hotel… encontrei, sentada na recepção, uma presença extremamente familiar.

Ela.

Sim.

Manu Borges.

Naquele instante, o próprio ar do ambiente pareceu vibrar.

As luzes da recepção oscilaram levemente.
O painel temporal do Solvit Móvel apresentou interferências.
E os portais começaram a emitir pequenas descargas elétricas vermelhas.

Olhei para ela, ainda tentando entender aquela coincidência impossível dentro do Multiverso.

Então perguntei:

— Manu Borges…?

Ela levantou os olhos, surpresa.

— Eu…?

Então respondi:

— Eu sou o Solvit Sexus.

Ela arregalou os olhos imediatamente.

— Não acredito… você é o Solvit Sexus? Você aqui?!

Ao meu lado, a Eletrizante Flor Alanna apenas observava tudo sorrindo, sem imaginar que aquela simples interação estava prestes a iniciar uma nova ruptura dimensional.

Manu então se aproximou rapidamente e disse:

— Vem aqui! Deixa eu tirar uma foto sua!

Pegou o celular ainda desacreditada e continuou:

— Você sabe quem eu vou atender exatamente agora? O comandante Dan Spock!

Naquele instante, um calafrio atravessou minhas linhas temporais.

Dan Spock.
Outro viajante interdimensional.
Outro agente ativo do Multiverso Solvit.

Aquilo já não podia mais ser coincidência.

Ela então puxou uma cadeira ao lado dela e falou:

— Senta aqui! Vou enviar uma foto sua pra ele! Ele não vai acreditar!

Sentei-me na recepção enquanto as dimensões continuavam emitindo pequenas falhas gravitacionais ao redor do hotel.

Tiramos a foto.




A transmissão foi enviada através dos canais interdimensionais diretamente para Dan Spock.

Com isso, Manu cumprimentou Alanna enquanto eu subia novamente para minha realidade temporal.

Nossa própria ramificação.

Nosso próprio portal dentro daquele caos dimensional.

Mas o Multiverso… já não obedecia mais às próprias leis.

Portais se abriam.
Portais se fechavam.
Dimensões colidiam.
Realidades alternativas tentavam coexistir no mesmo espaço físico.

As paredes do Éden Hotel vibravam em pequenas ondas gravitacionais.

As luzes piscavam em vermelho profundo.

E tudo parecia reagir à presença dela.

A Eletrizante Flor Alanna.

Era como se sua energia estivesse alimentando o colapso.

Os portais piscavam.
Abrindo.
Fechando.
Abrindo.
Fechando.

As dimensões tentavam se sobrepor umas às outras.

Foi então que meu comunicador dimensional vibrou.

Mensagem recebida.

Dan Spock.

“Você está por aí também, né? Acabei de receber a foto na espera.”

Respondi:

— Não adianta mais me esperar… já subi para minha suíte.

Poucos segundos depois, ele respondeu:

— Qual suíte?

Então respondi:

— Suíte 41.

Naquele instante, compreendi que Dan Spock havia entendido a gravidade da situação.

Com precisão quase militar digna de um verdadeiro comandante intergaláctico… ele escolheu uma suíte estratégica no mesmo andar.

Suíte 45.

Os minutos passaram.

Os portais continuavam abrindo e fechando.

A própria existência parecia falhar.

Então…

TOC.
TOC.

Uma batida na porta.

As luzes piscaram violentamente naquele instante.

O quarto inteiro sofreu uma distorção temporal.

Por alguns segundos…
Tudo apagou.

Quando a realidade voltou, ouvi novamente:

TOC.
TOC.

Mas algo estava errado.

Porque, durante os apagões dimensionais, a presença atrás da porta simplesmente desaparecia.

Hora existia.
Hora não.

Como se entidades de outras linhas temporais estivessem tentando permanecer naquela realidade… mas não conseguissem se estabilizar completamente.

O Multiverso estava entrando em colapso total.

Até que, em meio às oscilações da realidade, ouvi sua voz atravessando as dimensões:

— Solvit… acho que o Multiverso enlouqueceu…

A Eletrizante Flor Alanna caminhou lentamente até a porta enquanto as luzes do corredor piscavam em vermelho profundo.

Ela segurou a maçaneta.

Então abriu a porta.

E…

Não havia ninguém.

O corredor estava vazio.

Silencioso.

Frio.

Dan Spock… já não estava mais naquela linha temporal.

As dimensões haviam se deslocado novamente.

Outra Terra.
Outro fragmento do Multiverso.
Outra realidade paralela.

Foi então que meu comunicador vibrou novamente.

Mensagem recebida.

Dan Spock.


“Já estou na unidade 45. Não conseguimos permanecer aí por causa da instabilidade entre os mundos.”

A mensagem falhava.
Piscava.
Sumia por frações de segundo.

Então continuava:

“Quando terminarem aí… podem vir pra cá.”



Quase duas horas de aventura intergaláctica haviam se passado dentro daquele fragmento dimensional.

Mas o Multiverso continuava se deteriorando.

Então tomei uma decisão estratégica.

Para impedir que aquela entidade magnífica da minha realidade fosse arrancada para outro universo durante a travessia… prendi cuidadosamente a coleira dimensional nela.

Precisávamos sair da unidade 41…
E atravessar até a unidade 45.

Mas havia um problema.

O corredor do hotel.

Aquele corredor agora era praticamente um portal vivo entre dimensões.

Cada passo poderia nos lançar para outra realidade.

Segurei firmemente a coleira dimensional da Eletrizante Flor Alanna.

Então abri a porta da suíte 41.

O corredor oscilava.

Partes dele apagavam.
Outras reapareciam completamente diferentes.

Entidades surgiam e desapareciam no meio das falhas temporais.

Um garçom atravessou o corredor… e desapareceu segundos depois.

Uma camareira surgiu carregando toalhas… mas sua existência parecia incompleta, como se pertencesse a outro universo tentando ocupar o mesmo espaço físico.

Finalmente…

Unidade 45.

Ou pelo menos… aquilo ainda parecia ser a unidade 45 naquela realidade.

Parei diante da porta.
Olhei para a Eletrizante Flor Alanna ainda presa à coleira dimensional.

Então bati na porta.

TOC.
TOC.

Então a porta se abriu lentamente.

E naquele instante…

O portal definitivo se abriu junto.

Já não era apenas uma simples suíte de hotel.

Era como se todas as realidades do Multiverso tivessem começado a se entrelaçar dentro daquele espaço.

E então ela apareceu diante de mim.

A entidade VIP.

Manu Borges.

Os olhos dela percorreram imediatamente toda a cena caótica.

Então ela perguntou, quase desacreditada:

— Mas… quem é essa ultra anomalia?

Sorri lentamente enquanto segurava firme a coleira dimensional.

Então respondi:

— Essa é a Lana… a Flor que você conheceu lá embaixo.

Mas agora…

Ela já não era apenas Lana.

A energia do Multiverso havia personalizado completamente sua forma dimensional.

A Super Coelhinha Eletrizante.

Continuei:

— E eu precisei trazê-la na coleira. A energia dela está tão forte… que, se eu não mantiver uma conexão física estável, ela pode acabar sendo puxada para outra dimensão no meio do colapso.

Ao atravessarmos definitivamente o portal da unidade 45, a sensação era de termos deixado de existir em uma única realidade.

Agora… éramos fragmentos vivos de um Multiverso em colapso.

Sentamos.
Conversamos.
Comemos pipoca.
Tentamos compreender o impossível.

Ali dentro, o tempo parecia não existir mais.

Cada segundo criava uma nova ramificação.

E foi então que percebi algo assustador.

Quando atravessei aquela porta…

Não existia apenas “eu”.


Minha versão na realidade alternativa.

A ruptura dimensional havia começado a fundir versões alternativas da minha própria existência.

Eu já não era somente um homem daquela linha temporal.

Dentro daquela realidade colapsada…
Também existia o Lobo Solvit.




Duas versões Solvit na mesma realidade!

A entidade lupina interdimensional das realidades alternativas de Dan Spock.

E percebi imediatamente pelo olhar de Manu Borges…

Ela queria conhecê-lo.

Enquanto isso, Dan Spock observava a Eletrizante Alanna como quem enxergava o próprio epicentro do caos dimensional.

E talvez estivesse certo.

Porque cada sorriso dela fazia os portais vibrarem.

Cada toque gerava pequenas falhas gravitacionais.

Cada aproximação parecia aproximar ainda mais universos diferentes.

Foi então que Dan Spock se aproximou da Eletrizante Flor Alanna, segurando sua coleira dimensional enquanto os portais continuavam pulsando ao redor da suíte.






Enquanto isso…

Eu permanecia no sofá ao lado de Manu Borges.

A tigela de pipoca ainda entre nós.
O cheiro amanteigado misturado ao perfume dela.

Então nos aproximamos lentamente.

E ali aconteceu um verdadeiro beijo cinematográfico.

Um beijo digno de atravessar universos.

Até o gosto ainda carregava traços da pipoca compartilhada entre aquelas realidades instáveis.

Em meio ao caos dimensional, Manu Borges subiu sobre mim no sofá, envolvendo as pernas em minha cintura enquanto as dimensões tremiam ao redor da unidade 45.

Levantei-me lentamente com ela ainda presa ao meu corpo.

E então atravessei o quarto.

Ao nos aproximarmos da cama, precisei afastar levemente a perna de Dan Spock.

Foi então que deitei Manu Borges sobre a cama enquanto o Multiverso inteiro parecia pulsar junto conosco.

Tudo era uma única frequência.

Um único universo.

Um único colapso multiversal.

Os portais continuavam abrindo e fechando.

As dimensões colidiam ao redor da unidade 45.

Foi então que sorri para Manu Borges e disse:

— Acho que vou precisar buscar um artefato especial na outra realidade…

Ela riu.

Então atravessei novamente o corredor dimensional do Éden Hotel em direção à antiga realidade da suíte 41.

Vestindo apenas a cueca, caminhei rapidamente entre as distorções temporais tentando alcançar o artefato que havia deixado para trás naquela linha temporal quase destruída.

Mas algo estava errado.

Muito errado.

No meio do corredor, a camareira voltou a surgir.

Ou pelo menos…
uma versão dela.

Ela apareceu correndo desesperadamente entre as falhas temporais do hotel, como se estivesse tentando escapar de algo escondido entre as dimensões do Éden Multiversal.

Então virou rapidamente em direção à antiga realidade da suíte 41… mas imediatamente recuou.

Como se tivesse visto algo aterrorizante do outro lado do portal.

Foi então que eu atravassei correndo o corredor dimensional em direção à unidade 45.





As luzes explodiram em vermelho.

Os portais pulsaram violentamente.

E eu finalmente consegui retornar à unidade 45 carregando o pequeno artefato tecnológico que buscava na outra realidade.

Mas quando atravessei a porta…

Percebi imediatamente que o Multiverso já havia avançado mais uma etapa do colapso.

Dan Spock.
A Eletrizante Flor Alanna.
E Manu Borges.

Agora compartilhavam a mesma frequência dimensional.

Entre brincadeiras, gargalhadas e confidências interdimensionais… permanecemos ali, os quatro, deitados na cama da unidade 45.

Cansados.
Relaxados.
Como sobreviventes de uma guerra entre universos.





Foi então que Dan Spock finalmente resolveu cumprir sua promessa intergaláctica.

Veio até mim…
olhou seriamente…
e então deu um tapa na minha bunda.

Por alguns segundos houve silêncio absoluto.

Então…

A unidade 45 inteira explodiu em gargalhadas.

A Eletrizante Flor Alanna ria sem conseguir se controlar.
Manu Borges praticamente caiu sobre a cama gargalhando.
E até o comandante Dan Spock perdeu completamente a postura de oficial interdimensional.

Naquele momento, o Multiverso parecia ter encontrado equilíbrio através do próprio caos.

Ali, naquela realidade improvisada do Éden Hotel…

Dan era Spock.
Spock era Dan.
Patrulhando dimensões instáveis entre galáxias colapsadas.

Manu Borges surgia como a entidade VIP querida entre realidades paralelas.

E Alanna Llegário se transformava oficialmente na Deusa Eletrizante da Flor do Prazer.

Mas toda travessia interdimensional possui um preço.

As linhas temporais começavam a se apagar lentamente.

Então compreendi que a linha temporal da unidade 41 estava se esgotando.

Segurei novamente a coleira dimensional da Eletrizante Flor Alanna e atravessei os corredores do Éden Hotel em direção à antiga realidade da suíte 41.

Foi então que o telefone da suíte tocou.

Atendi.

A voz da recepcionista atravessou a linha temporal:

— Senhor… está tudo bem com vocês? O período contratado já se encerrou. Gostariam de prolongar?

Então respondi:

— Não… está tudo bem. Pode fechar a conta.

Enquanto eu começava a me arrumar… Dan Spock também encerrava os procedimentos dimensionais ao lado de Manu Borges na unidade 45.

Foi então que meu comunicador vibrou novamente.

Mensagem de vídeo recebida.

Dan Spock.

No vídeo, ele segurava um pequeno artefato esquecido entre as linhas temporais.





Então ouvi sua voz:

— Ei… você esqueceu um brinquedinho da sua realidade aqui.

Assim que finalizei os pagamentos dimensionais da unidade 41, atravessei novamente os corredores do Multiverso Éden em direção à unidade 45.

Agora vestido.

Tentando parecer apenas um homem comum diante das entidades do hotel.

Peguei o artefato dimensional esquecido.
Troquei olhares rápidos com Manu Borges.
Sorri para a Eletrizante Flor Alanna.

Então segurei sua mão.

E finalmente descemos.

Mas antes que eu pudesse sair da garagem do Éden Hotel…

A recepcionista surgiu rapidamente.

— Senhor… o senhor não pode sair ainda.

O Multiverso pareceu congelar novamente.

Ela então continuou:

— Um objeto pertencente à realidade alternativa do Éden não foi localizado.

Olhei imediatamente para Alanna.

— Uma toalha — disse a recepcionista.

Respirei fundo.

Então precisei abrir o jogo dimensional:

— Essa toalha provavelmente está na unidade 45.

A recepcionista então entrou em contato com Dan Spock.

E naquele instante percebi imediatamente pelo tom da voz dele…

Que ele iria me sacanear.

Até que ele respondeu calmamente:

— Sim… realmente. Aqui existem três toalhas ao invés de duas.

Então ouvi a sentença final do comandante:

— O Solvit esqueceu uma toalha aqui mesmo.

Naquele instante, até a recepcionista começou a rir discretamente.

O Multiverso parecia finalmente estabilizar um pouco sua insanidade.

Fui oficialmente liberado daquela realidade.

Entrei no Solvit Móvel ao lado da Eletrizante Flor Alanna enquanto as últimas falhas dimensionais desapareciam lentamente do estacionamento do Éden Hotel.

Durante o trajeto…

Apenas risadas.

Muitas risadas.

Ela havia gostado demais da experiência.

E como não gostaria?

Sua estreia no Arena não foi apenas uma estreia.

Foi um evento multiversal.

O nascimento oficial da Eletrizante Flor do Prazer dentro das linhas temporais do Multiverso Solvit.

E ainda comentávamos sobre o quão surreal havia sido aquela convergência dimensional:

Eu.
Dan Spock.
Manu Borges.
E a Eletrizante Flor Alanna.

Quatro entidades.
Quatro energias.
Quatro linhas temporais diferentes colidindo na mesma realidade.

Uma dupla?

Não.

Aquilo já havia ultrapassado qualquer conceito terrestre.

Era um crossover intergaláctico.





Câmbio.
Desligo.

Multi-Solvit falando…
do outro lado do Multiverso.