01 de Junho de 2026 às 16:55
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Data Estelar 61190.8
Diário do Primeiro Oficial e Oficial de Ciências da Nave Estelar NCC-1701 Enterprise


A Enterprise segue em sua contínua missão em busca de novas formas de sacanagem e luxúria quando, de repente, os sensores começam a bipar alucinadamente, luzes piscando incessantemente, o sinal de alarme zurrando em altos decibéis.

— Senhor Chekov! Atualização!
— Senhor Spock, estamos sendo sugados por um buraco negro!
— Alerta geral! Todos se preparem para o impacto!
— Impacto? Mas vamos bater em que?
— Ninguém sabe o que há dentro de um buraco negro, Senhor Sulu. Há teorias que especulam a existência de um “outro lado”...
— Estamos fudidos!
— Ainda não, Senhor Scott! Ainda não!
— AAAAAARRRRRRGGGHHHHHH!!!!!!!


Segura, peão!!!

Sinto meu corpo ser esticado até ficar na grossura de átomos e o tempo se tornar infinito. Tudo envolto por uma luz branca brilhante que aos poucos vai se desvanecendo, até que sinto meu corpo novamente e consigo enxergar ao meu redor. Não reconheço onde estou, mas parece ser um bar. Várias pessoas estranhas estão sentadas junto comigo, numa mesa, bebendo e conversando.

— E então, Spock! Onde é que você vai enfiar essas suas orelhas Vulcanas desta vez?
— Eu... eu... eu... não sei!
— Como você não sabe? Faz o seguinte, vai nesta missão aqui: precisamos fazer uma entrega no planeta Amazonia. Estão precisando de um novo estoque de Biscoitos Goiabinha lá.
— Mas como eu chego lá? A Enterprise... Onde ela está? Quem são vocês?
— Que Enterprise? Do que você está falando? Andou bebendo de novo Benderbräu? Eu já te falei que aquela lata velha do Bender ainda vai te meter numa fria. Agora entra logo na Planet Express e faça essa entrega, cacete!


Em que raios de Universo Espelho eu me enfiei?


A melhor cerveja caseira de vapor por fusão a frio!

Essa nova e estranha tripulação me carrega até a tal nave, e zarpamos rumo ao tal Planeta Amazonia. Durante a breve viagem, recebo um briefing sobre o que me espera: o planeta é habitado por uma raça de mulheres guerreiras gigantes, belicosas, safadas e tesudas.

Após pousar no planeta, localizado no quadrante SD-117, sigo caminhando por uma trilha que exata um forte odor de incenso, óleo perfumado e sexo. Muito sexo.


Onde é que eu estou me metendo?

Quando chego ao local da entrega, ergo minha mão para tocar a campainha, mas, antes que eu consiga alcançá-la, a porta se abre, eu caio para dentro do habitáculo e sou capturado por uma gigantesca mulher loira, que me observa com cara de poucos amigos.

— Onde o senhor estava que demorou para subir?
— Eu vim correndo, Senhorita! – respondo, olhando para o alto e para baixo, para seu belo rosto e para seus formidáveis seios.


E aí, Senhor Spock... Vai me encarar?

— Pois bem... Parabéns atrasados pelo seu aniversário, seu safado!

Aquele belo exemplar do sexo feminino parecia me conhecer. Com os avisos que recebi sobre sua ferocidade sexual, achei melhor seguir concordando com tudo.

— Obrigado, nobre Dama! Vim lhe entregar os Biscoitos Goiabinha que a Senhorita tanto gosta!
— Adoro! Agora vem cá...

E sou capturado pelo imenso mulherão!

— Vou te dar de presente uma morte por Snu Snu!
— Como é que é? O que é isso?
— Você vai ver!


Você foi condenado à morte por Snu Snu!

A portentosa mulher me leva até sua alcova e me joga sobre sua cama.


Vamos, seu Vulcano Safado!

A Amazona me beija, mordisca meus mamilos – o que faz minhas orelhas vulcanas se arrepiarem – e desce pelo meu corpo até encontrar meu membro rijo. Ela o encara, fala ”Snu! Snu!!” e o engole vorazmente! Sua boca percorre todo meu cacete, , deixando-o bem molhado e endurecido.


Feliz Aniversário! Agora me entregue seu corpo...

Com dificuldade, faço com que a descomunal mulher se deite na cama, para que eu possa degustar seu ppkão. Não consigo chupá-la muito, pois logo ela me manda parar.

— Mas já??
— Segunda-feira...


Preciso voltar mais às segundas-feiras

Visto o equipamento padrão de proteção para encontros interespécies e começo a comer a monumental mulher, ela deitadinha mesmo. Ela geme e me dá uns tapinhas.

— Vem me pegar de quatro agora!

Já conhecendo seus hábitos, empurrei o colchão de sua cama um pouco para o lado, para que ela ficasse perfeitamente na minha altura.

— Primeiro vem comer minha buceta...

Eu sigo a instrução e a penetro por sua vagina enquanto ela usa um aparelho vibratório de sua própria coleção sexual para se masturbar.

— Agora coloca devagarzinho na minha bundinha...

Começo a introduzir lentamente meu membro em seu cuzinho apertado. Ele vai entrando aos poucos, até se acomodar completamente, evidenciado por um sussurro da titânica mulher e a maior avidez com que ela se masturba, seus gemidos mais profundos.


Vai ficar só olhando? Vem cá, vem... Primeiro pela frente e depois por trás...

Caio deitado na cama, arranco minha proteção e a colossal mulher fica de quatro ao meu lado, chupando a minha pica freneticamente, na velocidade de dobra 9. Num ato de pura ousadia, impensado, eu a ordeno que não pare de me chupar.

— Não para, gostosa! Não para!!
— Hummm.... Humm.... Humm....
— Caralho, eu vou gozar... Não para! Continua! Continua assim!
— Hummm!!! Humm!!! Humm!!!
— Aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh!!!...
— Cacete, tá acumulando porra desde quando?


Leite Vulcano Integral – sem glúten, rico em proteínas e aminoácidos essenciais

Com a boca cheia, a astronômica mulher vai fazer sua higiene e retorna para o quarto. Entrego uma correspondência para a Dama, que busca um par de óculos de leitura. Como não tenho certeza de que ela conseguiu atingir ou não o orgasmo, e temeroso da minha própria segurança por eventualmente não a satisfazer, decido partir para o ataque imediatamente. Mal ela se senta na cama para ler, puxo suas pernas para que ela fique numa posição mais deitada e ceio de boca e língua em sua ppk. Ela joga a carta para longe e agarra minha cabeça.

— Não para, não, cacete! NÃO PARA, PORRA!

Não ouso parar, pois sei o que pode acontecer à minha integridade física caso eu decida desobedecê-la. Ela treme, treme, treme e se desfaz num orgasmo tão mastodôntico quanto ela própria.

— Porra! Primeira vez que eu gozo de óculos!

Após entabularmos uma conversa, a corpulenta mulher se aproxima de mim e começa uma nova sessão de oral em meu órgão sexual.

— Posso te dar um tapa?
— Pode, com cuid... AAAAAIIII!!! Assim não! Agora minha coxa vai ficar doendo...
— Tu é muito safado!
— Eu??? Olha só quem fala...
— Vem me comer por cima que nem da outra vez!

Volto a transar com a desmesurada mulher no papai-e-mamãe. Seguro sua cabeça, nos beijamos, ela me abraça e deixa meu corpo bem junto do seu. Seus peitos balançam à medida em que eu meto em sua ppk.

Cansado, eu caio de lado e ela vem beijar meu peito enquanto eu me masturbo. Na iminência de gozar, peço que ela se ajoelhe no chão. E assim eu gozo, inundando sua boca novamente – não é só o tempo de retenção, é o nível de tesão também!

Do nada, um turbilhão de luzes e sons me envolve e me vejo de volta ao meu Universo, sem entender o que se passou. Acho que devo maneirar um pouco no consumo de Cerveja Romulana.


O que mais se pode desejar, além de uma morte gloriosa em combate!


Entrega realizada com sucesso!