05 de Junho de 2026 às 19:17
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Experimentando a vida selvagem no covil da Pantera.
Devido às minhas dificuldades de alvará, encontrava-me numa terrível crise de abstinência, precisando de um tratamento especial, daquele conhecido popularmente como “Surra de CU”.
Procurei então a melhor especialista da área, que eu conheço: Madame Pantera.
Consegui agendar numa segunda e rumei pro seu espaço na AA37.
Eu não conhecia o lugar, achei aconchegante e confortável.
Me recebeu carinhosamente, como velhos conhecidos que somos.
Fui tomar banho e ao sair a encontro como eu queria, totalmente peladona na cama.
Eu tinha combinado com ela 2 horas de “Anal Only”. É claro que as minhas forças não iam permitir tamanho esforço. Mas eu estava disposto a tentar.
Imperativa, mandou eu deitar para “tratar” do instrumento, o qual respondeu ao tratamento bucal assumindo a posição de sentido.
A seguir veio a segunda especialidade da Pantera, a montada.
No momento que ela estava ajustando a entrada falei:
Com o CU
Assentiu levemente com a cabeça, lubrificou a entrada e, qual uma rainha de Ifá, que assume o seu legítimo trono, foi sentando.
Imobilizado, eu podia ver o par de seios balançando na minha frente enquanto sentia o meu pau sendo sugado.
A partir deste ponto as lembranças ficam confusas.
Só posso dizer que várias posições foram praticadas, D4, bruços, frango assado, em pé.
Até num momento de romântica meiguice, fizemos de ladinho.
Várias vezes as minhas forças falharam, sendo severamente chamado atenção pela Rainha Pantera.
O que foi ? Ficou com pena desse cu ?
E a seguir fazia a reanimação boca/pau para continuar
Veio o momento de ordem peremptória:
Quero leite!!
Acho que meu gozo estava amedrontado e não queria sair.
A Pantera mandou eu tocar punheta enquanto ela fazia o tratamento grego.
Meio a revelia saiu o magro mingau que foi rapidamente sugado pela fera.
Destruído, fiz a higienização final, dei um abraço na Rainha e saí cambaleando pelos corredores do Palácio das Princesas.
Não lembro como cheguei em casa.
A Pantera não é prós velhos ou fracos.