BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
Alice me recebe trajada apenas de calcinha e sutiã claros, quase sem contraste com sua pele branquinha. E completando o quadro, aquele sorriso lindo, aquela vozinha doce e aquele abraço apertado. E aquela bitoquinha, só para quebrar o gelo. (Gelo? Que gelo?)
Ela me entrega a toalha enquanto tiro minha roupa e vou tomar meu banho. Quando retorno para o quarto, nem minha cueca eu havia colocado. Minha cabeça já está cheia de más intenções... Alice se aproxima de mim e as bitoquinhas se transformam em beijos de verdade. Eu não sei onde colocar as minhas mãos, é muita coisa ali que eu quero apertar.
Alice sobe na cama, fica de quatro, cara a cara com minha pica, que a encara de volta num desafio: "quero ver do que tu és capaz!". Alice não se faz de rogada e engole meu pau. Sua língua é uma hélice, passeando ao redor de toda a circunferência da minha pica. Ela me manda deitar e começa a tirar o sutiã.
— Deixa eu soltá-los... Liberdade!!!
Seus peitões suculentos veem a luz. Ela os oferece a mim e eu os beijo. Ela se ajoelha entre minhas pernas e me faz uma espanhola. A pele do meu pau atinge o limite do esgarçamento. Não sei se ela percebeu algo, mas ela me pergunta:
— O que você quer fazer, hein?
— Me desculpe, Alice, mas eu preciso muito transar contigo! Não estou me aguentando!
— Que safadinho! E como você quer?
— Deixo a escolha a cargo da chefe.
— Humm... Que delícia! Assim eu fico toda me sentindo...
(Quem já conhece a Alice, imagine-a falando com aquela vozinha doce, toda serelepe)
Alice se decide rapidamente. Ela vem por cima de mim. Se encaixa e me cavalga com vontade, me beijando muito, gemendo no meu ouvido. Depois de um tempo, pergunta se deve continuar ou mudar. Eu repito que ela é quem está no comando. Ela para e me fala:
— Você tinha me dito que queria experimentar algo novo... Tá a fim agora?
— QUERO!
— Você nunca fez ou é só comigo?
— Só contigo, não sei como não pensei nisso antes.
— Então vem corrigir isso!
Nos levantamos da cama. Alice passa lubrificante no meu pau, fica de quatro sobre a cama. Eu me posiciono em pé, entre suas pernas. Ela agarra meu pau e o direciona para dentro de sua bundinha. Meudeus! Que delícia! Como eu precisava disso! Enquanto a como bem gostoso, ela enfia uma de suas mãos entre as pernas e se masturba. E aquela vozinha sapeca continua a me excitar.
Caímos na cama, a força me faltando. Tiro a camisinha e Alice vem me chupar mais. De repente, do nada, ela começa a me bater uma punheta frenética. Eu só consigo balbuciar algo parecido com "não para". Meu corpo todo se retesa, eu não consigo parar de gemer, minha respiração fica difícil, eu agarro o lençol com força. Eu gozo na mão de Alice, minhas pernas tão esticadas que quase tenho uma distensão na coxa. Acho que nunca tive um orgasmo tão intenso numa punheta.
Após uma pequena pausa para higiene e hidratação de ambos, peço que Alice se deite – afinal de contas, eu não posso ir embora sem cair de boca em sua ppk! Chupo sua ppkinha levemente peludinha, seu corpo responde prontamente. Ela treme e ergue o quadril ao gozar, me afastando imediatamente devido à sensibilidade.
— Ai, seu safado... Quis me deixar toda mole... Seu cachorro...
— Au! Au!
Ela ri.
— Você quis empatar o jogo, me deixar com as pernas todas bambas.
— Objetivo alcançado com sucesso, Dona Alice!
Enquanto descanso antes de enfim me arrumar, acabo descobrindo uma nova faceta de Alice: a psicóloga. Conversamos bastante sobre atribulações da vida, ganhei uma mini-sessão de análise que me fez um bem danado.
No final, saio desse encontro mais leve do que entrei, tanto no corpo quanto na mente e na alma.
Obrigadão, Alice!
Uma lembrancinha
Que combinou lindamente com Alice
